segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Exercícios e regime alimentar

SAÚDE PLENA NA MEDICINA DE DEUS
Exercícios e regime alimentar


1.  Deus quer que reconheçamos a necessidade de fazermos exercício físico, ao ar livre. Não podemos negligenciar esse dever que é por demais essencial para a conservação da saúde.

2.  Aqueles que não fazem exercício físico, e comem a quantidade própria para um trabalhador, com tais hábitos, alguns se tornam corpulentos, porque o organismo está abarrotado. Outros, ao contrário, emagrecem, ficam fracos, pois suas energias vitais se exaurem no esforço de eliminar o excesso do que é ingerido; o fígado fica sobrecarregado e incapaz de eliminar as impurezas do sangue, vindo em resultado a doença.

3.  É necessário que o exercício físico seja combinado com o desforço mental. O sangue será estimulado na circulação, mais perfeito será o trabalho do coração e eliminadas as toxinas, experimentando-se nova vida e vigor em cada parte do corpo.

4.  Quando a mente é continuamente excitada pelo estudo, deixando o corpo inativo, sobrecarregam-se os nervos emotivos, ao passo que os da moção (movimento) ficam em inatividade. Ficando todo o uso nos órgãos mentais, estes são exercitados em excesso e debilitam-se, ao passo que os músculos perdem o vigor por falta de uso. Muitas pessoas não tem inclinação para exercitar os músculos mediante o trabalho físico, pois este parece infadonho.

5.  Os que não sentem a necessidade de empenhar-se na obra de vencer o apetite, deixarão de alcançar preciosas vitórias que poderiam obter, tornando-se escravos do apetite e da concupiscência, os quais estão enchendo o cálice de iniqüidade dos que habitam na Terra.

6.  Aqueles que estão empenhados em anunciar a última mensagem de advertência ao mundo, mensagem que deve decidir o destino das almas, devem aplicar na própria vida as verdades que pregam aos outros. Devem constituir, no comer e beber, em sua casta conversação e conduta, um exemplo para o povo.

7.  A glutonaria, a condescendência com as paixões inferiores e ofensivos pecados, são ocultos por muitos professos representantes de Cristo no mundo, sob as vestes da santidade. Pessoas há, de excelentes aptidões naturais, os quais não realizam em seu trabalho metade do que poderiam, caso fossem temperantes em todas as coisas.

8.  A condescendência com o apetite e a paixão obscurece a mente, diminui a resistência física, e enfraquece a força moral. Não são claros os pensamentos dos que assim procedem. Suas palavras não são proferidas com poder, falta-lhes
a vitalidade do Espírito de Deus para alcançarem o coração dos ouvintes.

9.  Como nossos primeiros pais perderam o Éden em conseqüência do apetite, nossa única esperança de o reconquistar é por meio da firme negação do apetite e da paixão.

10.  A abstinência no regime alimentar e o controle de todas as paixões, preservarão o intelecto e darão vigor mental e moral, habilitando o homem a sujeitar todas as suas inclinações ao domínio das faculdades mais elevadas, e a discernir entre o direito e o torto, o sagrado e o comum.

11.  Precisamos ter o verdadeiro senso do sacrifício feito por Cristo em deixar Seu lar no Céu para vir a este mundo a fim de, pela Sua vida, mostrar a todos nós como podemos resistir à tentação, de boa mente renunciarmos ao próprio eu, preferindo sermos participantes dos sofrimentos de Cristo.

12. Podemos vencer como Cristo venceu, precisamos guardar-nos continuamente contra as tentações de Satanás. É unicamente por meio da obediência e de contínuo esforço que havemos de vencer como Cristo venceu.

13.  O apetite e as paixões devem ser restringidos e postos em sujeição ao domínio de uma consciência esclarecida, para que o intelecto seja equilibrado, claras as faculdades de percepção, de maneira que as manobras do inimigo e seus ardis não sejam considerados como a providência de Deus.

14.  Muitos desejam a recompensa final e a vitória concedidas aos vencedores, mas não estão dispostos a suportar fadiga, privação e renúncia ao próprio eu, como fez o Redentor.

15.  A força dominante do apetite demonstrar-se-á a ruína de milhares quando, se houvessem triunfado nesse ponto, teriam tido força moral para ganhar a vitória sobre qualquer outra tentação de Satanás. Os que são escravos do apetite, no entanto, deixarão de aperfeiçoar o caráter cristão.

16.  A incessante transgressão do homem através de seis mil anos, tem trazido em resultado doença, dor e morte. E, à medida que nos aproximamos do fim do tempo, a tentação do inimigo para ceder ao apetite será mais poderosa e difícil de vencer.

Deus lhe abençoe!


FONTE:
EGW – Conselhos Sobre Saúde








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