quinta-feira, 10 de maio de 2018

Má nutrição e toxemia



A causa comum de toda enfermidade é a má nutrição, da qual deriva a toxemia (alto nível de toxinas em nossas células).

 A má nutrição deve-se à desordem na alimentação e à ingestão de alimentos que satisfazem apenas ao paladar, enchem a barriga, mas são deficientes em nutrientes e qualidades vitais.

Quando nossos veículos físicos não recebem os nutrientes necessários para a reprodução de novas células, são obrigados a construir com aquilo que encontram; pedindo, a distintas partes do corpo, doações de materiais básicos indispensáveis. O resultado é uma lenta e progressiva deterioração dos órgãos e tecidos e de suas funções, que termina produzindo a doença. O envelhecimento precoce do ser humano tem sua origem principal na má nutrição e no sedentarismo.

O ser humano parece ser o único que está sujeito a maior quantidade de problemas relacionados com a saúde.

A toxemia depende de uma série de fatores que vão se somando. O ar contaminado das concentrações urbanas, a água com seus minerais nem sempre metabolizáveis, o stress, o abuso de álcool, tabaco, carnes, remédios, drogas, excitantes, o estar em contato com elementos tóxicos no lugar de trabalho ou em casa, são todos fatores que contribuem para o excesso de concentração de toxinas no organismo. Mas a causa principal encontra-se nos alimentos do mundo contemporâneo. Os resíduos de agrotóxicos nos vegetais, de hormônios e antibióticos em carnes e ovos, de químicos utilizados para processar alimentos como, por exemplo, para branquear o açúcar, a farinha, o sal, de conservantes nas carnes frias e nos produtos em lata e em garrafa, os corantes e sabores artificiais, as vitaminas sintéticas adicionadas que o organismo não metaboliza, etc.

Outro fator que contribui para a intoxicação do nosso corpo é comer de novo quando não se tem ainda completada a digestão e comer quando irritado ou ressentido. Isto transforma tudo aquilo que está no estômago em sustância tóxica, uma sobrecarga de trabalho para o sistema de eliminação.

A mesma coisa acontece quando ingerimos alimentos que precisam de tipos diferentes de digestão como, por exemplo, comida cozida e fruta. Frente à mistura de alimentos não compatíveis os organismos mais sensíveis reagem imediatamente, apresentando sintomas como azia, peso, gases, sentir de novo um sabor de algo já ingerido, fezes soltas, etc.

Mas é importante compreender que, nos organismos das pessoas que têm uma digestão ótima (dos quais se diz que podem digerir até as pedras), mesmo quando não se manifestam os inconvenientes mencionados, apresenta-se igualmente a acumulação de toxinas resultante da mistura inadequada.

É de extrema importância de quem prepara os alimentos, por isso a comida da mãe, se feita com amor, nos faz bem. As atitudes, emoções e pensamentos de quem trabalha na cozinha são absorvidas pelos alimentos e recebidas por aqueles que os consomem.

O acúmulo das substâncias tóxicas debilita o sistema imunológico, conseqüentemente, o organismo não será capaz de resistir à presença de elementos patogênicos. Compreender que a toxemia é a causa fundamental de todas as doenças, permite definir claramente o caminho até a saúde: favorecer a eliminação dos venenos e fortalecer o sistema natural de imunidade, introduzindo no corpo os alimentos capazes de fornecer as substâncias nutrientes necessárias para seu bom funcionamento.

A causa comum de toda enfermidade é a má nutrição, da qual deriva a toxemia (alto nível de toxinas em nossas células). A má nutrição deve-se à desordem na alimentação e à ingestão de alimentos que satisfazem apenas ao paladar, enchem a barriga, mas são deficientes em nutrientes e qualidades vitais.

A causa comum de toda enfermidade é a má nutrição, da qual deriva a toxemia (alto nível de toxinas em nossas células). A má nutrição deve-se à desordem na alimentação e à ingestão de alimentos que satisfazem apenas ao paladar, enchem a barriga, mas são deficientes em nutrientes e qualidades vitais.

“Doenças atacam as pessoas não como um raio em céu azul mas são conseqüências de contínuos erros contra a Natureza”

A alimentação e o jejum são muito importantes.

Os incríveis efeitos da alimentação crua.

Pessoas diabéticas são beneficiadas com uma dieta exclusiva de frutas frescas.

Ao iniciar a alimentação com frutas e verduras frescas dentro do período de um ano após o aparecimento dos sintomas — 94% dos portadores de esclerose múltipla ficavam curados.

O Dr. Honekamp, diretor clínico de uma clínica psiquiátrica alemã, documentou, em seu livro sobre a cura de doenças mentais com produtos naturais, como conseguiu curar pela alimentação crua, com poucas exceções, os pacientes internados em sua clínica. Entretanto, ele mostrou que a esquizofrenia crônica só pôde ser curada após quatro anos.

O físico Fritz Popp descobriu que os nutrientes vivos irradiam fótons. Essas pequenas partículas de luz aparentemente protegem o sistema imunológico e destroem células cancerígenas. Quando aquecemos os alimentos vivos, a irradiação se torna muito forte e depois cessa — os alimentos estão mortos.

Uma enfermeira do hospital da Universidade de Zurique estava morrendo. Anos antes, haviam-lhe retirado um tumor maligno da mama. Mais tarde, apareceram metástases no fígado. Quando o tumor reapareceu por uma terceira vez, após duas quimioterapias, acreditavam que nada mais poderia ser feito. Era Natal e seus amigos vieram despedir-se dela. Uma amiga lhe falou da alimentação crua e logo trouxe frutas e hortaliças frescas. No dia seguinte, a enfermeira já pôde deixar a alta dose de morfina que estava tomando contra as dores e levantar. A cada dia, ficava de pé durante mais tempo. Como podemos explicar este efeito imediato sobre tumores malignos? A pesquisadora em oncologia, Virginia Livingston, de San Diego, EUA, descreve em seu livro "The Conquest of Cancer" (A conquista do câncer) que os alimentos vivos, as frutas e as hortaliças contêm um ácido, um sub-produto da vitamina A, que também é produzido no fígado. Essa substância freia o câncer, mas é sensível ao calor. Cenouras cozidas no vapor só contém 1% a 2% da quantidade do ácido que as cenouras cruas contêm. Recomendo aos pacientes em minha clínica — e eu mesmo me alimento desta forma: Comer apenas o que nasce na natureza.

Só comer aquilo que temos vontade, apenas na quantidade que o corpo pede e quando sentimos fome.

Consumir os alimentos assim como a natureza nos oferece, sem misturar, sem temperos, sem aquecer.

Sempre que possível, comer os alimentos isentos de agrotóxicos e adubos químicos.

Como podemos saber se uma fruta é saudável ou prejudicial? Só nosso instinto pode nos dizer isso. Cada ser vivo tem sua voz interior, inclusive as bactérias e os vírus. O ser humano é o único ser vivo que não segue sua voz interior, nós nos achamos superiores. Porém, se não seguimos esta voz, surge o efeito contrário, o vício. O adulto é viciado no fumo, em alimentos desnaturados, cozidos etc. Após um jejum, estes vícios desaparecem. O instinto, a voz interior, está de volta, como em um recém-nascido.

Se comemos alimentos cozidos, há um aumento dos glóbulos brancos após a refeição — como se tivéssemos ingerido veneno. Nosso sistema imunológico, neste caso, está ocupado de manhã até a noite enfrentando os tóxicos que introduzimos com a alimentação aquecida, em vez de se defender contra germes e destruir células cancerígenas. Ao dar alimentação cozida para animais selvagens, saudáveis — como fizeram Mac Carrison na Inglaterra e o Prof. Kollath na Alemanha — estes adoecem com nossas doenças da civilização e morrem. Se acrescentamos vitaminas da farmácia, morrem alguns dias mais tarde. Entretanto, se os colocamos em liberdade para que voltem a se nutrir com alimentos vivos, seguindo o seu instinto, eles se recuperam. O mais interessante: animais, antes dóceis, tornam-se agressivos com nossa alimentação desnaturada e se agridem

Má nutrição e mau comportamento estão intimamente ligados.

Deus abençoe a todos grandemente!








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