terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Como sermos temperantes em tudo?

SAÚDE PLENA NA MEDICINA DE DEUS
Como sermos temperantes em tudo?


1.  Cumpre-nos ser temperantes em tudo, pois diante de nós estão uma coroa incorruptível e um tesouro celestial.

2.  Devemos, como seguidores de Cristo, agir por princípio no comer e no beber.

3.  O caso de Daniel nos mostra que, pelos princípios religiosos, podemos triunfar sobre a concupiscência da carne e permanecer fiéis aos reclamos divinos, mesmo que isto nos custe grande sacrifício.

4.  Não temos o direito de fazer o que nos apraz com o nosso corpo. Não, não temos nenhum direito moral, porque estamos violando as leis da vida e da saúde que nos foram dadas por Deus.

5.  Somos propriedades do Senhor, Seus pela criação  e Seus pela redenção, e isto nos levará a respeitar as obrigações que estamos sujeitos a fim de conservarmos o maquinismo vivo, que é tão tremenda e maravilhosamente feito.

6.  Toda lei que rege o organismo humano deve ser estritamente considerada; pois é tão verdadeiramente uma lei de Deus como o é a palavra das Sagradas Escrituras; e todo desvio voluntário da obediência a essa lei é tão certamente pecado como a transgressão da lei moral.

7.  O desejo de Deus é que possamos sentir a santidade da lei natural. Toda lei que rege o nosso organismo deve ser estritamente considerada.

8.  Todo desvio voluntário da obediência as leis da saúde e da vida é tão certamente pecado como a transgressão da lei moral.

9.  Toda a natureza exprime a lei de Deus, mas em nossa estrutura física o Senhor escreveu Sua lei com o próprio dedo sobre cada nervo que freme, cada fibra viva, e sobre todo órgão do corpo. Sofremos perda e derrota, se sairmos do trilho da natureza, traçado pelo próprio Deus, para um caminho de nossa própria invenção.

10.  Caso criemos apetites fora do natural, e com eles condescendermos em qualquer medida, violamos as leis da natureza, e o resultado serão condições físicas, mentais e morais enfraquecidas. Ficamos então inaptos para aquele esforço perseverante, enérgico e esperançoso que poderíamos haver feito, houvéssemos sido fiéis às leis da natureza.

11.  Se prejudicarmos um único órgão do corpo, roubamos a Deus o serviço que poderíamos prestar-Lhe. “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.”

12.  Os que possuem constante e viva percepção de que se acham nessa relação para com Deus não porão no estômago comida que agrade ao apetite mas prejudica os órgãos digestivos. Não arruinarão a propriedade de Deus por satisfação de impróprios hábitos no comer, beber ou vestir.

13.  Deus nos orienta a termos constante senso de responsabilidade, não pormos no estômago comida que agrade ao apetite mas prejudica os órgãos digestivos. Não arruinemos a propriedade de Deus por satisfação de impróprios hábitos no comer, beber ou vestir.

14.  Deus quer que tenhamos grande cuidado com o maquinismo humano, e compreendermos que assim devemos fazer a fim de trabalharmos em colaboração com Deus. Ele quer que tenhamos saúde, sejamos felizes e úteis. Mas para que assim possamos ser, precisamos pôr a vontade ao lado da Sua.

15.  Mediante zeloso e perseverante esforço, podem os pais, com espírito isento das influências dos costumes da vida corrente, construir em torno dos filhos um baluarte moral que os protegerá das misérias e crimes ocasionados pela intemperança.

16.  Os filhos não devem ser deixados a crescer à vontade, desenvolvendo sem razão traços que deviam ter sido cortados pela raiz; mas devem ser disciplinados com cuidado, e educados para tomarem posição ao lado do direito, da reforma e da abstinência. Em toda crise eles terão assim independência moral para enfrentar a tempestade da oposição que certamente há de assediar, os que se colocarem na defesa da verdadeira reforma.

17.  Levai em fé vossos filhos a Deus, e buscai impressionar-lhes a mente susceptível com o senso de suas obrigações para com seu Pai celeste. Isto exigirá mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali.

18.  Sejamos impressionados com o conceito de que o nosso corpo é um templo em que Deus deseja habitar; que deve ser conservado puro, como habitação de pensamentos elevados e nobres.

19.  Pelo estudo da fisiologia podemos ver que na verdade somos formados “de um modo terrível e tão maravilhoso (Salmos 139:14). Em vez de desmerecer a obra de Deus, teremos o desejo de fazer tudo o que nos é possível a fim de cumprirmos o plano glorioso do Criador. E assim veremos a considerar a obediência as leis de saúde, não como uma questão de sacrifício ou negação de nós mesmos, mas, como realmente é, privilégio e bênção inestimáveis.

20.  Se pudermos despertar as sensibilidades morais de nosso povo quanto à temperança, obter-se-á uma grande vitória. Cumpre ensinar e praticar temperança em todas as coisas desta vida.

21.  Cada um tem de responder perante Deus individualmente.

22.  A obediência às leis da vida precisa tornar-se questão de dever pessoal. Temos de responder a Deus por nossos hábitos e práticas.

23.  Deus nos diz claramente que temos de responder a Ele por nossos hábitos e práticas. Devemos tratar cuidadosamente a habitação que nos foi dada por Deus. Trabalharmos para nosso mais elevado bem temporal e espiritual, tratando nosso corpo como um templo para habitação do Espírito de Deus.

24.  O desejo de Deus é que conservemos nosso corpo em sujeição e ponhamos todos os nossos apetites e paixões sob o domínio da consciência esclarecida, sentindo ser nosso dever para com Deus e para com os semelhantes obedecermos às leis que regem a saúde e a vida, teremos a bênção do vigor físico e mental. Possuiremos força moral para empenhar-nos na luta contra Satanás, e em nome dAquele que venceu o apetite em nosso favor seremos mais que vencedores para nosso próprio bem.

Deus lhe abençoe!



FONTE:
EGW - Temperança




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