SAÚDE PLENA NA
MEDICINA DE DEUS
Reavivar a obra da temperança
1. Em Deus somos
capazes de realizar poderosa obra no sentido da temperança.
2. O mundo está
sendo escravizado por intemperança de toda sorte, e os que são nestes dias verdadeiros
educadores, os que instruem no sentido da abnegação e do sacrifício, receberão
a sua recompensa. Agora é nosso tempo, agora é nossa oportunidade para realizar
uma obra abençoada.
3. Somos tão
responsáveis por males que poderíamos haver reprimido em outros pela
reprovação, pela advertência, pelo exercício da autoridade paterna ou pastoral,
como se fôssemos nós mesmos culpados desses atos.
4. Temos um
infalível Ajudador. O braço de Cristo pode alcançar às profundezas da miséria e
degradação humanas. Ele pode dar auxilio para vencermos mesmo esse terrível
demônio da intemperança.
5. Para ser
bem-sucedida, a grande obra da reforma de temperança, precisa começar em casa.
6. É do desejo de
Deus que falemos sobre à temperança do ponto de vista moral e cristão.
7. O Senhor deseja
que observamos estrita temperança em tudo.
8. Temos um Grande
Médico que almeja salvar perfeitamente todos quantos forem a Ele. Cristo é
nosso Salvador ressuscitado, e há cura debaixo de Suas asas.
9. Jesus tomou sobre
Si mesmo as enfermidades e levou os pesares e dores da humanidade, e venceu em
nosso favor.
10. Cristo quer de
vencemos o forte hábito que está ligando a tantos em quase desesperada
escravidão.
11. É desejo de Deus
que apresentemos o princípio da temperança do ponto de vista cristão. Cristo veio
a nosso mundo para nos dar outra oportunidade de prova, tornando-nos possível
vencer em nosso próprio benefício, para nosso próprio proveito, mediante os
méritos de Jesus Cristo. Cristo veio trazer-nos o poder moral a fim de que
sejamos vitoriosos em vencer as tentações sobre o apetite, e quebrar a cadeia
da servidão de hábitos e condescendência com o apetite pervertido.
12. A Bíblia está
cheia de histórias referentes à temperança, e que Cristo relacionou-Se com a
obra da temperança, já desde o princípio. Foi pela condescendência com o
apetite que nossos primeiros pais pecaram e caíram. Cristo redimiu o fracasso do
homem. No deserto da tentação Ele resistiu à prova em que o homem falhara.
Enquanto Ele estava a sofrer a mais cruciante tortura da fome, fraco e
emagrecido pelo jejum, estava ao lado Satanás com suas múltiplas tentações para
assaltar o Filho de Deus, para aproveitar-se de Sua fraqueza e vencê-Lo,
impedindo assim o plano da salvação. Cristo, porém, foi firme. Venceu em favor
da raça, a fim de podê-los salvar da degradação da queda. Mostrou que, em Seu
poder, é possível vencermos.
13. Jesus Se
compadece da fraqueza humana; veio à Terra a fim de trazer-nos força moral.
Ainda que forte a paixão ou o apetite, é-nos possível ganhar a vitória, porque podemos
ter força divina para unir a nossos fracos esforços. Aqueles que fogem para
Cristo, terão uma fortaleza no dia da tentação.
14. Todos quantos
ocupavam posições de responsabilidade devem ser pessoas
Estritamente
temperantes, a fim de que a mente seja
clara para discriminar entre o direito e o erro, e assim possam possuir firmeza
de princípios, e sabedoria para administrar justiça e mostrar misericórdia.
15. A criança será
afetada, para bem ou mal, pelos hábitos da mãe. Ela própria deve ser controlada
por princípios, e precisa observar temperança e abnegação, caso busque o
bem-estar de seu filho. E os pais da mesma maneira que as mães são incluídos
nessa responsabilidade. Ambos transmitem os próprios característicos, mentais e
físicos, suas disposições e apetites, a seus filhos. Em resultado da
intemperança paterna, são os filhos muitas vezes carecidos de força física e de
capacidade mental e moral.
16. Deus honra sempre
o direito.
17. A figura ereta, o
passo firme e flexível, o semblante sereno, mostrando a pureza do sangue, os
sentidos não embotados, o hálito incontaminado — tudo são testemunho dos bons
hábitos, insígnia de nobreza com que são honrados pela Natureza aqueles que são
obedientes a suas leis.
18. Todos os que quiserem
conservar equilibradas suas faculdades para o serviço de Deus, precisam
observar estrita temperança no uso de todas as Suas generosas dádivas, bem como
abstinência total de todas as satisfações prejudiciais ou aviltantes.
19. O dinheiro é um
dos dons a nós confiados para alimentar o faminto, vestir o nu, atender ao
aflito, e transmitir o evangelho aos pobres. Como, porém, é tal obra
negligenciada! Quando o Senhor vier para ajustar as contas com Seus servos, não
dirá a muitos: “Quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a Mim”?
Em todo o nosso redor há trabalho a fazer para Deus. Nossos meios, nosso tempo,
nossas forças e influências, são necessários. Lançaremos nós mãos dessa obra, e
viveremos para glorificação de Deus e bênção a nosso semelhante? Edificaremos o
reino de Deus na Terra?
20. Há necessidade
agora de homens como Daniel — homens que possuam a abnegação e a coragem de ser
radicais reformadores pró-temperança. Cuide cada cristão de que seu exemplo e
influência estejam do lado da reforma. Sejam os ministros do evangelho fiéis em
fazer soar ao povo as advertências. E lembrem-se todos de que nossa felicidade
em dois mundos depende do justo aproveitamento de um deles.
Deus
lhe abençoe!
FONTE:
EGW - Temperança
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