SAÚDE PLENA NA
MEDICINA DE DEUS
A Santificação
Um Princípio Vivo
Pela
compaixão de Deus, devemos apresentar nossos corpos em sacrifício vivo, santo e
agradável a Deus.
A santificação
não é apenas uma teoria, uma emoção ou uma forma de palavras, mas um princípio
vivo e ativo, que faz parte da vida diária.
Demanda
que nossos hábitos no comer, beber e vestir sejam de molde a assegurar a
preservação da saúde física, mental e moral, para que possamos apresentar ao
Senhor os nossos corpos — não uma oferta corrompida por hábitos maus — mas “um
sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”. Romanos
12:1.
Ninguém
que professe piedade considere com indiferença a saúde do corpo, e se iluda com
o pensamento de que a intemperança não é pecado e não afetará sua
espiritualidade. Existe uma estreita afinidade entre a natureza física e a
moral.
O
padrão de virtude é elevado ou rebaixado por meio dos hábitos físicos.
O
excesso na ingestão do melhor alimento produzirá um estado mórbido dos sentimentos
morais. E, se o alimento não for o mais saudável, os efeitos serão ainda mais
danosos.
Qualquer
hábito que não promova o perfeito funcionamento saudável do organismo humano
degrada as mais elevadas e nobres faculdades.
Os
maus hábitos no comer e beber conduzem a erros no pensamento e ação.
A
condescendência com o apetite fortalece as tendências animais, dando-lhes
ascendência sobre as faculdades mental e espiritual.
O
ensino bíblico não exercerá senão uma tênue impressão sobre aqueles cujas
faculdades estão entorpecidas pela condescendência com o apetite. Milhares
sacrificarão não somente a saúde e a vida, mas sua esperança de um Céu, de
preferência a moverem guerra contra seu próprio apetite depravado.
Onde
quer que estejam, aqueles que são verdadeiramente santificados elevarão a norma
moral preservando os hábitos físicos corretos e, à semelhança de Daniel,
apresentando a outros um exemplo de temperança e renúncia própria.
Todo
apetite pervertido torna-se um desejo adverso. Tudo que é incompatível com a
lei natural cria uma condição doentia da alma.
A
condescendência com o apetite produz um estômago dispéptico, um fígado
entorpecido, um cérebro embotado e, por conseguinte, perverte a índole e o
espírito do homem.
É
nosso dever pôr nosso apetite e nossos hábitos de vida em conformidade com a lei natural.
Precisamos
ter consideração pela lei que Deus fez para controlar o organismo humano e
vivermos em obediência a essa lei.
Cada
lei que governa a maquinaria humana deve ser considerada tão verdadeiramente
divina em sua origem, caráter e importância, como a Palavra de Deus.
Com
que cuidado devem os cristãos reger os seus hábitos, a fim de que possam
conservar o pleno vigor de cada faculdade para entregar ao serviço de Cristo!
Se estivermos santificados em alma, corpo e
espírito, devemos viver em conformidade com a lei divina.
O coração não pode manter a consagração a Deus
enquanto se condescende com os apetites e paixões a expensas da saúde e da vida.
Hoje
há entre os professos cristãos muitos que haveriam de julgar que Daniel era por
demais esquisito, e o pronunciariam como mesquinho e fanático.
Muitos
consideram a questão do comer e beber como de muito pequena importância para
exigir tão decidida resistência — tal que poderia envolver o provável
sacrifício de todas as vantagens terrenas. Mas aqueles que assim raciocinam,
notarão no dia do juízo que se desviaram das expressas exigências de Deus e se apoiaram
em sua própria opinião como norma para o certo e para o errado. Descobrirão que
aquilo que lhes parecera sem importância não fora assim considerado por Deus.
Suas exigências deveriam ter sido sagradamente obedecidas.
Aqueles
que aceitam e obedecem a um de Seus preceitos porque lhes convém, ao passo que
rejeitam a outro porque sua observância haveria de requerer sacrifício, rebaixam
a norma do direito e, por seu exemplo, levam outros a considerarem levianamente
a lei de Deus. “Assim diz o Senhor”,
deve ser nossa regra em todas as coisas.
Deus
lhe abençoe!
FONTE:
Conselhos Sobre
Saúde
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