quarta-feira, 18 de outubro de 2017

A Santificação Um Princípio Vivo

SAÚDE PLENA NA MEDICINA DE DEUS
A Santificação Um Princípio Vivo


Pela compaixão de Deus, devemos apresentar nossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.

A santificação não é apenas uma teoria, uma emoção ou uma forma de palavras, mas um princípio vivo e ativo, que faz parte da vida diária.

Demanda que nossos hábitos no comer, beber e vestir sejam de molde a assegurar a preservação da saúde física, mental e moral, para que possamos apresentar ao Senhor os nossos corpos — não uma oferta corrompida por hábitos maus — mas “um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”. Romanos 12:1.

Ninguém que professe piedade considere com indiferença a saúde do corpo, e se iluda com o pensamento de que a intemperança não é pecado e não afetará sua espiritualidade. Existe uma estreita afinidade entre a natureza física e a moral.

O padrão de virtude é elevado ou rebaixado por meio dos hábitos físicos.

O excesso na ingestão do melhor alimento produzirá um estado mórbido dos sentimentos morais. E, se o alimento não for o mais saudável, os efeitos serão ainda mais danosos.

Qualquer hábito que não promova o perfeito funcionamento saudável do organismo humano degrada as mais elevadas e nobres faculdades.

Os maus hábitos no comer e beber conduzem a erros no pensamento e ação.

A condescendência com o apetite fortalece as tendências animais, dando-lhes ascendência sobre as faculdades mental e espiritual.


O ensino bíblico não exercerá senão uma tênue impressão sobre aqueles cujas faculdades estão entorpecidas pela condescendência com o apetite. Milhares sacrificarão não somente a saúde e a vida, mas sua esperança de um Céu, de preferência a moverem guerra contra seu próprio apetite depravado.

Onde quer que estejam, aqueles que são verdadeiramente santificados elevarão a norma moral preservando os hábitos físicos corretos e, à semelhança de Daniel, apresentando a outros um exemplo de temperança e renúncia própria.

Todo apetite pervertido torna-se um desejo adverso. Tudo que é incompatível com a lei natural cria uma condição doentia da alma.

A condescendência com o apetite produz um estômago dispéptico, um fígado entorpecido, um cérebro embotado e, por conseguinte, perverte a índole e o espírito do homem.

É nosso dever pôr nosso apetite e nossos hábitos de vida em conformidade com a lei natural.

Precisamos ter consideração pela lei que Deus fez para controlar o organismo humano e vivermos em obediência a essa lei.

Cada lei que governa a maquinaria humana deve ser considerada tão verdadeiramente divina em sua origem, caráter e importância, como a Palavra de Deus.

Com que cuidado devem os cristãos reger os seus hábitos, a fim de que possam conservar o pleno vigor de cada faculdade para entregar ao serviço de Cristo!

 Se estivermos santificados em alma, corpo e espírito, devemos viver em conformidade com a lei divina.

 O coração não pode manter a consagração a Deus enquanto se condescende com os apetites e paixões a expensas da saúde e da vida.

Hoje há entre os professos cristãos muitos que haveriam de julgar que Daniel era por demais esquisito, e o pronunciariam como mesquinho e fanático.

Muitos consideram a questão do comer e beber como de muito pequena importância para exigir tão decidida resistência — tal que poderia envolver o provável sacrifício de todas as vantagens terrenas. Mas aqueles que assim raciocinam, notarão no dia do juízo que se desviaram das expressas exigências de Deus e se apoiaram em sua própria opinião como norma para o certo e para o errado. Descobrirão que aquilo que lhes parecera sem importância não fora assim considerado por Deus. Suas exigências deveriam ter sido sagradamente obedecidas.

Aqueles que aceitam e obedecem a um de Seus preceitos porque lhes convém, ao passo que rejeitam a outro porque sua observância haveria de requerer sacrifício, rebaixam a norma do direito e, por seu exemplo, levam outros a considerarem levianamente a lei de Deus. “Assim diz o Senhor”, deve ser nossa regra em todas as coisas.

Deus lhe abençoe!



FONTE:
Conselhos Sobre Saúde




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