terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Reavivar a obra da temperança

SAÚDE PLENA NA MEDICINA DE DEUS
Reavivar a obra da temperança


1.  Em Deus somos capazes de realizar poderosa obra no sentido da temperança.

2.  O mundo está sendo escravizado por intemperança de toda sorte, e os que são nestes dias verdadeiros educadores, os que instruem no sentido da abnegação e do sacrifício, receberão a sua recompensa. Agora é nosso tempo, agora é nossa oportunidade para realizar uma obra abençoada.

3.  Somos tão responsáveis por males que poderíamos haver reprimido em outros pela reprovação, pela advertência, pelo exercício da autoridade paterna ou pastoral, como se fôssemos nós mesmos culpados desses atos.

4.  Temos um infalível Ajudador. O braço de Cristo pode alcançar às profundezas da miséria e degradação humanas. Ele pode dar auxilio para vencermos mesmo esse terrível demônio da intemperança.

5.  Para ser bem-sucedida, a grande obra da reforma de temperança, precisa começar em casa.

6.  É do desejo de Deus que falemos sobre à temperança do ponto de vista moral e cristão.

7.  O Senhor deseja que observamos estrita temperança em tudo.

8.  Temos um Grande Médico que almeja salvar perfeitamente todos quantos forem a Ele. Cristo é nosso Salvador ressuscitado, e há cura debaixo de Suas asas.

9.  Jesus tomou sobre Si mesmo as enfermidades e levou os pesares e dores da humanidade, e venceu em nosso favor.

10.  Cristo quer de vencemos o forte hábito que está ligando a tantos em quase desesperada escravidão.

11.  É desejo de Deus que apresentemos o princípio da temperança do ponto de vista cristão. Cristo veio a nosso mundo para nos dar outra oportunidade de prova, tornando-nos possível vencer em nosso próprio benefício, para nosso próprio proveito, mediante os méritos de Jesus Cristo. Cristo veio trazer-nos o poder moral a fim de que sejamos vitoriosos em vencer as tentações sobre o apetite, e quebrar a cadeia da servidão de hábitos e condescendência com o apetite pervertido.

12.  A Bíblia está cheia de histórias referentes à temperança, e que Cristo relacionou-Se com a obra da temperança, já desde o princípio. Foi pela condescendência com o apetite que nossos primeiros pais pecaram e caíram. Cristo redimiu o fracasso do homem. No deserto da tentação Ele resistiu à prova em que o homem falhara. Enquanto Ele estava a sofrer a mais cruciante tortura da fome, fraco e emagrecido pelo jejum, estava ao lado Satanás com suas múltiplas tentações para assaltar o Filho de Deus, para aproveitar-se de Sua fraqueza e vencê-Lo, impedindo assim o plano da salvação. Cristo, porém, foi firme. Venceu em favor da raça, a fim de podê-los salvar da degradação da queda. Mostrou que, em Seu poder, é possível vencermos.

13.  Jesus Se compadece da fraqueza humana; veio à Terra a fim de trazer-nos força moral. Ainda que forte a paixão ou o apetite, é-nos possível ganhar a vitória, porque podemos ter força divina para unir a nossos fracos esforços. Aqueles que fogem para Cristo, terão uma fortaleza no dia da tentação.

14.  Todos quantos ocupavam posições de responsabilidade devem ser pessoas
Estritamente  temperantes, a fim de que a mente seja clara para discriminar entre o direito e o erro, e assim possam possuir firmeza de princípios, e sabedoria para administrar justiça e mostrar misericórdia.

15.  A criança será afetada, para bem ou mal, pelos hábitos da mãe. Ela própria deve ser controlada por princípios, e precisa observar temperança e abnegação, caso busque o bem-estar de seu filho. E os pais da mesma maneira que as mães são incluídos nessa responsabilidade. Ambos transmitem os próprios característicos, mentais e físicos, suas disposições e apetites, a seus filhos. Em resultado da intemperança paterna, são os filhos muitas vezes carecidos de força física e de capacidade mental e moral.

16.  Deus honra sempre o direito.

17.  A figura ereta, o passo firme e flexível, o semblante sereno, mostrando a pureza do sangue, os sentidos não embotados, o hálito incontaminado — tudo são testemunho dos bons hábitos, insígnia de nobreza com que são honrados pela Natureza aqueles que são obedientes a suas leis.

18.  Todos os que quiserem conservar equilibradas suas faculdades para o serviço de Deus, precisam observar estrita temperança no uso de todas as Suas generosas dádivas, bem como abstinência total de todas as satisfações prejudiciais ou aviltantes. 

19.  O dinheiro é um dos dons a nós confiados para alimentar o faminto, vestir o nu, atender ao aflito, e transmitir o evangelho aos pobres. Como, porém, é tal obra negligenciada! Quando o Senhor vier para ajustar as contas com Seus servos, não dirá a muitos: “Quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a Mim”? Em todo o nosso redor há trabalho a fazer para Deus. Nossos meios, nosso tempo, nossas forças e influências, são necessários. Lançaremos nós mãos dessa obra, e viveremos para glorificação de Deus e bênção a nosso semelhante? Edificaremos o reino de Deus na Terra?

20.  Há necessidade agora de homens como Daniel — homens que possuam a abnegação e a coragem de ser radicais reformadores pró-temperança. Cuide cada cristão de que seu exemplo e influência estejam do lado da reforma. Sejam os ministros do evangelho fiéis em fazer soar ao povo as advertências. E lembrem-se todos de que nossa felicidade em dois mundos depende do justo aproveitamento de um deles.

Deus lhe abençoe!


FONTE:
EGW - Temperança





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