segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

O poder do exemplo

SAÚDE PLENA NA MEDICINA DE DEUS
O poder do exemplo


1.  De todos quantos se pretendem contar entre os amigos da temperança, o desejo de Deus é que Seu povo peculiar devem se achar na primeira linha. Na questão da temperança devemos estar na frente de todos.

2.  Deus quer que honremos a temperança e façamos avançar para frente e mostrar-nos firmes ao seu lado, lutando pela coroa da vida imortal, e não dando a mínima influência a esse mal terrível que é a intemperança.

3.  Toda verdadeira reforma tem seu lugar na obra da mensagem do terceiro anjo. A reforma da temperança requer especialmente nossa atenção e apoio.

4.  É do desejo de Deus que haja entre o Seu povo peculiar um reavivamento da obra da temperança. Com a grande luz que Deus nos tem confiado, devemos encontrar-nos na dianteira de toda verdadeira reforma.

5.  A intemperança continua ainda suas devastações. Iniqüidade de toda espécie jaz qual poderosa barreira a impedir o progresso da verdade e da justiça. Injustiças sociais, nascidas da ignorância e do vício, causam ainda indizível miséria, e lançando sua malfazeja sombra tanto sobre a igreja como no mundo.

6.  Deus quer que nos coloquemos onde possamos advertir o povo. Ele quer que empreendamos a questão da temperança. Por errôneos hábitos de comer e beber, muitos estão destruindo toda a sua força quanto ao pensamento e à inteligência.

7.  Unicamente os que agirem por princípios podem obter a vitória dos maus hábitos e da intemperança.

8.  Deus quer que nos unamos a Ele para deter o mal da intemperança; contra toda forma de satisfação egoísta, destruidora da saúde.

9.  Os que professam crer na verdade para este tempo só podem agradar a Jesus, unindo-se num esforço para enfrentar os males que tem. Devem fazer tudo ao seu alcance para deter a onda de intemperança. Os que honram a Deus devem tomar firmemente posição contra esta onda de mal que está levando a muitos à perdição.

10.  Deus quer convocar-nos à guerra santa contra o desejo e a concupiscência. Sejamos preparados para erguer a voz na causa da temperança e mostrar seus efeitos na nossa vida.

11.  Deus quer que apresentemos a temperança com as verdades espirituais.

12.  Quer comemos quer bebemos, ou façamos outra qualquer coisa, devemos fazer tudo para a glória de Deus.

13.  Deus quer que vejamos a importância da questão da temperança, que sejamos interessados nela. A temperança é tão ligada com a mensagem do terceiro anjo como o braço direito o é com o corpo.

14.  É desejo de Deus que Seu povo peculiar preparem o caminho para a segunda vida de Cristo. Cumpre-nos ligar a temperança em todas as coisas com a mensagem, desviarmos o povo de Deus de sua idolatria, sua glutonaria. Ergamos a voz contra a maldição da bebida e comida pervertida. Lutemos por advertir o mundo contra suas sedutoras influências. Retratemos perante o povo os terríveis resultados da satisfação do apetite.

15.  A temperança deve ser apresentada como parte do evangelho. Muitos verão sua necessidade de reforma. Verão o mal das bebidas e comidas intoxicantes, e que a abstinência total é a única base em que o povo de Deus pode cosncienciosamente colocar-se.

16.  Nada de mensagens frouxas nestes tempos, Deus nos deixa claro. A luta está diante de nós. Ele nos diz que nenhuma mensagem frouxa terá influência nestes tempos. Deus enviará seus santos anjos para ajudar aqueles que se empenharem em obediência. O mal da intemperança precisa ser enfrentado mais ousadamente.

17.  Na defesa da causa da temperança, Deus quer que multipliquemos nossos esforços. A reforma de saúde deve ser apresentada ao povo em todos os seus aspectos, e fazermos esforços especiais para instruir o povo, nos princípios do viver cristão.

18.  O Senhor deu-nos a obra de ensinar a temperança cristã sob o ponto de vista bíblico. Ele quer que apresentamos a questão da temperança com os mais vigorosos apelos, e mediante os argumentos mais convincentes.

19.  Grande obra podemos fazer em apresentar ao povo os princípios da reforma de saúde.

20.  É do desejo de Deus que realizemos reuniões públicas para introduzir os princípios da reforma de saúde. Onde as pessoas interessadas possam ouvir mais particularmente a respeito de nossos alimentos saudáveis, e de como se pode arranjar um regime alimentício bom para a saúde, nutritivo e apetecível.

21.  Deus quer que insistamos na questão da temperança com toda a força da unção do Espírito Santo de Deus. Mostremos a necessidade de abstinência de toda bebida e comida intoxicante, pervertida. Mostremos o terrível dano causado no organismo humano pelo uso do alimento pervertido.

22.  Deus quer que mostremos porque mudamos nossos hábitos dietéticos. Ele quer que realizemos palestras explicando porque são essenciais reformas no regime, e mostrar que o uso de alimentos grandemente condimentados causa inflamação nas delicadas membranas dos órgãos digestivos.

23.  Deus quer que mostremos porque nós, como um povo peculiar, mudamos nossos hábitos de comer e beber. Expor os princípios da reforma de saúde clara e plenamente.

24.  Deus quer que ponhamos na mesa uma abundância de alimentos saudáveis, saborosamente preparados. O Senhor quer nos ajudar a tornar impressiva a urgência da reforma, e levar-nos a ver que está reforma é para nosso máximo bem.

25.  Deus quer que compreendamos o caráter sagrado dos princípios da reforma de saúde e mantermos alta a norma.

26.  Deus nos orienta a não gastarmos dinheiro em satisfações que destroem a saúde da mente, da alma e do corpo.

27.  Devemos apresentar os princípios da reforma de saúde pela maneira indicada por Deus. A abnegação, humildade e temperança requeridas dos justos, a quem Deus guia e abençoa especialmente, devem ser apresentados ao povo em contraste com os hábitos extravagantes, destrutivos da saúde, daqueles que vivem neste século degenerado.

28.  Os que condescendem com o apetite e a paixão, e cerram os olhos à luz por temor de verem condescendências pecaminosas que eles não estão dispostos a abandonar, são culpados diante de Deus.

29.  Quem quer que se desvie da luz numa ocasião, endurece o coração para desprezar a luz sobre outros assuntos. Quem quer que violar obrigações morais na questão de comer e vestir, prepara o caminho para violar os reclamos de Deus no que respeita aos interesses eternos.

30.  O povo a quem Deus está conduzindo será peculiar. Não serão semelhantes ao mundo. Mas se seguirem a guia de Deus cumprir-Lhe-ão os desígnios, e submeterão sua vontade à dEle. Cristo habitará em seu coração. O templo de Deus será santo.

31.  Deus nos está chamando à obediência das leis naturais. Ele não requer de Seus filhos serem abnegados para dano de suas forças físicas. Requer de Seu povo que obedeçam à lei natural, preservem a saúde física.

32.  Com mão generosa proveu Deus ricas e variadas munificências para nosso sustento e fruição. Mas a fim de gozarmos o apetite natural, que conserva a saúde e prolonga a vida, Ele restringe o apetite. Diz Ele: Cautela; restringi, negai o apetite fora do natural. Caso criemos apetite pervertido, transgredimos as leis de nosso ser e assumimos a responsabilidade de maltratar nosso corpo e trazer doença sobre nós.

33.  Os que crêem na verdade, não somente devem observar a reforma de saúde, mas também ensiná-la diligentemente a outros.

34.  Enquanto muitos recebem assim a luz, outros rejeitam-na, para sua eterna perdição.

35.  Muitos se acham escravizados pelos maus hábitos. Estes devem ouvir discursos da Palavra de Deus relativamente à temperança cristã.

36.  É do desejo de Deus que façamos trabalho pessoal em favor dos intemperantes.

37.  Jesus operará maravilhosos prodígios, se tão-somente fizermos a parte que nos foi dada por Deus. Unicamente a união com Cristo pode realizar essa restauração.

38.  Deus nos ensina que é vital a mensagem de temperança. Deus quer que sejamos temperantes em tudo: no comer, no beber, no vestir e em todos os aspectos da vida.

39.  Não temos direito de condescender com qualquer coisa que redunde num estado mental que impeça o Espírito de Deus de impressionar-nos com o senso de nosso dever.

40.  É do desejo de Deus que deixemos nossa luz brilhar. Sejam nossas vozes ouvidas em humilde oração, em testemunho contra a intemperança, a loucura e os divertimentos deste mundo, e na proclamação da verdade para o tempo atual. Nossa voz, nossa influência, o tempo – tudo isto é dom de Deus, e deve ser empregado em ganhar almas para Cristo.

41.  Muitos, mesmo daqueles que professam crer nas verdades especiais para este tempo, são lamentavelmente ignorantes com relação à saúde e à temperança. Necessitam educar-se regra sobre regra, preceito sobre preceito. O assunto precisa ser conservado sempre novo diante deles. Esta questão não deve ser passada por alto como não sendo essencial; pois quase toda família necessita ser estimulada para esta questão. A consciência precisa ser despertada para o dever de praticar osprincípios da verdadeira reforma. Deus requer que Seu povo seja temperante em tudo.

42.  É da vontade de Deus em darmos mais atenção ao ensino dos princípios de saúde e reforma de temperança. Estas questões devem ocupar importante lugar em nossos esforços nesses tempos.

43.  Necessitamos testemunho claro, incisivo, dando à trombeta um sonido certo.

44.  Deus quer que despertemos as nossas sensibilidades morais no que respeita a praticar temperança em todas as coisas, obteremos mui grande vitória.

45.  Deus quer que nos eduquemos, não só a viermos em harmonia com as leis de saúde, mas a ensinar a outros a maneira melhor.

Deus lhe abençoe!


FONTE:
EGW - Temperança





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