quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Relação do regime simples para com o discernimento espiritual


SAÚDE PLENA NA MEDICINA DE DEUS
Relação do regime simples para com o discernimento espiritual

1.  É uma lástima quando o estômago está carregado de um volume de alimentos inadequados, que ali permanece em decomposição. O mal-estar do estômago afeta o cérebro. O alimento impróprio obscurece as faculdades cerebrais.

2.  É uma lástima quando o estômago está carregado de um volume de alimentos inadequados, que ali permanece em decomposição. O mal-estar do estômago afeta o cérebro. O comedor imprudente não compreende que se está desqualificando para dar conselho sábio, desqualificando-se para estabelecer planos para o melhor funcionamento da obra de Deus. Ele não pode discernir coisas espirituais, e em reuniões conciliares, quando devia dizer, sim, de acordo, diz não. Apresenta propostas que estão além do admissível. O alimento que ingeriu obscureceu-lhe as faculdades cerebrais.

3.  A gratidão que demonstramos a Deus por Suas bênçãos é grandemente afetada pelo alimento posto no estômago.

4.  A condescendência em matéria de apetite é causa de dissensão, atritos, discórdia e muitos outros males. Palavras impacientes são proferidas e atitudes inamistosas adotadas, práticas desonestas seguidas e paixões manifestadas, tudo por causa dos nervos do cérebro que são afetados pelos abusos acumulados sobre o estômago.

5.  O estômago que está carregado de um volume de alimentos inadequados, que ali permanece em decomposição afeta o cérebro.

6.  O comedor imprudente está desqualificado para dar conselho sábio. O alimento que ingeriu obscureceu-lhe as faculdades cerebrais.

7.  A condescendência com o apetite impróprio afeta-nos em todas as relações da nossa vida.

8.  A condescendência com o apetite pervertido, antinatural tem sido a maldição de muitas vidas. Não conseguem entender as verdades para estes últimos dias.

9.  Deus prodigamente (generosamente) proveu sustento e felicidade para todos nós. E se Suas leis nunca fossem violadas, e todos nós agíssemos em harmonia com a divina vontade, em lugar de infelicidade e males contínuos ver-nos-íamos saúde, paz, felicidade.

10.  A condescendência com o apetite traz debilidade física, adormecendo órgãos perceptivos de maneira que se não discernem as coisas sagradas e eternas.

11.  O mundo está entregue à glutonaria, e isto perverte as faculdades morais.

12.  Cristo para levar avante o plano da salvação, começou a obra redentora do homem exatamente onde começara a ruína. Adão caiu pela condescendência com o apetite. Para que no homem ficasse gravadas suas obrigações quanto a obedecer às leis de Deus, Cristo começou Sua obra de redenção reformando os hábitos físicos do próprio homem.

13. Pesa sobre todos nós se queremos viver a verdade de Deus, solene responsabilidade de vencermos o apetite.

14.  Muito maior será nossa utilidade, caso controlarmos os apetites e paixões. E mais vigorosa será nossas faculdades mentais e energias morais se aliarmos o trabalho físico ao exercício mental.

15.  Se temos hábitos estritamente temperantes, e com a combinação do trabalho muscular e da mente, poderemos realizar soma incomparavelmente maior de labor (trabalho), conservando a clareza mental.

16.  A intemperança no comer, mesmo de comida saudável, exercerá debilitante influência sobre o organismo, embotando as mais vivas e santas emoções.

17.  Muitos comem alimentos inteiramente impróprios como bolos finos e tortas, e uma variedade de pratos que perturbam a digestão. Então, levam essas coisas à mesa, e também convida outros para a sua mesa. Desta maneira são tentados a comer demais, e alimentos prejudicial. E muitos se tornam dispépticos (dificuldade na digestão)

18.  Ninguém pode tornar-se bem-sucedido obreiro nas coisas espirituais enquanto não observar estrita temperança nos hábitos dietéticos.

19.  Devemos evitar todo alimento ou bebida cuja tendência seja irritar ou excitar os nervos. O excitamento será seguido de depressão; excessiva tolerância anuviará (nublará, obscurecerá) a mente e tornará confuso e difícil o pensamento.

20.  Deus não pode deixar que Seu Espírito Santo repouse sobre os que, embora sabendo o que devem comer para ter saúde, persistem numa conduta que enfraquecerá o corpo e a mente.  (EGW – Conselhos Sobre o Regime Alimentar, 56)

21.  Por inspiração do Espírito de Deus, Paulo, o apóstolo, escreve que “tudo que fizerdes”, mesmo o ato natural de comer ou beber, deve ser feito, não para satisfazer ao apetite pervertido, mas sob o senso da responsabilidade de fazer “tudo para glória de Deus”.  (EGW – Conselhos Sobre o Regime Alimentar, 56)

22.  Tudo o que fizermos, mesmo o ato natural de comer ou beber, deve ser feito, não para satisfazermos ao apetite pervertido, mas sob o senso da responsabilidade de fazermos “tudo para a glória de Deus”.

23.  Cada parte do nosso ser deve ser guardada, devemos estar atentos, não suceda que o que levamos para o estômago expulse da mente pensamentos altos e santos. Não temos o direito de fazer o que desejamos. Deus nos apresenta a necessidade de comermos com inteligência, conformando todos os nossos hábitos com as leis que Deus estabeleceu.

24.  Somos de Deus pela criação e pela redenção. Nosso próprio corpo não é nosso, para que o tratemos como desejamos, para que o danifiquemos com hábitos que levam à decadência, tornando impossível render a Deus perfeito serviço. Nossa vida e todas as nossas faculdades Lhe pertencem.

25.  Deus cuida de nós todo o momento; conserva em ação a maquinaria viva; se fôssemos deixados a nossa própria sorte por um momento, morreríamos. Somos totalmente dependentes de Deus.

26.  Somos totalmente dependentes de Deus.

27.  Deus cuida de nós todo o momento, conserva em ação a maquinaria viva.

28.  Não somos de nós mesmos, fomos comprados por preço. Devemos reconhecer o direito de Deus sobre nossos talentos, nossas posses, nossa influência, nosso eu individual. Devemos aprender como tratar este dom de Deus, na mente, na alma e no corpo, para que como propriedade adquirida por Cristo, possamos render-Lhe serviço agradável.

29.  Nossa vereda (caminho) foi iluminada com relação à reforma de saúde, e ao dever que repousa sobre nós nestes últimos dias, de exercermos temperança em tudo.

30.  À medida que a luz da verdade for aceita e seguida, operará inteira reforma na vida e no caráter de todos os que forem santificados por ela.

31.  No comer, no beber e no vestir, todos temos uma direta contribuição para com o nosso progresso espiritual.

32.  As comidas prejudiciais são contaminadoras. Aquilo que corrompe o corpo tende a contaminar a alma. Incapacita o que o usa para a comunhão com Deus, torna-o inapto para serviço elevado e santo.

33.  O Espírito de Deus não pode vir em nosso auxílio, e assistir-nos no aperfeiçoamento do caráter cristão, enquanto estivermos sendo condescendentes para com o apetite em prejuízo da saúde, e enquanto o orgulho da vida domina.  (EGW – Conselhos Sobre o Regime Alimentar, 57)

34.  Todos os que são participantes da natureza divina escaparão à corrupção que pela concupiscência há no mundo. É impossível aos que pactuam com o apetite alcançar a perfeição cristã.

35.  A verdadeira santificação não é meramente uma teoria, uma emoção ou uma forma de expressão, mas um princípio vivo, ativo, permeando a vida diariamente. Requer que nossos hábitos no comer, beber e vestir sejam de tal modo asseguradores da saúde física, mental e moral que possamos apresentar nossos corpos ao Senhor, não como uma oferta corrompida por maus hábitos, mas “como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”.

36.  Nossos hábitos no comer e no beber mostram se somos do mundo ou se estamos entre aqueles a quem o Senhor com Sua poderosa cunha da verdade separou do mundo.

37.  É a intemperança no comer que torna precária a saúde de tantos, roubando a Deus a glória que Lhe é devida.

38.  Por deixarem de negar-se a si mesmos, muitos dentre o povo de Deus são incapazes de atingir a elevada norma de espiritualidade que Ele colocou diante deles, e embora se arrependam e se convertam, toda a eternidade testificará da perda sofrida por se haverem rendido ao egoísmo.

39.  Quando esquadrinharmos as Escrituras com espírito de oração para conhecermos a vontade divina e pô-la em prática de todo o coração, sem reserva alguma nem tolerância de qualquer espécie, encontraremos descanso.

40.  O “eu” precisa ser totalmente renunciado. “Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-Me.” Lucas 9:23. Sigamos o Salvador em Sua simplicidade e renúncia. O Homem do Calvário seja por nós enaltecido pela palavra e por vida santa. O Salvador chega muito perto dos que se consagram a Deus.

41.  Como nossos primeiros pais perderam o Éden em conseqüência do apetite, nossa única esperança de o reconquistar é por meio da firme negação do apetite e da paixão.

42.  A abstinência no regime alimentar e o controle de todas as paixões, preservarão o intelecto e darão vigor mental e moral, habilitando o homem a sujeitar todas as suas inclinações ao domínio das faculdades mais elevadas, e a discernir entre o direito e o torto, o sagrado e o comum.

43.  Todos quantos têm o verdadeiro senso do sacrifício feito por Cristo em deixar Seu lar no Céu para vir a este mundo a fim de, pela Sua vida, mostrar ao homem como poderia resistir à tentação, alegremente renunciarão ao próprio eu, preferindo ser participantes dos sofrimentos de Cristo.

44.  Os que vencem como Cristo venceu, precisam guardar-se continuamente contra as tentações de Satanás. O apetite e as paixões devem ser restringidos e postos em sujeição ao domínio de uma consciência esclarecida, para que o intelecto seja equilibrado, claras as faculdades de percepção, de maneira que as manobras do inimigo e seus ardis não sejam considerados como a providência de Deus.

45.  Muitos desejam a recompensa final e a vitória concedidas aos vencedores, mas não estão dispostos a suportar fadiga, privação e renúncia ao próprio eu, como fez o Redentor. E unicamente por meio da obediência e de contínuo esforço que havemos de vencer como Cristo venceu.

46.  A força dominante do apetite demonstrar-se-á a ruína de milhares quando, se houvessem triunfado nesse ponto, teriam tido força moral para ganhar a vitória sobre qualquer outra tentação de Satanás.

47.  Os que são escravos do apetite, no entanto, deixarão de aperfeiçoar o caráter cristão.

48.  A incessante transgressão do homem através de seis mil anos, tem trazido em resultado doença, dor e morte. E, à medida que nos aproximamos do fim do tempo, a tentação do inimigo para ceder ao apetite será mais poderosa e difícil de vencer.

49.  O que se apega à luz que Deus lhe deu sobre a reforma de saúde, tem um importante auxílio na obra de santificar-se pela verdade e estar habilitado para a imortalidade.

Deus lhe abençoe!



FONTE:
EGW – Conselhos Sobre o Regime Alimentar




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