SAÚDE PLENA NA
MEDICINA DE DEUS
Como sermos temperantes em
tudo?
1. Cumpre-nos ser
temperantes em tudo, pois diante de nós estão uma coroa incorruptível e um tesouro
celestial.
2. Devemos, como
seguidores de Cristo, agir por princípio no comer e no beber.
3. O caso de Daniel
nos mostra que, pelos princípios religiosos, podemos triunfar sobre a
concupiscência da carne e permanecer fiéis aos reclamos divinos, mesmo que isto
nos custe grande sacrifício.
4. Não temos o
direito de fazer o que nos apraz com o nosso corpo. Não, não temos nenhum
direito moral, porque estamos violando as leis da vida e da saúde que nos foram
dadas por Deus.
5. Somos
propriedades do Senhor, Seus pela criação
e Seus pela redenção, e isto nos levará a respeitar as obrigações que
estamos sujeitos a fim de conservarmos o maquinismo vivo, que é tão tremenda e
maravilhosamente feito.
6. Toda lei que rege
o organismo humano deve ser estritamente considerada; pois é tão
verdadeiramente uma lei de Deus como o é a palavra das Sagradas Escrituras;
e todo desvio voluntário da obediência a essa lei é tão certamente pecado como
a transgressão da lei moral.
7. O desejo de Deus
é que possamos sentir a santidade da lei natural. Toda lei que rege o nosso
organismo deve ser estritamente considerada.
8. Todo desvio
voluntário da obediência as leis da saúde e da vida é tão certamente pecado
como a transgressão da lei moral.
9. Toda a natureza exprime
a lei de Deus, mas em nossa estrutura física o Senhor escreveu Sua lei com o
próprio dedo sobre cada nervo que freme, cada fibra viva, e sobre todo órgão do
corpo. Sofremos perda e derrota, se sairmos do trilho da natureza, traçado pelo
próprio Deus, para um caminho de nossa própria invenção.
10. Caso criemos
apetites fora do natural, e com eles condescendermos em qualquer medida,
violamos as leis da natureza, e o resultado serão condições físicas, mentais e morais
enfraquecidas. Ficamos então inaptos para aquele esforço perseverante, enérgico
e esperançoso que poderíamos haver feito, houvéssemos sido fiéis às leis da
natureza.
11. Se prejudicarmos
um único órgão do corpo, roubamos a Deus o serviço que poderíamos prestar-Lhe.
“Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em
vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados
por bom preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os
quais pertencem a Deus.”
12. Os que possuem constante
e viva percepção de que se acham nessa relação para com Deus não porão no
estômago comida que agrade ao apetite mas prejudica os órgãos digestivos. Não
arruinarão a propriedade de Deus por satisfação de impróprios hábitos no comer,
beber ou vestir.
13. Deus nos orienta
a termos constante senso de responsabilidade, não pormos no estômago comida que
agrade ao apetite mas prejudica os órgãos digestivos. Não arruinemos a propriedade
de Deus por satisfação de impróprios hábitos no comer, beber ou vestir.
14. Deus quer que tenhamos
grande cuidado com o maquinismo humano, e compreendermos que assim devemos
fazer a fim de trabalharmos em colaboração com Deus. Ele quer que tenhamos
saúde, sejamos felizes e úteis. Mas para que assim possamos ser, precisamos pôr
a vontade ao lado da Sua.
15. Mediante zeloso e
perseverante esforço, podem os pais, com espírito isento das influências dos
costumes da vida corrente, construir em torno dos filhos um baluarte moral que
os protegerá das misérias e crimes ocasionados pela intemperança.
16. Os filhos não
devem ser deixados a crescer à vontade, desenvolvendo sem razão traços que deviam
ter sido cortados pela raiz; mas devem ser disciplinados com cuidado, e
educados para tomarem posição ao lado do direito, da reforma e da abstinência.
Em toda crise eles terão assim independência moral para enfrentar a tempestade
da oposição que certamente há de assediar, os que se colocarem na defesa da
verdadeira reforma.
17. Levai em fé
vossos filhos a Deus, e buscai impressionar-lhes a mente susceptível com o
senso de suas obrigações para com seu Pai celeste. Isto exigirá mandamento
sobre mandamento, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali.
18. Sejamos
impressionados com o conceito de que o nosso corpo é um templo em que Deus
deseja habitar; que deve ser conservado puro, como habitação de pensamentos
elevados e nobres.
19. Pelo estudo da
fisiologia podemos ver que na verdade somos formados “de um modo terrível e tão
maravilhoso (Salmos 139:14). Em vez de desmerecer a obra de Deus, teremos o
desejo de fazer tudo o que nos é possível a fim de cumprirmos o plano glorioso
do Criador. E assim veremos a considerar a obediência as leis de saúde, não
como uma questão de sacrifício ou negação de nós mesmos, mas, como realmente é,
privilégio e bênção inestimáveis.
20. Se pudermos
despertar as sensibilidades morais de nosso povo quanto à temperança,
obter-se-á uma grande vitória. Cumpre ensinar e praticar temperança em todas as
coisas desta vida.
21. Cada um tem de
responder perante Deus individualmente.
22. A obediência às
leis da vida precisa tornar-se questão de dever pessoal. Temos de responder a
Deus por nossos hábitos e práticas.
23. Deus nos diz
claramente que temos de responder a Ele por nossos hábitos e práticas. Devemos tratar
cuidadosamente a habitação que nos foi dada por Deus. Trabalharmos para nosso
mais elevado bem temporal e espiritual, tratando nosso corpo como um templo
para habitação do Espírito de Deus.
24. O desejo de Deus
é que conservemos nosso corpo em sujeição e ponhamos todos os nossos apetites e
paixões sob o domínio da consciência esclarecida, sentindo ser nosso dever para
com Deus e para com os semelhantes obedecermos às leis que regem a saúde e a
vida, teremos a bênção do vigor físico e mental. Possuiremos força moral para
empenhar-nos na luta contra Satanás, e em nome dAquele que venceu o apetite em
nosso favor seremos mais que vencedores para nosso próprio bem.
Deus
lhe abençoe!
FONTE:
EGW - Temperança
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