segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Conselhos Sobre Saúde – Parte 11

SAÚDE PLENA NA MEDICINA DE DEUS
Conselhos Sobre Saúde – Parte 11


1.  Grande quantidade de trabalho árduo é desempenhado para conseguir para à mesa alimentos que prejudicam grandemente o já sobrecarregado organismo. Muitos gastam grande parte do seu tempo ao pé de um fogão quente, preparando alimentos altamente condimentados, para agradar o paladar. Todo o tempo é empregado no preparo de alimento que arruína a saúde, irrita o temperamento e entorpece as faculdades da razão.

2.  A reforma no regime alimentar seria uma poupança em gastos e trabalho. Podem ser facilmente supridas as necessidades de uma família que se satisfaça com um regime simples e saudável. Os alimentos requintados destroem os órgãos do corpo e a mente. E quanto trabalho árduo para executar isto!

3.  Para a nossa saúde e bem-estar devemos satisfazer-nos com um regime simples e saudável.

4.  Os alimentos requintados, condimentados, refinados, processados e industrializados destroem os órgãos do corpo e a mente.

5.  A glutonaria é pecado.

6.  É pecado ser intemperante na quantidade de alimento ingerido, mesmo que a qualidade seja recomendável. Muitos acham que podem comer do alimento simples até não mais terem vontade. Isto é um engano.

7.   Muitos não são mais do que glutões. Põem eles sobre os órgãos digestivos um fardo tão grande que a vitalidade do organismo é consumida no esforço para dele desfazer-se. Exerce o estômago uma influência depressiva sobre o intelecto, pois a energia nervosa do cérebro é requerida para auxiliar o estômago em seu trabalho.

8.  Comer em excesso, mesmo do alimento mais simples, embota a sensibilidade dos nervos do cérebro e enfraquece a nossa vitalidade.

9.   O comer em excesso exerce um efeito mais prejudicial sobre o organismo do que o trabalho excessivo; as energias da alma são mais efetivamente prostradas pelo comer intemperante do que pela intemperança no trabalho.

10. Os órgãos digestivos jamais devem ser sobrecarregados com uma quantidade ou qualidade de alimento que exija esforço do organismo para dela apropriar-se. Tudo aquilo que é colocado no estômago, além do que o organismo pode utilizar para transformar em bom sangue, atravanca a maquinaria, pois não pode ser tornado quer em carne quer em sangue, e sua presença sobrecarrega o fígado e produz uma condição mórbida do organismo.

11.   O estômago trabalha demais em seu esforço para utilizar toda comida que foi ingerida, e há então uma sensação de langor que é interpretada como sendo fome, e, sem dar tempo aos órgãos digestivos para repousarem de seu intenso labor e renovar suas energias, outra quantidade imoderada de alimento é colocada no estômago, pondo o cansado maquinismo de novo em movimento. O organismo recebe menos alimento de tão grande  quantidade  comida, mesmo de devida qualidade, do que de uma quantidade menor, tomada em períodos regulares.

12.  Não devemos comer em excesso, mesmo da melhor qualidade de comida.

13.  A vida ao ar livre é boa para o corpo e a mente. É o remédio divino para a restauração da saúde. Ar puro, água potável, luz solar, as circunjacentes belezas da Natureza — são os meios de Deus de restaurar o doente à saúde por processos naturais.

14.  É um erro termos residência dentro dos limites da cidade. É uma benção vivermos com simplicidade e ter a vantagem da provisão da terra. Os doentes têm muito mais benefícios vivendo no campo, onde possam trabalhar ao ar livre. Para os doentes dos nervos, nostálgicos e débeis o trabalho ao ar livre é inestimável. Os doentes devem cuidar de jardins; encontrarão eles alívio de muitos de seus males. A ociosidade é a causa de muitas doenças.

15.  No esforço envidado para restaurar o doente à saúde, deve-se fazer uso das coisas belas da criação de Deus. O olhar as flores, colher os frutos maduros, escutar o alegre canto dos pássaros exerce um efeito estimulante peculiar sobre o sistema nervoso.  Mediante a influência das propriedades reanimadoras, revivificantes e comunicadoras de vida dos grandes recursos medicinais da Natureza, as funções do corpo são fortalecidas, avivado o intelecto, a imaginação despertada, animado o espírito e a mente preparada para apreciar a beleza da Palavra de Deus.

16.  Sob as influências da vida ao ar livre, combinadas com a influência do tratamento cuidadoso e o alimento saudável, o doente encontra a saúde. O passo vacilante recobra a sua elasticidade. Adquirem novamente os olhos o seu brilho. O desesperado torna-se esperançoso. Aquele que outrora apresentava um semblante abatido, mostra agora uma expressão de alegria. Os lamentosos tons da voz cedem lugar aos tons de contentamento. As palavras expressam a convicção: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza; socorro bem presente na angústia.” Salmos 46:1. A empanada esperança do cristão torna-se iluminada. A fé retorna. São ouvidas as palavras: “Ainda que eu andasse  vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque Tu estás comigo; a Tua vara e o Teu cajado me consolam.” “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador.” “Dá esforço ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.” Salmos 23:4; Lucas 1:46, 47; Isaías 40:29. O reconhecimento da bondade de Deus em prover essas bênçãos revigora a mente. Deus Se acha muito próximo e Se sente satisfeito ao ver Seus dons apreciados.

17.  Deus é a fonte da cura para todas as doenças - Por intermédio dos agentes naturais, Deus está operando dia a dia, hora a hora, momento a momento, para nos conservar em vida, desenvolver-nos e restaurar-nos. Quando qualquer parte do corpo sofre um dano, principia imediatamente um processo de cura; os agentes da Natureza põem-se em operação para restaurar a saúde. Mas o poder que opera por seu intermédio é o poder de Deus. Todo poder comunicador de vida tem nEle sua origem. Quando alguém se restabelece de uma enfermidade, é Deus que o restaura. Doença, sofrimento e morte são obra de um poder antagônico. Satanás é o destruidor; Deus, o restaurador.

18.  A vida ao ar livre é boa para o corpo e a mente. É o remédio divino para a restauração da saúde.

19.  Ter residência na cidade, não faz senão uma parcela mínima do bem que poderia fazer se estivesse situada no campo, onde pudéssemos ter as vantagens da vida ao ar livre. As coisas da Natureza são benção de Deus, providas para comunicar saúde ao corpo, à mente e à alma.

20.  As coisas da Natureza são bênçãos de Deus, providas para comunicar saúde ao corpo, à mente e à alma. São elas dadas aos sãos, para conservá-los com boa saúde, e aos doentes para torná-los sãos. Associadas ao tratamento por água, são elas mais eficazes no restabelecimento da saúde do que toda a medicação de droga do mundo.

21.  No campo encontra o doente muitas coisas para desviar-lhe a atenção de si mesmo e de seus sofrimentos. Por toda parte podem eles considerar e apreciar as belas coisas da Natureza — as flores, os campos, as árvores frutíferas carregadas de seus ricos tesouros, as árvores da floresta a projetarem sua agradável sombra, e as colinas e vales com sua variada vegetação e suas muitas formas de vida.  E não somente são eles atraídos por esse ambiente, mas aprendem ao mesmo tempo lições espirituais muito preciosas. Rodeadas pelas maravilhosas obras de Deus, sua mente é levada das coisas que são vistas para as que se não vêem. A beleza da Natureza leva-os a pensar nos encantos sem igual da Nova Terra, na qual nada haverá a estragar-lhe a beleza, nada a macular ou destruir, coisa alguma a  causar doença ou morte.

22.  A Natureza é o médico divino. O ar puro, a alegre luz solar, as belas flores e árvores, os belos pomares e vinhas e o exercício ao ar livre em meio desse ambiente, são transmissores de saúde — o elixir da vida. A vida ao ar livre é o único remédio de que muitos doentes necessitam. Sua influência é poderosa na cura das doenças causadas pela vida social, vida que debilita e destrói as energias físicas, mentais e espirituais.

23.  Para o doente crônico, nada contribui tanto para restaurar a saúde e a felicidade, como viver em meio ao atrativo ambiente do campo. Pode-se deixar sentar ou deitar aí o mais fraco enfermo, à luz do Sol ou à sombra das árvores. É-lhes necessário apenas erguer os olhos e ver ao alto a bela folhagem. Maravilham-se eles de que jamais tenham observado quão graciosamente a curvatura dos galhos, que formam um pálio vivo por sobre si, dá-lhes exatamente a sombra de que necessitam. Uma doce sensação de repouso e refrigério lhes sobrevém ao prestarem eles atenção à murmurante brisa. Os espíritos abatidos revivem. A energia exangue é renovada. Sem perceber, a mente torna-se calma, o acelerado pulso mais lento e regular. Quando os doentes ficam mais fortes, aventuram-se elesa darem alguns passos para colher algumas das mais belas flores— preciosos mensageiros do amor de Deus à Sua família aflita aqui embaixo.

24.  Animai os pacientes a estarem mais ao ar livre. Fazei planos para conservá-los fora de casa, onde, através da Natureza, possam comungar com Deus.  Onde os doentes possam ter, no cultivo do solo, oportunidade para exercício salutar ao ar livre. Esse exercício, de parceria com o tratamento da saúde, operará milagres na restauração e revigoramento do corpo enfermo, e em refrigerar a exausta e fatigada mente.

25.  Deus operará maravilhas por nós se, com fé, cooperarmos com Ele. Procuremos, então, adotar um procedimento sensível, para que nossos esforços possam ser abençoados pelo Céu e coroados de êxito.

Deus lhe abençoe!



FONTE:
Conselhos Sobre Saúde







Nenhum comentário:

Postar um comentário