SAÚDE PLENA NA
MEDICINA DE DEUS
Necessário força moral para resistir
à tentação no ponto do apetite.
1. O desejo de Deus
é que possamos pôr todas as nossas forças no combate ao mal da intemperança, e
também estimular outros que estão procurando realizar uma obra de reforma no
mundo.
2. A intemperança, a
profanidade e a licenciosidade são irmãs.
3. Deus quer que
trabalhemos em benefício de nossa própria alma e pelo bem dos outros.
4. O desejo de Deus
é que apresentamos ao povo os princípios da verdadeira temperança.
5. Deus pede-nos que
nunca deixemos passar uma oportunidade de pôr nossa influência ao lado da
estrita temperança.
6. Alguns usam de
desculpas que a obra que fazem os leva a lugares em que lhes são oferecidos
“alimento e bebida” imprópria para a saúde e dizem que não podem recusar, por
temor de ofende-los. Há aí mui boa oportunidade para exaltar a cruz, e fazerem
a luz brilhar como povo peculiar de Deus, a quem Ele está purificando para Si.
Em todos os tempos e ocasiões é necessário força moral para resistir à tentação
no ponto do apetite. Podemos esperar que
tal maneira de agir seja uma surpresa para aqueles que não praticam hábitos de
abstinência total de todos os estimulantes; mas como havemos nós de levar
avante a obra de reforma se nos conformarmos aos hábitos e práticas daqueles
com quem nos associamos? Nisto mesmo está a oportunidade de manifestar que
somos um povo peculiar, zeloso de boas obras.
7. A obra da reforma
deve começar em nossa mesa, e ser depois levada avante conscienciosamente em
todo lugar, sob toda e qualquer circunstância. Nosso destino eterno depende da decisão que agora tomamos.
Deus quer que sejamos fiéis a nossos princípios.
8. O apetite e a
paixão são os pecados dominantes do século. O apetite, na maneira por que é satisfeito,
influencia o estômago e excita as propensões animais.”
9. Os que se buscam
reformar são diariamente rodeados de tentações.
10. A honra de Deus,
a estabilidade da nação, o bem-estar da coletividade, do lar e do indivíduo,
exigem que se faça todo esforço por despertar o povo quanto ao mal da
intemperança.
11. A fim de
atingirmos à raiz da intemperança, devemos ir mais fundo do que o uso do álcool
e do fumo. A preguiça, a falta de um objetivo ou as más companhias, podem ser a
causa predisponente.
12. Deus espera que
aceitemos a verdade inteira, reforma e tudo.
13. Deus espera que
façamos com Ele um compromisso de abstinência total, tudo que é prejudicial à saúde.
14. Os que condescendem
com bebidas e comidas intemperantes ignoram o resultado de sua obra. Os escravos
do apetite despende seus recursos por aquilo que destrói a razão, a saúde e a
felicidade.
15. Nosso Deus de
amor nos aconselha a tornar nosso lar o mais atrativo que nos for possível. Afastemos
as cortinas e deixemos entrar o médico celeste que á luz solar. Necessitamos em
nosso lar de paz e quietação. Se queremos que os filhos tenham um belo caráter,
tornemos nosso lar atrativo.
16. A preguiça, a
falta de objetivo ou as más companhias, são causas que predispõe a
intemperança.
17. Uma das mais
seguras salvaguardas para a juventude, é a ocupação útil. Houvessem eles sido
exercitados em hábitos de laboriosidade, de modo que todas as suas horas fossem
utilmente empregadas, e não teriam tempo para se queixar de sua sorte ou ficar
fazendo castelos no ar. Estariam em menor perigo de formar hábitos viciosos e
de ter más companhias. Ensine-se à juventude desde a infância que não há
excelência sem grande trabalho.
18. O segredo de
salvar nossos filhos está em fazermos nosso lar aprazível e atrativo. Seja o
lar um lugar onde existam a alegria, a cortesia e o amor.
19. Pela negligência
dos pais, a juventude em nossas cidades está corrompendo seus caminhos e
poluindo a alma diante de Deus. Isto será sempre o fruto da ociosidade. Os
asilos de pobres, as prisões e as forcas contam a dolorosa história dos
negligenciados deveres dos pais.
20. Precisamos fazer
tudo ao nosso alcance para ganhar almas mediante as atrações da vida cristã.
Nosso Deus é amante do belo. Ele poderia haver revestido a Terra de marrom e
cinza, e as árvores com roupagem de luto em vez de sua folhagem de vivo verdor;
Ele, porém, queria Seus filhos felizes. Toda folha, todo botão a entreabrir-se
e toda flor que desabrocha, é um sinal de Seu terno amor; e nós devemos almejar
apresentar aos outros o maravilhoso amor por Ele expresso nas obras que criou.
21. A fé vê Jesus
como Mediador, à destra de Deus. A fé contempla as mansões que Ele foi preparar
para os que O amam. A fé vê as vestes e a coroa, tudo preparado para os
vencedores. A fé ouve os hinos dos remidos, e traz próximo as glórias eternas. Precisamos
achegar-nos bem a Jesus em obediência de amor, caso queiramos ver o Rei em Sua
beleza. — The
Review and Herald, 29 de Janeiro de 1884.
/ Temperança, 213.
Deus
lhe abençoe!
FONTE:
EGW - Temperança
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