terça-feira, 14 de novembro de 2017

O exercício como restaurador

SAÚDE PLENA NA MEDICINA DE DEUS
O exercício como restaurador



1.  A idéia de que aqueles que sobrecarregaram as energias mentais e físicas, ou que têm estado sob depressão do corpo ou da mente, devem suspender a atividade a fim de reaver a saúde, é um grande erro. Em uns poucos casos, pode ser necessário o completo repouso por algum tempo, mas tais casos são raros.

2.  Aqueles que chegaram ao abatimento em virtude de atividade mental intensa, devem ter repouso da mente cansada; entretanto, ensinar-lhes que é mau, ou mesmo perigoso, exercitarem eles suas energias mentais de qualquer maneira, leva-os a ver sua condição muito pior do que realmente é.

3.  Aqueles que sobrecarregam suas energias físicas não devem ser aconselhados a abster-se completamente do trabalho. Afastá-los de todo exercício impediria em muitos casos a sua restauração à saúde.

4.  O delicado e maravilhoso mecanismo da Natureza precisa ser constantemente exercitado, a fim de que esteja em condições de desempenhar os fins para os quais foi designado. A regra de não fazer nada é perigosa em qualquer caso. O exercício físico, no sentido do trabalho útil, exerce influência benéfica sobre a mente, fortalece os músculos, aumenta a circulação e dá ao doente a satisfação de saber quanto pode resistir, e que não é inteiramente inútil neste mundo  agitado; ao passo que, se este é restringido, sua atenção é atraída para si mesmo e ele se acha em grande perigo de levar a exagero suas dificuldades. Se os doentes tomassem parte em algum exercício físico bem orientado, usando suas energias, mas sem abusar delas, encontrariam eles aí um eficaz agente para a sua restauração.

5.  A inatividade é a maior maldição que pode sobrevir a alguém que está doente.

6.  O nosso corpo precisa ser constantemente exercitado. O exercício físico exerce influência benéfica sobre a mente, fortalece os músculos, aumenta a circulação.

7.  Aqueles que são fracos e indolentes não devem ceder à sua tendência de estarem inativos, privando-se assim do ar e da luz solar, mas devem praticar exercício físico.

8.  Não devemos ceder à tendência de estarmos inativos, privando-nos assim do ar e da luz solar, mas devemos praticar exercício físico. Não é prudente abandonar o uso de certos músculos porque se sente dor quando estes são exercitados. A dor é, em geral, causada pelo esforço da natureza para transmitir vida e vigor àquelas partes que se tornaram parcialmente sem vida por causa da inatividade. O movimento desses músculos de há muito desusados causará dor, pois a natureza os está despertando para a vida.

9.  Em todos os casos possíveis, andar é o melhor remédio para os físicos enfermos, pois nesse exercício todos os órgãos do corpo são postos em uso.

10.  A falta de exercício faz com que os intestinos e músculos se tornem enfermos e contraídos, e esses órgãos que se tornaram doentios por falta de uso poderão ser fortalecidos pelo exercício. Não há exercício que possa substituir o andar. Por ele a circulação do sangue é grandemente aumentada.

11.  O exercício e o trabalho físicos combinados exercem uma agradável influência sobre a mente, fortalecem os músculos, aumentam a circulação e dão ao doente a satisfação de conhecer seu próprio poder de resistência; ao passo que, se o exercício saudável e o trabalho físico lhe são restringidos, sua atenção é atraída para ele próprio.

12.  A pessoa que esteja doente se tomar parte em alguma atividade bem orientada, usando sua energia sem dela abusar, notará que o exercício físico se provará um agente mais poderoso e eficaz em sua recuperação do que mesmo o tratamento por água que está recebendo.

13.  A inatividade da energia física e mental, no que diz respeito ao trabalho útil, é o que mantém muitos doentes em uma condição de fraqueza que eles se sentem incapazes de superar. Dá-lhes também maior oportunidade de condescender com pensamentos impuros — condescendência que tem levado muitos deles a sua condição atual de fraqueza. É-lhes dito que eles gastaram muita energia em trabalho árduo, quando, em nove de cada dez casos, o trabalho que eles realizaram foi a única coisa recuperadora em sua vida e foi o meio de salvá-los da completa ruína. Enquanto sua mente estava assim ocupada não puderam eles ter oportunidade tão favorável para aviltar seu corpo e completar a obra de destruir-se a si mesmos.

Deus lhe abençoe!



FONTE:
Conselhos Sobre Saúde




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