A
causa comum de toda enfermidade é a má nutrição, da qual deriva a toxemia (alto
nível de toxinas em nossas células).
A má
nutrição deve-se à desordem na alimentação e à ingestão de alimentos que
satisfazem apenas ao paladar, enchem a barriga, mas são deficientes em
nutrientes e qualidades vitais.
Quando
nossos veículos físicos não recebem os nutrientes necessários para a reprodução
de novas células, são obrigados a construir com aquilo que encontram; pedindo,
a distintas partes do corpo, doações de materiais básicos indispensáveis. O
resultado é uma lenta e progressiva deterioração dos órgãos e tecidos e de suas
funções, que termina produzindo a doença. O envelhecimento precoce do ser
humano tem sua origem principal na má
nutrição e no sedentarismo.
O
ser humano parece ser o único que está sujeito a maior quantidade de problemas
relacionados com a saúde.
A toxemia depende de uma série de fatores
que vão se somando. O ar contaminado das concentrações urbanas, a água com seus
minerais nem sempre metabolizáveis, o stress, o abuso de álcool, tabaco,
carnes, remédios, drogas, excitantes, o estar em contato com elementos tóxicos
no lugar de trabalho ou em casa, são todos fatores que contribuem para o
excesso de concentração de toxinas no organismo. Mas a causa principal
encontra-se nos alimentos do mundo contemporâneo. Os resíduos de agrotóxicos
nos vegetais, de hormônios e antibióticos em carnes e ovos, de químicos
utilizados para processar alimentos como, por exemplo, para branquear o açúcar,
a farinha, o sal, de conservantes nas carnes frias e nos produtos em lata e em
garrafa, os corantes e sabores artificiais, as vitaminas sintéticas adicionadas
que o organismo não metaboliza, etc.
Outro
fator que contribui para a intoxicação do nosso corpo é comer de novo quando
não se tem ainda completada a digestão e comer quando irritado ou ressentido.
Isto transforma tudo aquilo que está no estômago em sustância tóxica, uma
sobrecarga de trabalho para o sistema de eliminação.
A
mesma coisa acontece quando ingerimos alimentos que precisam de tipos
diferentes de digestão como, por exemplo, comida cozida e fruta. Frente à
mistura de alimentos não compatíveis os organismos mais sensíveis reagem
imediatamente, apresentando sintomas como azia, peso, gases, sentir de novo um
sabor de algo já ingerido, fezes soltas, etc.
Mas
é importante compreender que, nos organismos das pessoas que têm uma digestão
ótima (dos quais se diz que podem digerir até as pedras), mesmo quando não se
manifestam os inconvenientes mencionados, apresenta-se igualmente a acumulação
de toxinas resultante da mistura inadequada.
É
de extrema importância de quem prepara os alimentos, por isso a comida da mãe,
se feita com amor, nos faz bem. As atitudes, emoções e pensamentos de quem
trabalha na cozinha são absorvidas pelos alimentos e recebidas por aqueles que os
consomem.
O
acúmulo das substâncias tóxicas debilita o sistema imunológico,
conseqüentemente, o organismo não será capaz de resistir à presença de
elementos patogênicos. Compreender que a toxemia é a causa fundamental de todas
as doenças, permite definir claramente o caminho até a saúde: favorecer a
eliminação dos venenos e fortalecer o sistema natural de imunidade,
introduzindo no corpo os alimentos capazes de fornecer as substâncias
nutrientes necessárias para seu bom funcionamento.
A
causa comum de toda enfermidade é a má nutrição, da qual deriva a toxemia (alto
nível de toxinas em nossas células). A má nutrição deve-se à desordem na
alimentação e à ingestão de alimentos que satisfazem apenas ao paladar, enchem
a barriga, mas são deficientes em nutrientes e qualidades vitais.
A
causa comum de toda enfermidade é a má nutrição, da qual deriva a toxemia (alto
nível de toxinas em nossas células). A má nutrição deve-se à desordem na
alimentação e à ingestão de alimentos que satisfazem apenas ao paladar, enchem
a barriga, mas são deficientes em nutrientes e qualidades vitais.
“Doenças atacam as pessoas não como um
raio em céu azul mas são conseqüências de contínuos erros contra a Natureza”
A alimentação
e o jejum são muito importantes.
Os
incríveis efeitos da alimentação crua.
Pessoas
diabéticas são beneficiadas com uma dieta exclusiva de frutas frescas.
Ao
iniciar a alimentação com frutas e verduras frescas dentro do período de um ano
após o aparecimento dos sintomas — 94% dos portadores de esclerose múltipla
ficavam curados.
O
Dr. Honekamp, diretor clínico de uma clínica psiquiátrica alemã, documentou, em
seu livro sobre a cura de doenças mentais com produtos naturais, como conseguiu
curar pela alimentação crua, com poucas exceções, os pacientes internados em
sua clínica. Entretanto, ele mostrou que a esquizofrenia crônica só pôde ser
curada após quatro anos.
O físico
Fritz Popp descobriu que os nutrientes vivos irradiam fótons. Essas pequenas
partículas de luz aparentemente protegem o sistema imunológico e destroem
células cancerígenas. Quando aquecemos os alimentos vivos, a irradiação se
torna muito forte e depois cessa — os alimentos estão mortos.
Uma
enfermeira do hospital da Universidade de Zurique estava morrendo. Anos antes,
haviam-lhe retirado um tumor maligno da mama. Mais tarde, apareceram metástases
no fígado. Quando o tumor reapareceu por uma terceira vez, após duas quimioterapias,
acreditavam que nada mais poderia ser feito. Era Natal e seus amigos vieram
despedir-se dela. Uma amiga lhe falou da alimentação crua e logo trouxe frutas
e hortaliças frescas. No dia seguinte, a enfermeira já pôde deixar a alta dose
de morfina que estava tomando contra as dores e levantar. A cada dia, ficava de
pé durante mais tempo. Como podemos explicar este efeito imediato sobre tumores
malignos? A pesquisadora em oncologia, Virginia Livingston, de San Diego, EUA,
descreve em seu livro "The Conquest of Cancer" (A conquista do
câncer) que os alimentos vivos, as frutas e as hortaliças contêm um ácido, um
sub-produto da vitamina A, que também é produzido no fígado. Essa substância
freia o câncer, mas é sensível ao calor. Cenouras cozidas no vapor só contém 1%
a 2% da quantidade do ácido que as cenouras cruas contêm. Recomendo aos
pacientes em minha clínica — e eu mesmo me alimento desta forma: Comer apenas o
que nasce na natureza.
Só
comer aquilo que temos vontade, apenas na quantidade que o corpo pede e quando
sentimos fome.
Consumir
os alimentos assim como a natureza nos oferece, sem misturar, sem temperos, sem
aquecer.
Sempre
que possível, comer os alimentos isentos de agrotóxicos e adubos químicos.
Como podemos saber se uma fruta é
saudável ou prejudicial? Só nosso instinto
pode nos dizer isso. Cada ser vivo tem sua voz interior, inclusive as bactérias
e os vírus. O ser humano é o único ser vivo que não segue sua voz interior, nós
nos achamos superiores. Porém, se não seguimos esta voz, surge o efeito
contrário, o vício. O adulto é viciado no fumo, em alimentos desnaturados,
cozidos etc. Após um jejum, estes vícios desaparecem. O instinto, a voz
interior, está de volta, como em um recém-nascido.
Se
comemos alimentos cozidos, há um aumento dos glóbulos brancos após a refeição —
como se tivéssemos ingerido veneno. Nosso sistema imunológico, neste caso, está
ocupado de manhã até a noite enfrentando os tóxicos que introduzimos com a
alimentação aquecida, em vez de se defender contra germes e destruir células
cancerígenas. Ao dar alimentação cozida para animais selvagens, saudáveis —
como fizeram Mac Carrison na Inglaterra e o Prof. Kollath na Alemanha — estes
adoecem com nossas doenças da civilização e morrem. Se acrescentamos vitaminas
da farmácia, morrem alguns dias mais tarde. Entretanto, se os colocamos em
liberdade para que voltem a se nutrir com alimentos vivos, seguindo o seu
instinto, eles se recuperam. O mais interessante: animais, antes dóceis,
tornam-se agressivos com nossa alimentação desnaturada e se agridem
Má
nutrição e mau comportamento estão intimamente ligados.
Deus
abençoe a todos grandemente!


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