A ETERNA
VERDADE DE DEUS – Parte 2
1. O
templo de Deus se abrirá no Céu, fora vista a arca de Seu concerto, indica a
abertura do lugar santíssimo do santuário celestial em 1844, ao entrar Cristo
ali para efetuar a obra finalizadora da expiação. Ministério do Salvador.
Cristo oficia diante da arca de Deus, pleiteando com Seu sangue em favor dos
pecadores. Quando se abriu o templo de Deus no Céu, foi vista a arca do Seu
testemunho. Dentro do Santo dos Santos, no santuário celestial, acha-se
guardada sagradamente a lei divina – a lei que foi pronunciada pelo próprio
Deus em meio dos trovões do Sinai, e escrita por Seu próprio dedo nas tábuas de
pedra. (Cristo em Seu Santuário)
2. No
próprio centro do decálogo está o quarto mandamento, conforme foi a princípio
proclamado: “Lembra-te do dia do sábado para o santificar. Seis dias
trabalharás, e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu
Deus: não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu
servo, nem a
tua serva, nem o teu animal,
nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez
o Senhor os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia
descansou: portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.” Êxodo 20:8-11.
3. Os
que aceitaram a luz relativa à mediação de Cristo e à perpetuidade da lei de
Deus, acharam que estas eram as verdades apresentadas no capítulo 14 de Apocalipse. As mensagens deste
capítulo constituem uma tríplice advertência, que deve preparar os habitantes
da Terra para a segunda vinda do Senhor. O anúncio: — “Vinda é a hora do Seu
juízo” — aponta para a obra finalizadora do ministério de Cristo para a
salvação dos homens. Anuncia uma verdade que deve ser proclamada até que cesse
a intercessão do Salvador, e Ele volte à Terra para receber o Seu povo. A obra
do juízo que começou em 1844, deve continuar até que os casos de todos estejam
decididos, tanto dos vivos como dos mortos; disso se conclui que ela se
estenderá até ao final do tempo de graça para a humanidade. A fim de que os
homens possam preparar-se para estar em pé no juízo, a mensagem lhes ordena
temer a Deus e dar-Lhe glória, “e adorar Aquele que fez o céu e a Terra, e o
mar, e as fontes das águas.” O resultado da aceitação destas mensagens é dado
nestas palavras: “Aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus, e a fé de
Jesus.” A fim de se prepararem para o juízo, é necessário que os homens guardem
a lei de Deus. Esta lei será a norma de caráter no juízo.— O Grande Conflito, 432-435.
4. Caráter
sagrado e imutável da lei divina. A lei de Deus é a revelação de sua vontade, a
transcrição de Seu caráter, deve permanecer para sempre.
5. O
Espírito de Deus toca o coração dos que estudam a Sua Palavra.
6.
Ministério de Cristo no santuário celestial. Mediação de Cristo e à
perpetuidade da lei de Deus.
7. Um
tempo definido para o Juízo. O final dos 2.300 dias no outono de 1844. O
caráter e vida dos homens será passado em revista perante o Juiz de toda a
terra. O Ancião de dias é Deus, o Pai. Deus quem vai presidir ao juízo. E
santos anjos, como ministros e testemunhas, em número de milhões.
8. O
Filho do homem se dirigiu ao Ancião de dias. À Cristo foi dado o domínio e a
honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas O servissem. O seu
domínio é um domínio eterno, que não passará. (Daniel
7: 13,14). A vinda de Cristo aqui descrita não é a Sua segunda vinda à
terra. Ele vem ao Ancião de dias, no Céu, para receber o domínio, a honra, e o
reino, os quais Lhe serão dados no final de Sua obra de mediador. Predita na
profecia como devendo ocorrer ao terminarem os 2.300 dias, em 1844. Assistido
por anjos celestiais, nosso grande Sumo Sacerdote entra no lugar santíssimo, e
ali comparece à presença de Deus a fim de Se entregar aos últimos atos de Seu
ministério em prol do homem, a saber: realizar a obra do juízo de investigação
e fazer expiação por todos os que se verificarem com direito aos benefícios da
mesma. Assim, no grande dia da expiação
final e do juízo de investigação, os únicos casos a serem considerados são os
do povo professo de Deus. O julgamento dos ímpios constitui obra distinta e
separada, e ocorre em ocasião posterior. “É tempo que comece o julgamento pela
casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são
desobedientes ao evangelho?” 1 Pedro 4:17. Os livros de registro no Céu, nos quais estão
relatados os nomes e ações dos homens, devem determinar a decisão do juízo. Diz
o profeta Daniel: “Assentou-se o juízo, e abriram-se os livros.” O escritor do
Apocalipse, descrevendo a mesma cena, acrescenta: “Abriu-se outro livro, que é
o da vida; e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos
livros, segundo as suas obras.” Apocalipse
20:12. O
livro da vida contém os nomes de todos os que já entraram para o serviço de
Deus. Jesus ordenou a Seus discípulos: “Alegrai-vos antes por estarem os vossos
nomes escritos nos Céus.” Lucas 10:20. Paulo
fala de seus fiéis cooperadores, “cujos nomes estão no livro da vida”.
Filipenses 4:3. Daniel, olhando através dos séculos
para um “tempo de angústia,
qual nunca houve”, declara que se livrará o povo de Deus, “todo aquele que se
achar escrito no livro.” E João, no Apocalipse, diz que apenas entrarão na
cidade de Deus aqueles cujos nomes “estão inscritos no livro da vida do
Cordeiro.” Daniel 12:1; Apocalipse 21:27.
9. Deus
há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja
bom quer seja mau.” “De toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar
conta no dia do juízo.” Disse o Salvador: “por tuas palavras serás justificado,
e por tuas palavras serás condenado.” Eclesiastes
12:14; Mateus 12:36, 37. Os
propósitos e intuitos secretos aparecem no infalível registro; pois Deus “trará
à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações.” A obra de cada homem passa em revista perante
Deus, e é registrada pela sua fidelidade ou infidelidade. Ao lado de cada nome,
nos livros do Céu, estão escritos, com terrível exatidão, toda má palavra, todo
ato egoísta, todo dever não cumprido, e todo pecado secreto, juntamente com
toda artificiosa hipocrisia. Advertências ou admoestações enviadas pelo Céu, e
que foram negligenciadas, momentos desperdiçados, oportunidades não
aproveitadas, influência exercida para o bem ou para o mal, juntamente com seus
resultados de vasto alcance, tudo é historiado pelo anjo relator.1 Coríntios 4:5.
(Cristo
em Seu Santuário)
10. No
tempo indicado para o juízo — o final dos 2.300 dias, em 1844—iniciou-se a obra
de investigação e apagamento dos pecados. Todos os que já professaram o nome de
Cristo serão submetidos àquele perscrutador escrutínio. Tanto os vivos como os
mortos devem ser julgados “pelas coisas escritas nos livros, segundo as suas
obras.”
11. No
juízo será examinado o uso feito de cada talento. Como empregamos nós o capital
que nos foi oferecido pelo Céu? Receberá o Senhor à Sua vinda aquilo que é Seu,
com juros? Empregamos nós as faculdades que nos foram confiadas, nas mãos, no
coração e no cérebro, para a glória de Deus e bênção do mundo? Como usamos
nosso tempo, nossa pena, nossa voz, nosso dinheiro, nossa influência? Que
fizemos por Cristo, na pessoa dos pobres, aflitos, órfãos ou viúvas? Deus nos
fez depositários de Sua santa Palavra; que fizemos com a luz e verdade que se
nos deram para tornar os homens sábios para a salvação? Nenhum valor existe na
mera profissão de fé em Cristo; unicamente o amor que se revela pelas obras é
considerado genuíno. Contudo, é unicamente o amor que, à vista do Céu, torna de
valor qualquer ato. O que quer que seja feito por amor, seja embora pequenino
na apreciação dos homens, é aceito e recompensado por Deus. (Cristo em Seu Santuário)
12. “O
que encobre as suas transgressões, nunca prosperará; mas o que as confessa e
deixa, alcançará misericórdia.” Provérbios 28:13.
Se os que escondem e desculpam suas faltas pudessem ver como Satanás exulta
sobre eles, como escarnece de Cristo e dos santos anjos, pelo procedimento
deles, apressar-se-iam a confessar seus pecados e deixá-los. Por meio dos
defeitos do caráter, Satanás trabalha para obter o domínio da mente toda, e
sabe que, se esses defeitos forem acariciados, será bem sucedido. Portanto, está constantemente procurando
enganar os seguidores de Cristo com seu fatal sofisma de que lhes é impossível
vencer. Mas Jesus apresenta em seu favor Suas mãos feridas, Seu corpo
moído; e declara a todos os que desejam segui-Lo: “A Minha graça te basta.” 2 Coríntios 12:9. “Tomai sobre vós o Meu jugo, e
aprendei de Mim, que Sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso
para as vossas almas. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve.” Mateus 11:29, 30. Ninguém, pois, considere
incuráveis os seus defeitos. Deus dará fé e graça para vencê-los. (Cristo em Seu Santuário-118)
13. Quando
Cristo Se via mais tenazmente assaltado pela tentação, não comia nada.
Confiava-Se a Deus, e mediante fervorosa oração e perfeita submissão à vontade
de Seu Pai, saía vencedor. Os que professam a verdade para estes últimos dias,
acima de todas as outras classes de professos cristãos, devem imitar o grande
Modelo na oração. Jesus buscava
diligentemente força de Seu Pai. Isto, o divino Filho de Deus considerava de
maior valor, mesmo para Si, do que sentar-Se à mesa mais rica e variada. Ele
nos deu provas de que a oração é essencial a fim de receber forças para lutar
contra os poderes das trevas, e realizar a obra que nos foi designada. Nossa própria
força é fraqueza, mas a que Deus dá é poder, e fará a todo o que a receba mais
que vencedor. (Conselhos
Sobre Saúde – 87)
14. A
vida eterna só será concedida aos que participam da natureza divina, fugindo às
corrupções e concupiscências deste século! Da formalidade, ambições mundanas,
orgulho e amor-próprio.
15. Somente
a virtude de Cristo é que pode operar uma transformação do coração e do
espírito, a qual todos necessitam a fim de poder com Ele partilhar a nova vida
no reino dos Céus. “Aquele que não nascer de novo”, disse Jesus, “não pode ver
o reino de Deus.” João 3:3. A religião que vem de Deus é a única que a Ele
conduz.
16. Muitos
seguem regime impróprio. A transigência (tolerância) com o apetite é a causa
principal da debilidade física e mental, e é em grande parte responsável pela
fraqueza e morte prematura de muitos.
17. O Senhor
nos deu luz especial sobre a reforma do regime alimentar, mas de que modo
estamos andando nessa luz? Quantos têm recusado viver de acordo com os
conselhos de Deus! Como povo, nossos progressos deveriam ser proporcionais à
luz que recebemos. Nosso dever é compreender e respeitar os princípios da
reforma do regime alimentar.
18. No
tocante à temperança, deveríamos haver progredido mais do que qualquer outro
povo e, entretanto, há ainda professos cristãos que têm pouco respeito pela luz
que Deus deu sobre o assunto. Comem o que lhe apraz e procedem do mesmo modo.
19. Todos
estão sendo agora experimentados e provados. Fomos batizados em Cristo, e, se
desempenharmos nossa parte em renunciar tudo que nos afeta desfavoravelmente,
fazendo de nós o que não devemos ser, ser-nos-á concedida força para o
crescimento em Cristo, que é a nossa cabeça viva, e veremos a salvação de Deus.
(Conselhos Sobre Saúde – 134)
20. Pais
e mães, vigiai em oração. Ponde-vos em guarda rigorosa contra a intemperança
sob qualquer forma. Ensinai aos vossos filhos os princípios da verdadeira
reforma pró-saúde. Ensinai-lhes o que lhes convém evitar, a fim de preservar a
saúde. Já a ira de Deus está começando a manifestar-se sobre os filhos da
desobediência.
21. JESUS
não consentia com o pecado. Nem por um pensamento cedia à tentação. O mesmo se
pode dar conosco. A humanidade de Cristo estava unida à divindade; estava
habilitado para o conflito, mediante a presença interior do Espírito Santo. E
veio para nos tornar participantes da natureza divina. Enquanto a Ele
estivermos ligados pela fé, o pecado não mais terá domínio sobre nós. Deus nos
toma a mão da fé, e a leva a apoderar-se firmemente da divindade de Cristo, a fim
de atingirmos a perfeição de caráter.
22. Há
distrações, como sejam a dança, o jogo de cartas, xadrez, damas, etc., que não
podemos aprovar porquanto o Céu as condena. Estas diversões abrem a porta a
grandes males. Não são benéficas em sua tendência, antes exercem efeito
excitante, produzindo em alguns espíritos uma paixão por aquelas diversões que
conduzem ao jogo e à dissipação. Todos esses divertimentos merecem ser
condenados pelos cristãos, devendo o seu lugar ser substituído por qualquer
coisa perfeitamente inofensiva. (Conselhos Sobre Saúde – 195)
23. Deve-se
proibir o jogo de cartas. As associações e tendências são perigosas. O príncipe
dos poderes das trevas preside nos salões de diversões e onde quer que haja
jogo de cartas. Os anjos maus são hóspedes familiares nestes lugares. Nada
existe de benefício à alma ou ao corpo nestes divertimentos. Coisa alguma para
fortalecer o intelecto, nada para provê-lo de idéias valiosas para uso futuro.
A conversa gira em torno de assuntos triviais e degradantes. Ouve-se aí gracejo
indecente, palavreado baixo e vil, que diminui e destrói a verdadeira dignidade
varonil. Essas diversões são as mais néscias, inúteis, prejudiciais e perigosas
atividades que os jovens podem praticar. Aqueles que se dão ao jogo de cartas,
tornam-se grandemente excitados, e logo perdem todo o gosto, pelas ocupações úteis
e elevadas. A perícia no manuseio das cartas conduzirá logo ao desejo de
empregar este conhecimento e tato em proveito próprio. É apostada uma pequena
soma e, em seguida, uma maior, até que se adquire uma sede de jogar que leva a
ruína certa. (Conselhos
Sobre Saúde – 197)
24. Entre
as casas de diversões, a mais perigosa é o teatro. Em lugar de ser uma escola
de moralidade e virtude, como costuma ser chamada, é ele justamente o viveiro
da imoralidade. Os hábitos viciosos e as tendências pecaminosas são
fortalecidos e confirmados por esses entretenimentos. As cantigas baixas, os
gestos, expressões e atitudes indecentes corrompem a imaginação a aviltam a
moral. Todo jovem que assiste habitualmente a tais exibições será corrompido em
princípio. Não existe em nosso país influência mais poderosa para corromper a
imaginação, destruir as impressões religiosas e enfraquecer o gosto pelos
prazeres tranqüilos e as sóbrias realidades da vida, do que as diversões
teatrais. O gosto por estas cenas aumenta com cada transigência, assim como o
desejo para com as bebidas intoxicantes se fortalece com seu uso. O único
caminho seguro é evitar o teatro, o circo, e todos os outros lugares de
diversões duvidosos. (Conselhos Sobre Saúde – 198)
25. Há
espécies de recreações grandemente benéficas tanto para a mente como para o
corpo. Uma mente esclarecida e perspicaz encontrará abundantes meios de
entretenimentos e diversão nas fontes não só inocentes, mas instrutivas. A
recreação ao ar livre e a contemplação das obras de Deus na Natureza, serão do
mais elevado benefício. (Conselhos Sobre Saúde – 199)
26. Cristo
é o poderoso comunicador de cura à alma enferma de pecado.
27. As
mais exaltadas verdades espirituais podem ser levadas ao coração pelas coisas
da Natureza. Os pássaros do ar, as flores do campo, com suas belas cores vivas,
o cereal germinando, a videira com seus ramos cheios de frutos, as árvores
soltando os seus tenros renovos, o glorioso pôr-do-sol, as nuvens carmesim a
anunciarem uma bela manhã, a sucessão das estações — tudo isto pode ensinar-nos
preciosas lições de confiança e fé.
28. Cristo
reprova todos aqueles que não tem aprendido da Natureza as lições espirituais
que podem ser aprendido. Todas as coisas, animadas e inanimadas nos expõem o
conhecimento de deus. A mesma mente divina que está operando nas coisas da
Natureza, está a operar na mente e coração de todos nós, e a produzir um
inexprimível anseio por alguma coisa que não possuímos. As coisas do mundo não
podem satisfazer nossos anelos.
29. O
povo peculiar de Deus não devem transigir (condescender, conciliar) com os
idólatras. Seu viver deve ser uma luz para o mundo, levar às nações as bênçãos
que sobrevém à humanidade mediante o conhecimento de Deus. Na prosperidade e na
adversidade, o cristão deve honrar a Deus.
30. Somos
chamados a representar perante o mundo o caráter de Deus.
31. Todo
cristão professo deve glorificar a Deus pelo seu viver.
32. Deus
deseja fazer de Seu povo um louvo e uma glória. É desígnio de Deus que Seu povo
seja Seu representante.
33. Se
formos obedientes às leis de Deus, seremos guardados das doenças.
34. O
desígnio de Deus para o Seu povo hoje que seja estabelecido instituição de
saúde, onde os doentes possam ser tratados.
A instituição de saúde deve ser dirigida sobre os princípios bíblicos,
como instrumento do Senhor, e deve ser em Suas mãos um dos mais eficazes meios
para transmitir luz ao mundo.
35. É
desígnio de Deus que Seu povo seja reformadores, respeitando os princípios e
dando atenção à luz da reforma da saúde, a qual invade sobre nós como um povo
peculiar.
36. Deus
cooperará com o povo que O honrar.
37. Maravilhosa
é a obra que Deus pretende realizar por intermédio de Seus servos, para que Seu
nome seja glorificado. O Senhor fez de José uma fonte de vida para a nação
egípcia. Por meio de José, foi conservada a vida de todo aquele povo. Por meio
de Daniel, Deus salvou a vida de todos os sábios de Babilônia. E esses
livramentos foram como lições práticas; ilustraram ao povo as bênçãos
espirituais a eles proporcionadas mediante a ligação com o Deus a quem José e
Daniel adoravam. Assim, por intermédio de Seu povo hoje, Deus deseja trazer
bênçãos ao mundo.
38. Todo
obreiro em cujo coração Cristo habita, todo aquele que manifeste Seu amor ao
mundo, é um colaborador de Deus para bênção da humanidade. À medida que ele
recebe do Salvador graça para comunicar aos outros, emana de todo o seu ser uma
onda de vida espiritual. Cristo veio como grande Médico para curar as feridas produzidas
pelo pecado na família humana; e Seu Espírito, operando por intermédio de Seus
servos, comunica aos seres humanos enfermos de pecado e sofredores, poderosa
virtude curadora, eficaz para o corpo e para a alma. (Conselhos Sobre
Saúde – 209)
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