SAÚDE PLENA NA
MEDICINA DE DEUS
Exercícios e regime alimentar
1. Deus
quer que reconheçamos a necessidade de fazermos exercício físico, ao ar livre. Não
podemos negligenciar esse dever que é por demais essencial para a conservação
da saúde.
2. Aqueles
que não fazem exercício físico, e comem a quantidade própria para um
trabalhador, com tais hábitos, alguns se tornam corpulentos, porque o organismo
está abarrotado. Outros, ao contrário, emagrecem, ficam fracos, pois suas
energias vitais se exaurem no esforço de eliminar o excesso do que é ingerido;
o fígado fica sobrecarregado e incapaz de eliminar as impurezas do sangue,
vindo em resultado a doença.
3. É
necessário que o exercício físico seja combinado com o desforço mental. O sangue
será estimulado na circulação, mais perfeito será o trabalho do coração e
eliminadas as toxinas, experimentando-se nova vida e vigor em cada parte do
corpo.
4. Quando
a mente é continuamente excitada pelo estudo, deixando o corpo inativo,
sobrecarregam-se os nervos emotivos, ao passo que os da moção (movimento) ficam
em inatividade. Ficando todo o uso nos órgãos mentais, estes são exercitados em
excesso e debilitam-se, ao passo que os músculos perdem o vigor por falta de
uso. Muitas pessoas não tem inclinação para exercitar os músculos mediante o
trabalho físico, pois este parece infadonho.
5. Os
que não sentem a necessidade de empenhar-se na obra de vencer o apetite,
deixarão de alcançar preciosas vitórias que poderiam obter, tornando-se
escravos do apetite e da concupiscência, os quais estão enchendo o cálice de
iniqüidade dos que habitam na Terra.
6. Aqueles
que estão empenhados em anunciar a última mensagem de advertência ao mundo,
mensagem que deve decidir o destino das almas, devem aplicar na própria vida as
verdades que pregam aos outros. Devem constituir, no comer e beber, em sua
casta conversação e conduta, um exemplo para o povo.
7. A
glutonaria, a condescendência com as paixões inferiores e ofensivos pecados,
são ocultos por muitos professos representantes de Cristo no mundo, sob as
vestes da santidade. Pessoas há, de excelentes aptidões naturais, os quais não
realizam em seu trabalho metade do que poderiam, caso fossem temperantes em
todas as coisas.
8. A
condescendência com o apetite e a paixão obscurece a mente, diminui a
resistência física, e enfraquece a força moral. Não são claros os pensamentos
dos que assim procedem. Suas palavras não são proferidas com poder, falta-lhes
a vitalidade do Espírito de
Deus para alcançarem o coração dos ouvintes.
9. Como
nossos primeiros pais perderam o Éden em conseqüência do apetite, nossa única
esperança de o reconquistar é por meio da firme negação do apetite e da paixão.
10. A
abstinência no regime alimentar e o controle de todas as paixões, preservarão o
intelecto e darão vigor mental e moral, habilitando o homem a sujeitar todas as
suas inclinações ao domínio das faculdades mais elevadas, e a discernir entre o
direito e o torto, o sagrado e o comum.
11. Precisamos
ter o verdadeiro senso do sacrifício feito por Cristo em deixar Seu lar no Céu
para vir a este mundo a fim de, pela Sua vida, mostrar a todos nós como podemos
resistir à tentação, de boa mente renunciarmos ao próprio eu, preferindo sermos
participantes dos sofrimentos de Cristo.
12. Podemos vencer como Cristo venceu,
precisamos guardar-nos continuamente contra as tentações de Satanás. É unicamente
por meio da obediência e de contínuo esforço que havemos de vencer como Cristo
venceu.
13. O
apetite e as paixões devem ser restringidos e postos em sujeição ao domínio de
uma consciência esclarecida, para que o intelecto seja equilibrado, claras as
faculdades de percepção, de maneira que as manobras do inimigo e seus ardis não
sejam considerados como a providência de Deus.
14. Muitos
desejam a recompensa final e a vitória concedidas aos vencedores, mas não estão
dispostos a suportar fadiga, privação e renúncia ao próprio eu, como fez o
Redentor.
15. A
força dominante do apetite demonstrar-se-á a ruína de milhares quando, se
houvessem triunfado nesse ponto, teriam tido força moral para ganhar a vitória
sobre qualquer outra tentação de Satanás. Os que são escravos do apetite, no
entanto, deixarão de aperfeiçoar o caráter cristão.
16. A
incessante transgressão do homem através de seis mil anos, tem trazido em
resultado doença, dor e morte. E, à medida que nos aproximamos do fim do tempo,
a tentação do inimigo para ceder ao apetite será mais poderosa e difícil de
vencer.
Deus lhe abençoe!
FONTE:
EGW – Conselhos Sobre
Saúde
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