SAÚDE PLENA NA
MEDICINA DE DEUS
Alimente sua saúde
Deus mantém a saúde através da ação dos
agentes naturais. Outros agentes da Natureza são os produtos da terra: os
alimentos. O Criador combinou assim a prazerosa satisfação do paladar com a
manutenção da vida. Ele preserva a vida de todos.
No
entanto, grande número de doenças persegue o homem e surge a pergunta: “O que
há de errado com a raça humana? Quanto mais avanço tecnológico, mais doenças
parecem surgir. Por toda parte, doenças e mais doenças.
A
presente alimentação do homem precisa de um estudo mais acurado. Muitas doenças
têm sua origem nos erros quanto à alimentação. Uma alimentação adequada, com
menos gordura e colesterol e mais fibras, pode aumentar a média de vida dos
cidadãos.
O
início de uma digestão adequada começa na mastigação. Os dentes têm a função de
mastigar e misturar o alimento com a saliva. Mastigar pouco e engolir a comida
apressadamente aumenta o trabalho do estômago. O estômago não possui dentes. A
tarefa de desfazer pedaços muito grandes de comida debilita o aparelho
digestivo e atrasa a digestão.
Deus
nos providenciou água pura como alimento. O corpo precisa de muito líquido –
água pura.
Quase
sempre, surge o desejo de beber na hora da refeição. O alimento desperta sede. Não
é correto beber líquido na hora da refeição. As pessoas sente sede no período
das refeições, porque a alimentação geralmente é muito temperada. Muito sal e
condimentos despertam a sede. E também pouca água é consumida fora do período
das refeições.
Um
dos melhores métodos para fortalecer o organismo e também aumentar a
resistência é beber dois copos de água em jejum. Isso é especialmente indicado
para quem está com alguma doença.
A
água é fundamental para o rim limpar com eficiência o sangue e livrar o
organismo dos tóxicos que se formam permanentemente no interior das células.
Para limpar o corpo por dentro, somente uma boa quantidade de água.
Água às refeições, não. Por quê?
Geralmente,
os líquidos ou bebidas às refeições são consumidos muito gelados. As baixas
temperaturas provocam dentro dos órgãos digestivos uma fuga de sangue, causada
pela constrição dos vasos sanguíneos. Para uma digestão normal, o estômago
precisa de sangue. Só assim se formam sucos digestivos, que atuam sobre os
alimentos.
O
segundo efeito dos líquidos às refeições é a diluição dos sucos digestivos.
Agora, o estômago, além de menos sucos digestivos, os tem muito diluídos,
incapazes de modificar adequadamente os alimentos.
Há
um retardamento na digestão e o alimento começa a fermentar. A fermentação
produz gases e substâncias venenosas que serão absorvidas pela circulação.
Todos
os tóxicos sobrecarregam o fígado e os rins e enfraquecem o sistema defensivo
do corpo, marcadamente os linfócitos.
Se
passarmos óleo ao redor dos alimentos, eles não serão digeridos facilmente
pelos sucos digestivos, uma vez que os sucos necessitam de um meio aquoso para
se infiltrar nos alimentos. A gordura retarda essa mistura de sucos com os
alimentos. Conseqüência: mais demora na digestão, mais fermentação.
A
fermentação intoxica o organismo e baixa as defesas.
Quando,
aos problemas mencionados, é acrescentada muita variedade de alimentos na mesma
refeição, a possibilidade de má digestão e fermentação se multiplica.
As
fibras são importantes para a digestão, e muito.
Comer
comida refina com pouca fibra favorece o aparecimento de inúmeras doenças,
principalmente prisões de ventre crônica, diabetes, arteriosclerose,
diverticulites, hemorróidas e cânceres do intestino grosso.
As
fibras estão intimamente ligadas aos alimentos, impedem que certas substâncias,
como os amidos, sejam transformadas muito depressa em glicose e invadam
rapidamente a corrente sanguínea. Isso seria extremamente prejudicial,
principalmente para o diabético.
A
outra função é a de limpeza do intestino. A fibra funciona como uma espécie de
esponja. Passa por todos os recantos do intestino, arrastando muitos produtos
tóxicos e eliminando-os junto com as fezes.
Quando
falta fibra na alimentação, o intestino trabalha muito lentamente. Os tóxicos,
que se formam naturalmente ali pela ação de bactéria, ficam muito tempo em
contato com as paredes do intestino grosso e lançam as bases para o
desenvolvimento de tumores malignos no futuro.
A
fibra carrega o colesterol. Nos intestinos encontramos boa quantidade de
colesterol, parte proveniente da alimentação e outra da vesícula biliar. Esse colesterol, se não for eliminado pela
presença da fibra, que o fixa carregando-o para fora, volta para a corrente
sanguínea, aumentando a taxa de colesterol.
Dessa forma indireta, a fibra contribui para baixar o colesterol do
sangue e evitar o desenvolvimento de arteriosclerose, doenças das artérias
coronárias e causa de ataques do coração.
Essas
são novidades descobertas nos últimos anos. As primeiras observações foram
feitas estudando determinados habitantes no interior da África. Esses nativos
se alimentavam com muita fibra. Não havia alimentos refinados. Os médicos que
trabalhavam nesses locais verificaram que praticamente não havia entre eles as
doenças da civilização ocidental. Estudos posteriores confirmaram essas
observações.
A
alimentação predominantemente vegetal e sem refino previne a maioria das
doenças que tanto estrago têm feito entre a população.
Hoje
podemos absolutamente estabelecer relação entre doença e alimentação.
Como
você se alimenta? Você faz parte daquele que pela manhã já se levantam em cima
da hora, tomam qualquer coisa rapidamente e seguem para a atividade do dia
quase em jejum? Ao meio dia, geralmente se come bem, se possível; se não, algum
lanche; mas à noite, sim: um jantar para compensar as atividades do dia, com
tudo o que se julga de direito.
Se
você quer boa saúde, o caminho não é por aí. A alimentação precisa ser
planejada. A refeição mais importante deve ser a matinal. A energia necessária
para enfrentar o dia deve ser provida cedo.
Precisamos nos abastecer pela manhã. Durante as próximas 5 horas, será
usada a energia proveniente desses alimentos. Meio dia é hora do preparo para
as tarefas do resto do dia e convém uma alimentação adequada, pois resta toda a
tarde para gastar energia.
No
final do dia já surge o cansaço, e as atividade praticamente cessarão. O
estômago cumpriu seu trabalho e também está necessitando de repouso. Nessas
condições, uma refeição leve é o ideal para o jantar.
Durante
a terceira refeição do dia, nada de sobrecarregar os órgãos digestivos,
primeiramente, porque não há mais necessidade de tanta energia para as horas
finais do dia; em segundo lugar porque os órgãos digestivos estão pedindo seu
merecido repouso. Comer muito à noite, e principalmente antes de dormir,
perturba o sono e causa indigestão; o organismo não se refaz e no dia seguinte
há uma sensação de fadiga. Dor de cabeça e enxaqueca são freqüentes. Mau hálito
e mau humor matinal são comuns. Finalmente, esse costume tende a aumentar o
peso corporal.
Tudo
isso e mais ainda pode ser evitado ou corrigido se essa regra de comportamento
alimentar for aplicada. Uma vez, o estilo de vida define a saúde ou doença,
dependendo apenas de nossa escolha.
O
reino vegetal é fonte suficiente de proteínas para o homem. O reino vegetal é a
fonte primária de alimentos para todos os seres vivos sobre a face da terra. As
proteínas de origem vegetais têm várias vantagens sobre as de origem animal.
Primeira: as proteínas vegetais estão livres de toda e qualquer
quantidade de colesterol, origem de tantas doenças já mencionadas. Segunda: todos os produtos de
eliminação (toxinas) que estavam em andamento no animal na hora do abate
permanecem no local e vêm sobrecarregar os nossos rins. Terceira: os animais estão enfermos e ficamos sujeitos a contrair
as doenças que eles possuíam. Quarta:
os animais, na hora da morte, estão tensos, estressados, cheios de adrenalina
na circulação. Essas carnes passam a estimular os que as ingeriram da mesma
forma, deixando-os mais agressivos e irritadiços. Quinta:
por último, para a humanidade que se multiplica num tempo de escassez de
áreas, seria muito mais produtivo explorar plantações de lavouras do que
pastagens para gado.
A
área que um boi necessita para se alimentar forneceria alimentos vegetais a
mais pessoas pelo mesmo custo, e não existiriam motivos para sacrificar, tão
cruelmente, essas criaturas.
Com
certeza, alimentação cárnea cairá em desuso no futuro. O que sustenta hoje o
hábito de comer carne são ainda uma relativa falta de esclarecimento, falta de
força de vontade para mudanças, e interesses econômicos. As novas gerações,
certamente, terão que enfrentar a realidade e optar por meios mais seguros de
alimentação.
A
adrenalina não é boa para o sistema defensivo. As células T se tornam
enfraquecidas, favorecendo a vulnerabilidade às infecções e mesmo doenças
malignas.
A
gordura é responsável direta pela morte de milhões de pessoas. Alguns estragos
que a gordura provoca no corpo: Fecha artérias importantes, como as coronárias
do coração e vasos do cérebro; Aumenta a
pressão sanguínea; Sobrecarrega o coração; Aumenta o peso corporal; Produz
cálculos na vesícula; Causa indigestão; Promove a tendência para o
desenvolvimento de câncer; Enfraquece as defesas do sistema imunológico.
A boa gordura é mesmo indispensável ao
funcionamento normal do organismo. Admite-se que, da quantidade total de
calorias de uma dieta diária, 20% deveriam ser de gordura.
Os
prejuízos da gordura estão no colesterol e também nos ácidos graxos saturados.
A gordura satura é nociva a saúde. encontramos as gorduras saturadas
praticamente em todos alimentos de origem animal. A gordura de animal, além de
ser saturada, contém colesterol.
Há
outra razão para o malefício das gorduras de origem animal. Os tecidos
gordurosos funcionam como uma espécie de depósito de substâncias tóxicas que o
animal ingere. Lã, as toxinas permanecem estocadas, pois assim não provocam
maiores danos ao animal. Os animais lixeiros, principalmente, necessitam de
muita gordura para eles mesmos não ficarem doentes, como é o caso do porco.
Não
há razões para preocupação com as gorduras presentes no reino vegetal. Porém,
as gorduras de origem animal devem ser evitadas. O conteúdo elevado de ácido
graxos saturados, colesterol e tóxicos as tornam inconvenientes à alimentação
humana.
Durante
séculos, os cereais foram utilizados em sua forma normal, ou integral. Não se
separava o amido dos demais componentes dos grãos, principalmente das fibras ou
celulose.
Muitos
ignoram os malefícios dos cereais refinados, como farinha branca, açúcar branco
e arroz branco. Desprovidos de vários elementos, os refinados são acusados,
atualmente, de desencadearem vários problemas, como: predispor à diabete,
prisão crônica de ventre e posterior possibilidade de câncer intestinal,
aumento excessivo de peso com todas as suas conseqüências, deficiência de
vitaminas e sais minerais.
Voltar
às origens é a palavra de ordem dos nossos dias. Rever conceitos tradicionais e
mudá-los é necessário, é o caminho seguro para uma vida mais feliz e saudável,
e isso inclui a volta de alimentos que foram desvitalizados pela moderna
tecnologia.
Vitaminas
e sais minerais são indispensáveis ao corpo. Sem eles não há vida saudável. Essas
substâncias fazem parte da constituição dos alimentos. Todos os alimentos
encontrados em sua forma simples e natural contêm as vitaminas de que o corpo
necessita.
Quanto,
então, haverá necessidade de suplementos vitamínicos? Sempre que for predominante
o uso de alimentos manipulados, refinados, conservados por longo tempo e muito
cozidos. Nessas circunstâncias, os alimentos perdem muitas de suas propriedades
originais.
Na
natureza, as proporções estão certas, nunca demais, nunca em falta.
Uma
boa alimentação, natural, equilibrada, com boa quantidade de alimentos em seu
estado natural, sem passar por cocção, principalmente as frutas e as verduras,
juntamente com alimentos integrais, dispensa todo e qualquer suplemente
vitamínico.
As
leis de Deus não são exigências arbitrárias. São conselhos de um Pai que,
conhecendo Seus filhos, pode indicar a melhor maneira de usufruírem a vida. Seguir
as prescrições da Sua vontade afasta doenças e promove a saúde.
Uma
das partes que mais sofrem no nosso corpo, sem dúvida, é o aparelho digestivo. Criado
para ser o agente simplificador e transformador de alimentos, suporta muitas
agressões e poucas vezes é tratado como merece. É no estômago, intestinos e
outros órgãos correlatos da digestão que cai o primeiro impacto do trabalho de
transformar matéria do mundo vegetal em matéria viva dentro o organismo. A alimentação
virtualmente morta, principalmente pelos processos de cocção ou aquecimento,
deve novamente incorporar-se em cada
célula e tecido do organismo, e voltar a viver. É uma transformação
extraodinária que acontece no interior do aparelho digestivo.
Mas
que tarefa ingrata a maioria dá aos seus pobres aparelhos de digestão, são
obrigados a fazer verdadeiros malabarismo para realizar esse “milagre”:
transformar, selecionar e rejeitar alimentos para manter permanentemente nossa
estrutura em boas condições.
Uma
das doenças mais comuns atualmente é um estado permanente de congestão da
mucosa (pele que reveste internamente o estômago e outros órgãos digestivos) do
estômago. Essa congestão e inflamação do estômago recebe o nome de gastrite (gastro,
estômago; ite, inflamação). Por que tanta gastrite? Enumeramos as principais
causas: Alimentos inadequados, indigestos, muita gordura; Produtos químicos e
estimulantes – café, fumo, álcool; Excesso de alimentação; Alimentação com freqüência
elevada ao longo do dia; Estado emocional – ira, medo, tensão; Uso de
medicamentos para tratamento de outras doenças.
Uma
vez que a gastrite está plenamente instalada, torna-se difícil manter os mesmos
hábitos, pois o estômago já não os aceita. Aqui é verificada, claramente, a
relação causa e efeito. Para melhorar
uma condição como essa, mudanças de estilo de vida se impões. Soluções fáceis,
porém sem eficácia, tais como antiácidos e outros remédios, não trazem solução
definitiva. A menos que as causa apontadas sejam afastadas, não haverá melhora
definitiva.
Outra
doença relacionada à gastrite é a úlcera do duodeno. A úlcera não é uma simples
inflamação. Trata-se de uma pequena
ferida de 0,5 cm ou mais de largura e que costuma provocar fortes dores,
principalmente nos intervalos das refeições. Geralmente, melhora quando algum
alimento é introduzido no estômago.
Em
certas ocasiões o estômago ou o intestino digere a si mesmo em determinadas
regiões, provocando uma úlcera. No interior do aparelho digestivo, há sucos
gástricos capazes de digerir os vários tipos de alimentos, como gorduras,
proteínas e açúcares. Há uma proteção especial e defesas permanentes na mucosa
dos órgãos digestivos que previnem esse fato, de não digerir o próprio
estômago. Essas defesas podem ser perturbadas ao entrarem em contato com certos
remédios conhecidos como antiinflamatórios. Os antiinflamatórios tiram a
proteção dos órgãos digestivos e, assim, podem-se desenvolver as úlceras. Doses
elevadas de remédios, principalmente de cortisona, baixam mais ainda as
defesas, e a úlcera poderá perfurar para o interior do abdômen.
Outro
fator que diminui a capacidade de proteção da mucosa do intestino e do estômago
é o estado psicológico alterado do indivíduo. Medo e ansiedade provocam um
aumento de adrenalina no sangue. A adrenalina, por sua vez, provoca no interior
do estômago e do duodeno uma contração dos vasos, diminuindo a quantidade de
sangue na parede dos órgãos. Com menor quantidade de sangue na região, baixam
as reações de defesa e a acidez do estômago ataca sua própria mucosa, o que
pode transformar-se em úlcera.
Diante
de úlcera, é insuficiente qualquer tratamento. O tratamento não funciona. O tratamento
de distúrbios digestivos repousa sobre mudanças de estilo de vida, o que inclui
mudança de hábitos e uma nova visão da vida. A ansiedade deve dar lugar à
segurança, e a desesperança à fé no cuidado e proteção de Deus.
Pelo
aparelho digestivo passam muitas substâncias, algumas das quais não são
adequadas ao nosso corpo. A alimentação dos dias atuais apresenta-se com uma
riqueza de produtos químicos como nunca houve na história da humanidade. Além disso, a própria alimentação contém
muitos produtos capazes de provocar reações inflamatórias nos intestinos, o que
desperta certas alergias alimentares.
As
alergias são reações inflamatórias exageradas do organismo, quando percebe
qualquer anormalidade. Os sistemas de defesa do paciente alérgico apresentam-se
muito débeis e, ao menor sinal de perigo, o organismo reage com todas as suas
forças. Por essa razão há pessoas que possuem reações alérgicas a produtos
inofensivos, tais com manga, morango e certos derivados do trigo (glúten). Estivesse
o sistema imunológico forte, não reagiria a esses alimentos.
As
alergias no aparelho digestivo podem se manifestar de muitas maneiras: digestão
difícil, excesso de sonolência após a alimentação, cólicas intestinais, dores
no baixo ventre, prisão de ventre, diarréia, sangramento intestinal,
irritabilidade, nervosismo, insônia e dor de cabeça.
O tratamento
, como vimos, não é primariamente tirar esse ou aquele alimento que está nos
prejudicando. Por exemplo: não comer mais manga. Isto é tratar apenas o
sintomas. Uma vez que a causa é o sistema imunológico fraco, devemos tratar de
fortalecer este sistema, através de um programa de vida que visa aumentar a
resistência geral.
Outro
órgão que sofre frequentemente em virtude de falta de critério na escolha dos
alimentos é a vesícula. Milhares de pessoas vivem hoje sem a vesícula biliar. A presença de cálculos, principalmente de
pequeno tamanho, patrocina dores fortes no abdômen, até o ombro direito,
acompanhadas de náuseas e vômitos.
Quando
são descobertos esses cálculos, normalmente a vesícula é extirpada junto com as
pedras. Como as demais doenças do aparelho digestivo, os cálculos de vesícula
podem ser evitados eliminando-se os alimentos à base de gordura animal e
frituras. A vesícula é um órgão importante e necessário, e a sua ausência
sempre se fará sentir.
A prisão
de ventre merece atenção como uma doença. Predisporá o intestino
(principalmente o intestino grosso) a contrair câncer; Hemorróidas, Apendicite,
Diverticulite e colite são também muitas vezes conseqüências dessa prisão de
ventre crônica.
Prisão
de ventre é a diminuição da freqüência de funcionamento do intestino para
eliminar as fezes. Normalmente, devemos esvaziar os intestinos pelo menos uma
vez ao dia. Em termos fisiológicos, se estabelece um reflexo para o intestino
grosso toda vez que alimentos são introduzidos nos órgãos digestivos. Raramente,
esse reflexo é atendido e, com o tempo, tende a desaparecer. Há pessoas que
ficam vários dias e até mais de uma semana sem o funcionamento adequado do
intestino.
As
principais causas da prisão de ventre são: dieta pobre em fibras e rica em
alimentos refinados e a falta de exercício. Um bom exercício acelera o processo
digestivo, pela ação dos músculos da parede do abdômen e do diafragma. Ao se
contraírem, esses músculos fazem massagem sobre o estômago e intestino,
acelerando o seu trabalho. A alimentação contemporânea é pobre em fibras.
Mais
verduras, frutas e cereais integrais é a receita antiprisão de ventre. Uso de
água morna pela manhã em jejum será um auxilio para todo o processo digestivo,
inclusive prisão de ventre.
Deus
lhe abençoe!
FONTE:
Saúde – novo estilo de vida c/ Dr.
Sang Lee
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