SAÚDE PLENA NA
MEDICINA DE DEUS
A violação da lei física
1. O homem surgiu
das mãos do seu Criador perfeito em estrutura e belo na forma. O fato de ter
ele resistido por seis mil anos o constante crescimento dos fardos da doença e
do crime é prova cabal do poder de resistência com a qual foi dotado no
princípio. Não tivesse Adão
originalmente possuído maior poder físico do que os homens possuem agora, e a
presente raça ter-se-ia tornado extinta.
2. Através de
sucessivas gerações, desde a queda, a tendência tem sido continuamente
descendente. A doença tem sido transmitida de pais a filhos por sucessivas
gerações. Mesmo as criancinhas de berço sofrem em conseqüência dos males
originados pelos pecados dos seus pais.
3. A violação da lei
física, com as conseqüências de sofrimento e morte prematura, têm prevalecido
por tanto tempo que esses resultados são tidos na conta de sorte inevitável da
humanidade; mas Deus não criou a raça em tão debilitada condição. Este estado
de coisas não é obra da Providência, mas do homem. Foi ele ocasionado pelos maus
hábitos — pela violação das leis que Deus fez para governar a vida do homem.
4. A doença tem sido
transmitida de pais a filhos por sucessivas gerações.
5. A violação da lei
física provida por Deus, traz como conseqüência, sofrimento e morte prematura.
6. A doença, o
sofrimento e a morte prematura não é obra da providência, mas do homem. Foi ele
ocasionado pelos maus hábitos. Pela violação das leis que Deus fez para
governar a nossa vida.
7. A continuada
transgressão das leis da Natureza é uma permanente transgressão da lei de Deus.
8. Quando seguimos
qualquer direção que consome desnecessariamente nossa vitalidade ou que
obscurece o nosso intelecto, pecamos contra Deus. Não o glorificamos no corpo e
no espírito que Lhe pertencem.
9. Muito embora o
insulto que Lhe temos feito, o amor de Deus ainda se estende a nós, e Ele
permite que a luz brilhe, nos capacitando a ver que, para que possamos viver
uma vida perfeita, precisamos obedecer às leis naturais que nos governam o ser.
Quão importante é então que andemos nessa luz, exercitando todas as nossas
faculdades, tanto do corpo como da mente, para a glória de Deus.
10. O desejo de Deus
é que permanecemos puros. Devemos permanecer incontaminados em meio da
corrupção prevalecente ao nosso redor nestes últimos dias. Nosso corpo deve
tornar-se santo, puro nosso espírito.
11. A reforma da saúde é um dos ramos da grande obra que
deve preparar um povo para a vinda do Senhor. Ela está tão estreitamente relacionada
com a mensagem do terceiro anjo quanto a mão o está com o corpo.
12. Não podemos
violar as leis naturais ao sermos condescendentes para com o apetite depravado
e paixões licenciosas, sem violarmos a lei de Deus.
13. Deus permitiu que
a luz da reforma da saúde brilhe sobre nós, para que possamos compreender a
pecaminosidade da transgressão das leis que Ele estabeleceu em nosso próprio
ser.
14. Nosso Pai
celestial vê a deplorável condição do mundo. Muitos estão menosprezando os
princípios de saúde. é com amor e compaixão para com a raça que Deus faz com
que a luz sobre a reforma de saúde brilhe. Ele proclama a Sua lei e a
penalidade desta, a fim de que todos possam ficar sabendo aquilo que é para o
nosso maior proveito. Cada um responde por si.
15. Deus quer tornar
clara a lei natural e insiste na obediência a ela. É obra que acompanha a
mensagem do terceiro anjo. A ignorância já não é escusa para a transgressão da
lei. A luz brilha com clareza, e ninguém precisa ignorar; pois o grande Deus
mesmo é instrutor do homem.
16. Todos nos estamos
obrigados pelo mais sagrado dever a dar atenção à filosofia saudável e à
experiência genuína que Deus nos está agora proporcionando com relação à
reforma da saúde.
17. É impossível
apreciarmos as verdades sagradas enquanto nos achamos sob o poder de hábitos
pecaminosos. Destruidores da saúde e enfraquecedores do cérebro.
18. O que se apega à
luz que Deus lhe deu sobre a reforma de saúde, tem um importante auxílio na
obra de santificar-se pela verdade e estar habilitado para a imortalidade.
19. Deus quer que nos
informamos com relação ao efeito que a condescendência pecaminsosa exerce sobre
a saúde e deseja que inciemos a obra da reforma.
20. Deus mesmo é o
instrutor da reforma de saúde.
21. O desejo de Deus
é que possamos sentir a necessidade de escaparmos dos hábitos e apetites tirânicos
que nos tem dominado por tanto tempo.
22. Há muitas pessoas
que receberiam as verdades da Palavra de Deus, caso seu raciocínio fosso
convencido pela mais clara evidência, mas os desejos carnais, que clamam por
prazeres, controlam o intelecto, e
muitos rejeitam a verdade porque esta se choca com os seus desejos
concupiscentes.
23. As
condescendências pecaminosas profanam o corpo e
nos incapacitam para o culto espiritual.
24. Coisa alguma a
não ser a graça de Deus pode convencer e converter o coração; somente dEle podem
os escravos dos hábitos obter força para romper as algemas que os prendem.
25. Aqueles que
menosprezam a luz da reforma de saúde que Deus permitiu que brilhe sobre nós,
e vivem em violação da lei natural,
devem sofre a penalidade. Suas energias espirituais são amortecidas e jamais
poderão aperfeiçoar a santificação no temor do Senhor.
26. Os homens
poluíram o templo da alma.
27. Deus nos conclama
a despertarmos e esforçar-nos com todas as nossas energias para reconquistarmos
nossa varonilidade dada por Deus.
28. É impossível
apresentarmos o nosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus,
enquanto persistirmos na condescendência com hábitos que privam o vigor físico,
mental e moral.
29. E não nos
conformemos com este mundo, mas transformemo-nos pela renovação do nosso
entendimento, para que experimentemos qual seja a boa, agradável e perfeita
vontade de Deus.
30. Os mesmos pecados
que atraíram juízos sobre o mundo, nos dias de Nóe, existem em nossos dias. Homens
e mulheres levam os seus hábitos no comer e beber a tais extremos que terminam
em glutonaria e bebedice.
31. Este predominante
pecado, a condescendência para com o apetite pervertido, inflama as paixões das
pessoas, e levam a generalizada corrupção. Violência e pecado alcançam o Céu.
32. A condescendência
para com o apetite pervertido é pecado.
33. Os pecados de
glutonaria e embriaguez embotam a sensibilidade moral dos habitantes do mundo.
34. Cristo põe diante
de nós o perigo de fazermos da comida e da bebida a coisa principal. Apresenta-nos
Ele os resultados da desenfreada complacência com o apetite.
35. As faculdades
morais são debilitadas a tal ponto que o pecado não parece condenável. O crime
é considerado com leviandade, e a paixão controla a mente, até que afinal os
bons princípios e impulsos são desarraigados, e o nome de Deus é blasfemado. Todas
essas coisas são o resultado do comer e beber em excesso.
36. Tempo, dinheiro e
força, que pertencem ao Senhor, mas que Ele confia a nós, são gastos em
superfluidade no vestir e em luxos do apetite pervertido, que diminuem a
vitalidade e trazem sofrimento e ruína.
37. Cristo aponta as
faculdades morais debilitadas, o crime que é considerado com leviandade,
impulsos desarraigados como devendo existir em Sua segunda vinda.
38. O comer, beber e
vestir-se são levados a tais excessos
que se tornam crime. Estão entre os assinalados pecados dos últimos dias, e
constituem um sinal da breve volta de Cristo.
39. Deus quer que
busquemos mais conhecimento com respeito à maneira de comer, beber e vestir,
assim como de preservarmos a saúde.
40. As enfermidades
são o resultado da violação das leis naturais.
41. Nosso primeiro dever, dever que temos para com
Deus, para com nós mesmos e para com o nosso semelhante, é obedecer às leis de
Deus. Isso inclui as leis da saúde.
Deus
lhe abençoe!
FONTE:
EGW – Conselhos Sobre Saúde
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