domingo, 19 de novembro de 2017

BÍBLICO: A Eterna Verdade de Deus – Parte 3

A ETERNA VERDADE DE DEUS – Parte 3



1.  O povo peculiar de Deus deve pregar a doutrina do segundo advento. Devem trabalhar com o único propósito de despertar o povo ao preparo para o juízo.

2.  Os Remanescentes de Deus devem procurar acordar os que professam a religião, para a verdadeira esperança, e levá-los a sentir a necessidade de uma experiência cristã mais profunda.

3.  O povo peculiar de Deus devem acordar os não-conversos ao dever de imediato arrependimento e conversão a Deus.

4. Nosso objetivo deve concentrar no desejo de converter almas a Deus, cientificar o mundo do juízo vindouro e induzir nossos semelhantes a fazer o preparo de coração que os habilitará a encontrar-se com nosso Deus em paz.

5.  Na igreja hoje, há uma conformação cada vez maior, gradual mas constante, com as práticas e costumes do mundo, e bem assim um declínio correspondente na verdadeira vida espiritual.

6.  Há uma decadência súbita e notável entre o professo povo de Deus.

7.   Não há despertamento nem conversões, tampouco se evidencia crescimento em graça por parte dos que professam a religião.

8.  Ninguém fala a respeito da salvação da alma. Com o prosperar dos negócios e as brilhantes perspectivas do comércio e da indústria, aumentou o espírito de mundanismo.

9.  Nota-se a falta quase universal de influência revivificadora nas igrejas. A apatia espiritual invade quase tudo, e é terrivelmente profunda.

10.  Quase que geralmente os professos cristãos estão-se tornando seguidores da moda, dão mãos aos descrentes nas reuniões de prazer, nas danças, nas festas.

11.   Aquele que deliberadamente abafa as convicções do dever, pelo fato de se achar este em conflito com as tendências pessoais, perderá finalmente a faculdade de discernir a verdade do erro. Obscurece-se o entendimento, a consciência se torna calejada, o coração endurecido, e a alma se separa de Deus.

12.  Onde a mensagem da verdade divina é desdenhada e tratada levianamente, ali a igreja se envolve em trevas; esfriam a fé e o amor; entram a separação e a discórdia.  Os membros da igreja centralizam seus interesses e energias em empreendimentos mundanos, e os pecadores se tornam endurecidos em sua impenitência.

13.  A mensagem do primeiro anjo de Apocalipse 14, anunciando a hora do juízo de Deus e apelando para os homens a fim de O temer e adorar, estava destinada a separar o povo professo de Deus das influências corruptoras do mundo, e despertá-lo a fim de ver seu verdadeiro estado de mundanismo e apostasia.

14.  Se recebermos a mensagem do Céu. Se humilharmos o coração perante o Senhor, buscando com sinceridade o preparo para estarmos em pé em Sua presença, o Espírito e poder de DEUS manifestar-se-á entre nós. Somente assim, o povo professo de DEUS atingirá o bendito estado de unidade, fé e amor, que houve nos dias apostólicos, em que “era um o coração e a alma” dos crentes, e anunciava com ousadia a Palavra de DEUS.

15.  Nunca testemunhamos declínio religioso tão generalizado como no presente. Pelo apego ao mundo e esquecimento de Deus e Sua Palavra, tornou-se obscurecido o entendimento, e o coração mundano e sensual.

16.  Multidões estão confiando implicitamente nos pastores, e estão recusando a ouvir a advertência; e outros ainda que convictos da verdade, não ousam confessá-la para não serem “expulsos da igreja”. A mensagem que Deus tem enviado para provar e purificar a igreja revelou com muita evidência quão grande é o número dos que põem a afeição neste mundo ao invés de em Cristo. Os laços que os ligam à terra, mostram ser mais forte do que as atrações ao Céu. Preferem ouvir a voz da sabedoria mundana, e desviam-se da probante mensagem da verdade.

17.  O termo Babilônia é derivado de “Babel” e significa confusão. É empregado nas Escrituras para designar as várias formas de religião falsa ou apóstata. Em Apocalipse, Capítulo 17, Babilônia é representada por uma mulher — figura que a Bíblia usa como símbolo de igreja, sendo uma mulher virtuosa a igreja pura, e uma mulher desprezível, a igreja apóstata.

18.  Nas Escrituras, o caráter sagrado e permanente da relação entre Cristo e Sua igreja é representado pela união matrimonial. O Senhor uniu a Si o Seu povo, por meio de um concerto solene, prometendo-lhe ser seu Deus, enquanto o povo se comprometia a ser unicamente dEle.

19.  A infidelidade da igreja para com Cristo, permitindo que sua confiança e afeição dEle se desviem, e consentindo que o amor às coisas mundanas ocupe a alma, é comparada com a violação do voto conjugal. O pecado de Israel, afastando-se do Senhor, é apresentado sob esta figura; e o maravilhoso amor de Deus, que assim desprezam, é descrito de maneira tocante: “Dei-te juramento, e entrei em concerto contigo, diz o Senhor Jeová, e tu ficaste sendo Minha.” “E foste formosa em extremo, e foste próspera, até chegares a ser rainha. E correu a tua fama entre as nações, por causa da tua
formosura, pois era perfeita, por causa da Minha glória que Eu tinha posto sobre ti. ... Mas confiaste na tua formosura, e te corrompeste por causa da tua fama.” “Como a mulher se aparta aleivosamente do seu companheiro, assim aleivosamente te houveste comigo, ó casa  de Israel, diz o Senhor”; “como a mulher adúltera que, em lugar de seu marido, recebe os estranhos.” Ezequiel 16:8, 13-15, 32; Jeremias 3:20.

20.  O povo professo de Deus estão rejeitando a advertência do primeiro anjo, desprezam os meios que o Céu provera para a sua restauração; e com maior avidez volveram a busca da amizade do mundo. Eis aí a causa da terrível condição de mundanismo, apostasia e morte espiritual.

21.  Muitos professos cristãos preferem buscar a amizade do mundo, de preferência ao favor de Deus. Diz o apóstolo Tiago: “Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.”

22.  Babilônia é também acusada do pecado de relação ilícita com “os reis da Terra.” Foi pelo afastamento do Senhor e aliança com os gentios que a igreja judaica se tornou prostituta; e Roma, corrompendo-se de modo semelhante ao procurar o apoio dos poderes do mundo, recebe condenação idêntica. (O Grande Conflito – 382)

23.  Jamais foi desígnio de Deus que a luz da verdade seja assim restringida. Durante algum tempo foi exigido que a nação judaica adorasse em Jerusalém. Jesus, porém, disse à mulher samaritana: “Crê-Me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.” “A hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim O adorem. Deus é Espírito, e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade.” João 4:21, 23, 24(Conselhos Sobre Saúde – 217)

24.  Estamos próximos do fim da história da Terra, e os diferentes aspectos da obra de Deus devem ser levados avante com muito maior sacrifício do que se manifesta no presente. A obra para estes últimos dias é, em sentido especial, uma obra missionária. A apresentação da verdade presente, desde a primeira letra do seu alfabeto até a última, significa esforço missionário. A obra a ser feita clama por sacrifício a cada passo. Desse serviço abnegado os obreiros sairão purificados e refinados como o ouro provado no fogo.

25.  O Senhor apela para que despertemos para o senso de nossas responsabilidades. Deus deu a cada um de nós uma obra. Cada um de nós podemos viver uma vida de utilidade. Aprendamos tudo que pudermos, sendo então uma bênção aos outros, comunicando o conhecimento da verdade. Cada qual deve fazer de conformidade com sua respectiva habilidade, ajudando voluntariamente a carregar os fardos.

26.  Não devemos deixar de envidar todo esforço a fim de mostrar as pessoas que a salvação de sua alma é preciosa, que vale a pena o esforço para alcançar a vida eterna.

27.  Grande luz tem estado a brilhar sobre nós, mas quão pouco dessa luz nós refletimos para o mundo! Os anjos celestiais estão esperando pelos seres humanos para com eles cooperarem na execução prática dos princípios da verdade.

28.  É a glória do evangelho que está fundamentada sobre o princípio de restaurar na raça caída a imagem divina por meio da constante manifestação de benevolência. Essa obra começou nas cortes celestiais. Aí Deus resolveu dar aos seres humanos inconfundível demonstração do amor com o qual Ele os considerava. Ele “amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16.

29.  O Senhor atua imparcialmente em todas as partes de Sua vinha. São os homens que desorganizam a Sua obra.

30.  Quer o Senhor que Seu povo compreenda devidamente a espécie de trabalho que tem de ser realizada.

31.  Alcançaremos a vitória cultivando espírito cristão – espírito manso e humilde. Mais valem a cruz e as esperanças frustradas, com a vida eterna afinal, do que viver como príncipes e perder o Céu.

32.  No próprio início da dispensação evangélica ensinou CRISTO à Sua igreja a não confiar na grandeza nem no esplendor mundanos, mas no poder da fé e da obediência. O favor de Deus é de maior valor que o ouro e a prata. O poder do Seu Espírito é de valor incalculável.

33.  O povo peculiar de CRISTO precisa fazer uma obra rápida. Os que com pureza de propósito se consagrem inteiramente a CRISTO, de corpo, alma e espírito, trabalharão segundo os métodos de CRISTO e em Seu nome. Cada qual se manterá em seu lugar e olhará para CRISTO, Seu Guia e Conselheiro.

34.  CRISTO instruirá o ignorante, e ungirá com colírio celestial os olhos de muitos que agora estão imersos em trevas espirituais. Suscitará obreiros que executem a Sua vontade para prepararem um povo que subsista perante ELE no tempo do fim. CRISTO estabelecerá Suas instituições as quais serão centros de preparo de obreiros.

35.  Cristo deve ser honrado com a consagração do melhor de nossas posses.

36.  Os pobres devem ser tratados com tanto interesse e atenção quanto os ricos. O costume de honrar os ricos e desprezar e negligenciar os pobres é crime aos olhos de Deus.

37.  Devemos sentir a necessidade de simpatia e terna consideração pelos pobres. Estes não têm senão pouca coisa nesta vida para torná-los felizes e alegres, e apreciarão a simpatia e o amor. Não devemos em hipótese alguma negligenciar os pobres, pois se assim o fizermos poderemos negligenciar a CRISTO na pessoas de Seus santos.

38.  A Instituição de saúde deve trabalhar segundo os métodos de CRISTO. CRISTO pede que as Instituições de saúde sejam estabelecidas para beneficiar a humanidade sofredora, ricos e pobres, de todo o mundo. são uma instrumentalidades designadas por DEUS para trazer homens e mulheres para a influência da verdade e salvar muitas almas.


Deus lhe abençoe!  

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