2. Cristo vê as
necessidade e misérias da humanidade em todo o mundo.
3. A seara é realmente
grande, mas poucos os ceifeiros. O mundo carece de obreiros que trabalhem com
Cristo fazia pelos aflitos e pecadores.
4. O mundo está
cheio de doenças, sofrimentos, misérias e pecados. Cheio de pessoas
necessitadas de quem delas cuide, o fraco, o desamparado, o ignorante, o
degradado.
5. Muitos que
professam ser cristãos, estão escolhendo o caminho da destruição, devido a
hábitos de intemperança, trazem doenças sobre si mesmos.
6. Muitas pessoas
movidas pela ganância de ganhar dinheiro para as satisfações pecaminosas, caem
em práticas desonestas. Arruínam a saúde e o caráter.
7. Deus contempla
terna e compassivamente essas pobres almas destituídas de esperança tanta para
esta vida como para a futura. O Senhor compreende todas as circunstâncias que
os levaram a cair em tentação. Está é um classe que demanda trabalho em seu
favor.
8. Há amas na
pobreza e na miséria, imersa no pecado e vergadas ao sentimento da culpa. É a
obra dos servos de Deus buscar essas almas, orar com elas e por elas, e
levá-las passo a passo ao Salvador.
9. Os que não
reconhecem os direitos de Deus, porém, não são os únicos que se acham em
aflição e necessitados de auxílio. No mundo atual, esse mundo onde reinam o
egoísmo, a ganância e a opressão, muitos dos verdadeiros filhos do Senhor se
acham necessitados e aflitos. Muitos estão, nos lugares humildes e miseráveis,
rodeados de pobreza, doença e culpas, suportando pacientemente o próprio fardo de
sofrimento.
10. Cristo trabalha
por todos quantos Lhe ouvem a palavra.
11. Muitos confiam em
suas riquezas e não sentem o próprio perigo. Os bens do mundo, confiados pelo
Senhor aos homens, são muitas vezes fonte de grande tentação. Milhares são
assim levados a pecaminosas condescendências que os confirmam em hábitos de
intemperança e vício.
12. Milhares de
pessoas estão cedendo a hábitos que significam ruína para o corpo e a alma. Acham-se
em perigo mortal por não verem a necessidade de estrita temperança em tudo.
13. Muitos são
levados à destruição pelo amor das riquezas. Absorvidos com os tesouros
terrenos que possuem, são insensíveis aos reclamos de Deus e às necessidades de
seus semelhantes.
14. Devemos
considerar a própria riqueza como um talento a ser empregado para a glória de
Deus e o erguimento da humanidade.
15. Os que se dedicam
a servirem ao próprio eu, e usam os seus bens como um meio de condescender
consigo mesmos e de se glorificarem a si, desenvolvem em si, não os atributos
de Deus, mas os de Satanás.
16. A vontade de Deus
é que volvamos os nossos olhos da vaidade das coisas materiais, para contemplar
a preciosidade das riquezas eternas. Precisamos aprender a alegria de dar, a
bênção de sermos colaboradores de Deus.
17. Cristo abrirá o
caminho pelos quais as pessoas possam ser alcançadas.
18. Com a sabedoria e
o tato nascido do divino amor, com a cortesia e a delicadeza que resultam
unicamente da presença de Cristo na alma, devemos trabalhar pelos necessitados.
19. O Senhor espera
de Seu povo peculiar como representantes Seus, que aliviem a humanidade
sofredora. Que todos possam corresponder e dar de seus meios e simpatia para
benefícios dos pobres.
20. Deus nos tem
apresentado a condição de fraqueza atual da família humana. Cada geração se tem
vindo enfraquecendo mais, e a raça humana é afligida por toda forma de
enfermidade. Milhares de pobres mortais de corpos deformados, doentios, nervos
em frangalhos e mente cheia de sombras, vão arrastando uma existência
miserável.
21. O poder de
Satanás é exercido especialmente sobre o povo de Deus. Nossos passos são
seguidos por um inimigo astuto e poderoso, o qual emprega sua força e
habilidade em procurar desviar-nos do caminho reto. E demasiadas vezes acontece
que o povo de Deus não está em guarda, ignorando-lhe portanto os ardis. Ele
opera por meios que melhor o ocultem à vista, conseguindo muitas vezes seu
objetivo.
Deus
abençoe a todos grandemente!
FONTE:
EG2 – Conselhos Sobre Saúde

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