1. O homem surgiu
das mãos do seu Criador perfeito em estrutura e belo na forma.
2. O constante
crescimento dos fardos da doença e do crime é prova cabal do poder de
resistência com a qual foi o homem dotado no princípio.
3. Através de
sucessivas gerações, desde a queda, a tendência tem sido continuamente
descendente. A doença tem sido transmitida de pais a filhos por sucessivas
gerações. Mesmo as criancinhas de berço sofrem em conseqüência dos males
originados pelos pecados dos seus pais. (EGW – Conselhos
Sobre Saúde, 19)
4. A violação da lei
física, com as conseqüências de sofrimento e morte prematura, têm prevalecido
por tanto tempo que esses resultados são tidos na conta de sorte inevitável da
humanidade; mas Deus não criou a raça em tão debilitada condição. Este estado
de coisas não é obra da Providência, mas do homem. Foi ele ocasionado pelos maus
hábitos — pela violação das leis que Deus fez para governar a vida do homem. (EGW – Conselhos Sobre Saúde, 20)
5. A violação da lei
física que Deus fez para governar a nossa vida tem como conseqüência sofrimento
e morte prematura.
6. O sofrimento, a
enfermidade são ocasionados pelos maus hábitos, pela violação das leis que Deus
fez para governar a nossa vida.
7. A continuada
transgressão das leis da Natureza é uma permanente transgressão da lei de Deus.
Tivessem os homens sido sempre obedientes à lei dos Dez Mandamentos, procurando
viver os princípios desses preceitos, a maldição das enfermidades que agora
inundam o mundo não existiria. (EGW – Conselhos
Sobre Saúde, 20)
8. Quando seguimos
qualquer direção que consome desnecessariamente nossa vitalidade ou que
obscurece o nosso intelecto, pecamos contra Deus; não O glorificamos no corpo e
no espírito que Lhe pertencem. (EGW – Conselhos Sobre Saúde, 20)
9. Quando comemos ou
bebemos alimentos que prejudica a nossa saúde pecamos contra Deus. A
enfermidade é ocasionada pela violação das leis que Deus fez para governar a
nossa vida. A continuada transgressão das leis da Natureza é uma permanente
transgressão da lei de Deus.
10. Muito embora o
insulto que temos feito a Deus, O Seu amor ainda se estende a nós; e Ele
permite que a luz brilhe, capacitando-nos ver que, para que possamos viver uma
vida perfeita, precisamos obedecer às leis naturais que governam o nosso ser.
Quão importante é então que andemos nessa luz, exercitando todas as nossas
faculdades, tanto do corpo como da mente, para glória de Deus.
11. Achamo-nos em um
mundo contrário à retidão ou à pureza de caráter, e especialmente ao
crescimento na graça. Em tudo o que olhamos, observamos poluição e corrupção,
deformidade e pecado. Quão oposto é tudo isso à obra que deve ser executada em
nós justamente antes de recebermos o dom da imortalidade! Os eleitos de Deus
devem permanecer incontaminados em meio da corrupção prevalecente ao seu redor
nestes últimos dias. Seu corpo deve tornar-se santo, puro seu espírito. Se esta
obra deve ser realizada, deve ela ser empreendida imediatamente, zelosa e
inteligentemente.
12. A reforma da
saúde é um dos ramos da grande obra que deve preparar um povo para a vinda do
Senhor. Ela está tão estreitamente relacionada com a mensagem do terceiro anjo
quanto a mão o está com o corpo.
13. O desejo de Deus
é que obedeçamos às leis da natureza que governam o nosso ser.
14. Deus requer que
Seu povo peculiar permaneçam puros.
15. Como eleitos de
Deus devemos permanecer incontaminados em meio da corrupção prevalecente ao
nosso redor nestes últimos dias, o nosso corpo deve tornar-se santo, puro o
nosso espírito.
16. O Senhor não ira
punir os transgressores da Sua lei sem primeiro enviar-lhes uma mensagem de
advertência.
17. Violamos as leis
naturais de nosso ser quando somos condescendentes para com o apetite depravado
e paixões licenciosas – violamos a lei de Deus.
18. Deus permitiu que
a luz da reforma da saúde brilhe sobre nós, para que possamos compreender a
pecaminosidade da transgressão das leis que Ele estabeleceu em nosso próprio
ser.
19. Nosso
Pai celestial vê a deplorável condição da humanidade, e muitos por ignorância,
menosprezam os princípios de saúde. É com amor e compaixão que Deus faz com que
a luz sobre a reforma de saúde brilhe. Ele proclama a Sua lei e a penalidade
desta, a fim de que todos possam ficar sabendo aquilo que é para o seu maior
proveito. Proclama Sua lei de maneira tão distinta. Todos os seres inteligentes
podem entendê-la, se desejarem. Cada um responde por si.
20. Muitas pessoas
estão menosprezando os princípios de saúde.
21. É com amor e
compaixão que Deus faz com que a luz sobre a reforma de saúde brilhe em nosso
caminho.
22. Deus tem tornado clara a lei natural e insiste na
obediência a ela. É obra que acompanha a mensagem do terceiro anjo. A ignorância
já não é escusa (desculpa) para a transgressão da lei. A luz brilha com
clareza, e ninguém precisa ignora; pois o grande Deus mesmo é instrutor do
homem.
23. Todos nós estamos
obrigados pelo mais sagrado dever a dar atenção à filosofia saudável e à
experiência genuína que Deus está agora proporcionando com relação à reforma da
saúde.
24. É impossível
apreciarmos as verdades sagradas enquanto nos achamos sob o poder de hábitos
pecaminosos, destruidores da saúde e enfraquecedores do cérebro.
25. Deus nos tem
orientado com relação ao efeito que a condescendência pecaminosa exerce sobre a
saúde.
26. Deus quer que
vejamos e sentimos a necessidade de escapar dos hábitos e apetites tirânicos
que nos tem dominado por tanto tempo.
27. Há muitos que
rejeitam a luz que brilha com relação à reforma da saúde, porque esta se choca
com os seus desejos concupiscentes, seus desejos carnais, que clama por
prazeres, controlam o intelecto. A mente destes alcançam assim tão baixo nível
que Deus não pode operar nem por meio deles nem com eles – o curso de seus
pensamentos deve ser mudado, despertadas as suas sensibilidades morais, antes
que possam obedecer aos reclamos divinos.
28. As
condescendências pecaminosas profanam o corpo e nos incapacitam para o culto
espiritual.
29. Se nos apegarmos
à luz que Deus nos deu sobre a reforma de saúde, temos um importante auxílio na
obra de santificar-nos pela verdade e estarmos habilitados para a imortalidade.
Mas, se menosprezarmos essa luz, e vivermos em violação da lei natural, devemos
sofrer a penalidade. Nossas energias espirituais são amortecidas e, não podemos
aperfeiçoar-nos a santificação no temor do Senhor.
30. Poluímos o templo
da alma e Deus nos conclama a despertarmos e esforçar-nos com todas as nossas
energias para reconquistarmos o nosso vigor dada por Deus.
31. Coisa alguma a
não ser a graça de Deus pode convencer e converter o coração; somente dEle
podem os escravos dos hábitos pervertidos obter força para romper as algemas
que os prendem.
32. É impossível
apresentarmos o nosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus,
enquanto persistirmos na condescendência com hábitos que nos privam do vigor
físico, mental e moral.
33. Não nos
conformemos com este mundo, mas transformemo-nos pela renovação do nosso
entendimento, para que experimentemos qual seja a boa, agradável e perfeita
vontade de Deus.
34. Os mesmos pecados
que atraíram juízos sobre o mundo, nos dias de Noé, existem em nossos dias.
Homens e mulheres levam os seus hábitos no comer e beber a tais extremos que terminam
em glutonaria e bebedice. Este predominante pecado, a condescendência para com
o apetite pervertido, inflamou as paixões dos homens nos dias de Noé, e levaram
a generalizada corrupção. Violência e pecado alcançaram o Céu. Esta
contaminação moral foi finalmente varrida da Terra por meio do dilúvio.
35. Há muitos que
levam os seus hábitos no comer e beber a tais extremos que terminam em
glutonaria e bebedice. Deus nos deixa claro que é pecado, a condescendência
para com o apetite pervertido.
36. A condescendência
para com o apetite pervertido inflama as paixões e levam a generalizada
corrupção.
37. Os pecados de
glutonaria e embriaguez embotam a sensibilidade moral.
38. Cristo pôs diante
de nós o perigo de fazermos da comida e da bebida a coisa principal. Apresenta-nos
Ele os resultados da desenfreada complacência com o apetite. As faculdades
morais são debilitadas a tal ponto que o pecado não parece condenável. O crime
é considerado com leviandade, e a paixão controla a mente, até que afinal os
bons princípios e impulsos são desarraigados, e o nome de Deus é blasfemado.
39. O Salvador nos
apresenta alguma coisa mais elevada por que lutar, do que meramente o que comeremos,
o que beberemos ou com que nos vestiremos. Comer, beber e vestir-se são levados
a tais excessos que se tornam crime. Estão entre os assinalados pecados dos
últimos dias, e constituem um sinal da breve volta de Cristo.
40. O comer, beber e
vestir-se estão entre os assinalados pecados dos últimos dias, e constituem em
sinal da breve volta de Cristo.
41. Tempo, dinheiro e
força pertencem ao Senhor, mas que Ele confia a nós, e são gastos em
superfluidade no vestir e em luxos do apetite pervertido, que diminuem a
vitalidade e trazem sofrimento e ruína.
42. O apetite
pervertido diminui a vitalidade e traz sofrimento e ruína.
43. É impossível
podermos apresentar a Deus nosso corpo como sacrifício vivo, quando aviltamos
(desprezamos) de contínuo o nosso corpo com corrupção e enfermidade em virtude
de nossa própria pecaminosa condescendência. Devemos buscar mais conhecimento
com respeito à maneira de comer, beber e vestir-nos, assim como de preservar a
saúde. as enfermidades são o resultado da violação das leis naturais. Devemos obedecermos
às leis de Deus, isso inclui as leis da saúde.
Deus
abençoe a todos grandemente
FONTE:
EGW – Conselhos Sobre Saúde

Nenhum comentário:
Postar um comentário