A ETERNA
VERDADE DE DEUS – Parte 3
1. O
povo peculiar de Deus deve pregar a doutrina do segundo advento. Devem
trabalhar com o único propósito de despertar o povo ao preparo para o juízo.
2. Os
Remanescentes de Deus devem procurar acordar os que professam a religião, para
a verdadeira esperança, e levá-los a sentir a necessidade de uma experiência
cristã mais profunda.
3. O
povo peculiar de Deus devem acordar os não-conversos ao dever de imediato
arrependimento e conversão a Deus.
4. Nosso objetivo deve concentrar no desejo de
converter almas a Deus, cientificar o mundo do juízo vindouro e induzir nossos
semelhantes a fazer o preparo de coração que os habilitará a encontrar-se com
nosso Deus em paz.
5. Na
igreja hoje, há uma conformação cada vez maior, gradual mas constante, com as
práticas e costumes do mundo, e bem assim um declínio correspondente na
verdadeira vida espiritual.
6. Há
uma decadência súbita e notável entre o professo povo de Deus.
7. Não
há despertamento nem conversões, tampouco se evidencia crescimento em graça por
parte dos que professam a religião.
8.
Ninguém fala a respeito da salvação da alma. Com o prosperar dos
negócios e as brilhantes perspectivas do comércio e da indústria, aumentou o
espírito de mundanismo.
9.
Nota-se a falta quase universal de influência revivificadora nas
igrejas. A apatia espiritual invade quase tudo, e é terrivelmente profunda.
10. Quase
que geralmente os professos cristãos estão-se tornando seguidores da moda, dão
mãos aos descrentes nas reuniões de prazer, nas danças, nas festas.
11. Aquele que deliberadamente abafa as convicções
do dever, pelo fato de se achar este em conflito com as tendências pessoais,
perderá finalmente a faculdade de discernir a verdade do erro. Obscurece-se o
entendimento, a consciência se torna calejada, o coração endurecido, e a alma
se separa de Deus.
12. Onde
a mensagem da verdade divina é desdenhada e tratada levianamente, ali a igreja
se envolve em trevas; esfriam a fé e o amor; entram a separação e a discórdia. Os membros da igreja centralizam seus
interesses e energias em empreendimentos mundanos, e os pecadores se tornam
endurecidos em sua impenitência.
13. A
mensagem do primeiro anjo de Apocalipse 14, anunciando a hora do juízo de Deus
e apelando para os homens a fim de O temer e adorar, estava destinada a separar
o povo professo de Deus das influências corruptoras do mundo, e despertá-lo a
fim de ver seu verdadeiro estado de mundanismo e apostasia.
14. Se
recebermos a mensagem do Céu. Se humilharmos o coração perante o Senhor,
buscando com sinceridade o preparo para estarmos em pé em Sua presença, o
Espírito e poder de DEUS manifestar-se-á entre nós. Somente assim, o povo
professo de DEUS atingirá o bendito estado de unidade, fé e amor, que houve nos
dias apostólicos, em que “era um o coração e a alma” dos crentes, e anunciava
com ousadia a Palavra de DEUS.
15. Nunca
testemunhamos declínio religioso tão generalizado como no presente. Pelo apego
ao mundo e esquecimento de Deus e Sua Palavra, tornou-se obscurecido o
entendimento, e o coração mundano e sensual.
16.
Multidões estão confiando implicitamente nos pastores, e estão recusando
a ouvir a advertência; e outros ainda que convictos da verdade, não ousam
confessá-la para não serem “expulsos da igreja”. A mensagem que Deus tem
enviado para provar e purificar a igreja revelou com muita evidência quão
grande é o número dos que põem a afeição neste mundo ao invés de em Cristo. Os
laços que os ligam à terra, mostram ser mais forte do que as atrações ao Céu.
Preferem ouvir a voz da sabedoria mundana, e desviam-se da probante mensagem da
verdade.
17. O
termo Babilônia é derivado de “Babel” e significa confusão. É empregado nas
Escrituras para designar as várias formas de religião falsa ou apóstata. Em
Apocalipse, Capítulo 17, Babilônia é representada por uma mulher — figura que a
Bíblia usa como símbolo de igreja, sendo uma mulher virtuosa a igreja pura, e
uma mulher desprezível, a igreja apóstata.
18. Nas
Escrituras, o caráter sagrado e permanente da relação entre Cristo e Sua igreja
é representado pela união matrimonial. O Senhor uniu a Si o Seu povo, por meio
de um concerto solene, prometendo-lhe ser seu Deus, enquanto o povo se
comprometia a ser unicamente dEle.
19. A
infidelidade da igreja para com Cristo, permitindo que sua confiança e afeição
dEle se desviem, e consentindo que o amor às coisas mundanas ocupe a alma, é
comparada com a violação do voto conjugal. O pecado de Israel, afastando-se do
Senhor, é apresentado sob esta figura; e o maravilhoso amor de Deus, que assim
desprezam, é descrito de maneira tocante: “Dei-te juramento, e entrei em
concerto contigo, diz o Senhor Jeová, e tu ficaste sendo Minha.” “E foste
formosa em extremo, e foste próspera, até chegares a ser rainha. E correu a tua
fama entre as nações, por causa da tua
formosura, pois era
perfeita, por causa da Minha glória que Eu tinha posto sobre ti. ... Mas
confiaste na tua formosura, e te corrompeste por causa da tua fama.” “Como a
mulher se aparta aleivosamente do seu companheiro, assim aleivosamente te
houveste comigo, ó casa de Israel, diz o
Senhor”; “como a mulher adúltera que, em lugar de seu marido, recebe os
estranhos.” Ezequiel 16:8, 13-15, 32; Jeremias 3:20.
20. O
povo professo de Deus estão rejeitando a advertência do primeiro anjo,
desprezam os meios que o Céu provera para a sua restauração; e com maior avidez
volveram a busca da amizade do mundo. Eis aí a causa da terrível condição de
mundanismo, apostasia e morte espiritual.
21.
Muitos professos cristãos preferem buscar a amizade do mundo, de
preferência ao favor de Deus. Diz o apóstolo Tiago: “Adúlteros e adúlteras, não
sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto qualquer
que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.”
22. Babilônia
é também acusada do pecado de relação ilícita com “os reis da Terra.” Foi pelo
afastamento do Senhor e aliança com os gentios que a igreja judaica se tornou
prostituta; e Roma, corrompendo-se de modo semelhante ao procurar o apoio dos
poderes do mundo, recebe condenação idêntica. (O
Grande Conflito – 382)
23. Jamais foi desígnio de Deus que a luz da verdade seja
assim restringida. Durante algum tempo foi exigido que a nação judaica adorasse
em Jerusalém. Jesus, porém, disse à mulher samaritana: “Crê-Me que a hora vem,
em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.” “A hora vem, e agora
é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque
o Pai procura a tais que assim O adorem. Deus é Espírito, e importa que os que
O adoram O adorem em espírito e em verdade.” João
4:21, 23, 24. (Conselhos Sobre Saúde – 217)
24. Estamos próximos do fim da história da Terra, e os
diferentes aspectos da obra de Deus devem ser levados avante com muito maior sacrifício
do que se manifesta no presente. A obra para estes últimos dias é, em sentido
especial, uma obra missionária. A apresentação da verdade presente, desde a
primeira letra do seu alfabeto até a última, significa esforço missionário. A
obra a ser feita clama por sacrifício a cada passo. Desse serviço abnegado os
obreiros sairão purificados e refinados como o ouro provado no fogo.
25. O
Senhor apela para que despertemos para o senso de nossas responsabilidades. Deus
deu a cada um de nós uma obra. Cada um de nós podemos viver uma vida de
utilidade. Aprendamos tudo que pudermos, sendo então uma bênção aos outros,
comunicando o conhecimento da verdade. Cada qual deve fazer de conformidade com
sua respectiva habilidade, ajudando voluntariamente a carregar os fardos.
26. Não
devemos deixar de envidar todo esforço a fim de mostrar as pessoas que a
salvação de sua alma é preciosa, que vale a pena o esforço para alcançar a vida
eterna.
27. Grande
luz tem estado a brilhar sobre nós, mas quão pouco dessa luz nós refletimos
para o mundo! Os anjos celestiais estão esperando pelos seres humanos para com
eles cooperarem na execução prática dos princípios da verdade.
28. É a
glória do evangelho que está fundamentada sobre o princípio de restaurar na
raça caída a imagem divina por meio da constante manifestação de benevolência.
Essa obra começou nas cortes celestiais. Aí Deus resolveu dar aos seres humanos
inconfundível demonstração do amor com o qual Ele os considerava. Ele “amou o
mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle
crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16.
29. O
Senhor atua imparcialmente em todas as partes de Sua vinha. São os homens que
desorganizam a Sua obra.
30. Quer
o Senhor que Seu povo compreenda devidamente a espécie de trabalho que tem de
ser realizada.
31. Alcançaremos a vitória cultivando espírito cristão –
espírito manso e humilde. Mais valem a cruz e as esperanças frustradas, com a
vida eterna afinal, do que viver como príncipes e perder o Céu.
32. No
próprio início da dispensação evangélica ensinou CRISTO à Sua igreja a não
confiar na grandeza nem no esplendor mundanos, mas no poder da fé e da
obediência. O favor de Deus é de maior valor que o ouro e a prata. O poder do
Seu Espírito é de valor incalculável.
33. O
povo peculiar de CRISTO precisa fazer uma obra rápida. Os que com pureza de
propósito se consagrem inteiramente a CRISTO, de corpo, alma e espírito,
trabalharão segundo os métodos de CRISTO e em Seu nome. Cada qual se manterá em
seu lugar e olhará para CRISTO, Seu Guia e Conselheiro.
34.
CRISTO instruirá o ignorante, e ungirá com colírio celestial os olhos de
muitos que agora estão imersos em trevas espirituais. Suscitará obreiros que
executem a Sua vontade para prepararem um povo que subsista perante ELE no
tempo do fim. CRISTO estabelecerá Suas instituições as quais serão centros de
preparo de obreiros.
35. Cristo
deve ser honrado com a consagração do melhor de nossas posses.
36. Os
pobres devem ser tratados com tanto interesse e atenção quanto os ricos. O
costume de honrar os ricos e desprezar e negligenciar os pobres é crime aos
olhos de Deus.
37.
Devemos sentir a necessidade de simpatia e terna consideração pelos
pobres. Estes não têm senão pouca coisa nesta vida para torná-los felizes e
alegres, e apreciarão a simpatia e o amor. Não devemos em hipótese alguma
negligenciar os pobres, pois se assim o fizermos poderemos negligenciar a
CRISTO na pessoas de Seus santos.
38. A
Instituição de saúde deve trabalhar segundo os métodos de CRISTO. CRISTO pede
que as Instituições de saúde sejam estabelecidas para beneficiar a humanidade
sofredora, ricos e pobres, de todo o mundo. são uma instrumentalidades
designadas por DEUS para trazer homens e mulheres para a influência da verdade
e salvar muitas almas.
Deus lhe abençoe!
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