segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Alimente sua saúde

SAÚDE PLENA NA MEDICINA DE DEUS
Alimente sua saúde


 Deus mantém a saúde através da ação dos agentes naturais. Outros agentes da Natureza são os produtos da terra: os alimentos. O Criador combinou assim a prazerosa satisfação do paladar com a manutenção da vida. Ele preserva a vida de todos.

No entanto, grande número de doenças persegue o homem e surge a pergunta: “O que há de errado com a raça humana? Quanto mais avanço tecnológico, mais doenças parecem surgir. Por toda parte, doenças e mais doenças.

A presente alimentação do homem precisa de um estudo mais acurado. Muitas doenças têm sua origem nos erros quanto à alimentação. Uma alimentação adequada, com menos gordura e colesterol e mais fibras, pode aumentar a média de vida dos cidadãos.

O início de uma digestão adequada começa na mastigação. Os dentes têm a função de mastigar e misturar o alimento com a saliva.  Mastigar pouco e engolir a comida apressadamente aumenta o trabalho do estômago. O estômago não possui dentes. A tarefa de desfazer pedaços muito grandes de comida debilita o aparelho digestivo e atrasa a digestão.

Deus nos providenciou água pura como alimento. O corpo precisa de muito líquido – água pura.

Quase sempre, surge o desejo de beber na hora da refeição. O alimento desperta sede. Não é correto beber líquido na hora da refeição. As pessoas sente sede no período das refeições, porque a alimentação geralmente é muito temperada. Muito sal e condimentos despertam a sede. E também pouca água é consumida fora do período das refeições.

Um dos melhores métodos para fortalecer o organismo e também aumentar a resistência é beber dois copos de água em jejum. Isso é especialmente indicado para quem está com alguma doença.

A água é fundamental para o rim limpar com eficiência o sangue e livrar o organismo dos tóxicos que se formam permanentemente no interior das células. Para limpar o corpo por dentro, somente uma boa quantidade de água.

Água às refeições, não. Por quê?

Geralmente, os líquidos ou bebidas às refeições são consumidos muito gelados. As baixas temperaturas provocam dentro dos órgãos digestivos uma fuga de sangue, causada pela constrição dos vasos sanguíneos. Para uma digestão normal, o estômago precisa de sangue. Só assim se formam sucos digestivos, que atuam sobre os alimentos.

O segundo efeito dos líquidos às refeições é a diluição dos sucos digestivos. Agora, o estômago, além de menos sucos digestivos, os tem muito diluídos, incapazes de modificar adequadamente os alimentos.

Há um retardamento na digestão e o alimento começa a fermentar. A fermentação produz gases e substâncias venenosas que serão absorvidas pela circulação.

Todos os tóxicos sobrecarregam o fígado e os rins e enfraquecem o sistema defensivo do corpo, marcadamente os linfócitos.

Se passarmos óleo ao redor dos alimentos, eles não serão digeridos facilmente pelos sucos digestivos, uma vez que os sucos necessitam de um meio aquoso para se infiltrar nos alimentos. A gordura retarda essa mistura de sucos com os alimentos. Conseqüência: mais demora na digestão, mais fermentação.

A fermentação intoxica o organismo e baixa as defesas.

Quando, aos problemas mencionados, é acrescentada muita variedade de alimentos na mesma refeição, a possibilidade de má digestão e fermentação se multiplica.

As fibras são importantes para a digestão, e muito.

Comer comida refina com pouca fibra favorece o aparecimento de inúmeras doenças, principalmente prisões de ventre crônica, diabetes, arteriosclerose, diverticulites, hemorróidas e cânceres do intestino grosso.

As fibras estão intimamente ligadas aos alimentos, impedem que certas substâncias, como os amidos, sejam transformadas muito depressa em glicose e invadam rapidamente a corrente sanguínea. Isso seria extremamente prejudicial, principalmente para o diabético.

A outra função é a de limpeza do intestino. A fibra funciona como uma espécie de esponja. Passa por todos os recantos do intestino, arrastando muitos produtos tóxicos e eliminando-os junto com as fezes.

Quando falta fibra na alimentação, o intestino trabalha muito lentamente. Os tóxicos, que se formam naturalmente ali pela ação de bactéria, ficam muito tempo em contato com as paredes do intestino grosso e lançam as bases para o desenvolvimento de tumores malignos no futuro.

A fibra carrega o colesterol. Nos intestinos encontramos boa quantidade de colesterol, parte proveniente da alimentação e outra da vesícula biliar.  Esse colesterol, se não for eliminado pela presença da fibra, que o fixa carregando-o para fora, volta para a corrente sanguínea, aumentando a taxa de colesterol.  Dessa forma indireta, a fibra contribui para baixar o colesterol do sangue e evitar o desenvolvimento de arteriosclerose, doenças das artérias coronárias e causa de ataques do coração. 

Essas são novidades descobertas nos últimos anos. As primeiras observações foram feitas estudando determinados habitantes no interior da África. Esses nativos se alimentavam com muita fibra. Não havia alimentos refinados. Os médicos que trabalhavam nesses locais verificaram que praticamente não havia entre eles as doenças da civilização ocidental. Estudos posteriores confirmaram essas observações.

A alimentação predominantemente vegetal e sem refino previne a maioria das doenças que tanto estrago têm feito entre a população.

Hoje podemos absolutamente estabelecer relação entre doença e alimentação.

Como você se alimenta? Você faz parte daquele que pela manhã já se levantam em cima da hora, tomam qualquer coisa rapidamente e seguem para a atividade do dia quase em jejum? Ao meio dia, geralmente se come bem, se possível; se não, algum lanche; mas à noite, sim: um jantar para compensar as atividades do dia, com tudo o que se julga de direito. 

Se você quer boa saúde, o caminho não é por aí. A alimentação precisa ser planejada. A refeição mais importante deve ser a matinal. A energia necessária para enfrentar o dia deve ser provida cedo.  Precisamos nos abastecer pela manhã. Durante as próximas 5 horas, será usada a energia proveniente desses alimentos. Meio dia é hora do preparo para as tarefas do resto do dia e convém uma alimentação adequada, pois resta toda a tarde para gastar energia.

No final do dia já surge o cansaço, e as atividade praticamente cessarão. O estômago cumpriu seu trabalho e também está necessitando de repouso. Nessas condições, uma refeição leve é o ideal para o jantar.

Durante a terceira refeição do dia, nada de sobrecarregar os órgãos digestivos, primeiramente, porque não há mais necessidade de tanta energia para as horas finais do dia; em segundo lugar porque os órgãos digestivos estão pedindo seu merecido repouso. Comer muito à noite, e principalmente antes de dormir, perturba o sono e causa indigestão; o organismo não se refaz e no dia seguinte há uma sensação de fadiga. Dor de cabeça e enxaqueca são freqüentes. Mau hálito e mau humor matinal são comuns. Finalmente, esse costume tende a aumentar o peso corporal.

Tudo isso e mais ainda pode ser evitado ou corrigido se essa regra de comportamento alimentar for aplicada. Uma vez, o estilo de vida define a saúde ou doença, dependendo apenas de nossa escolha.

O reino vegetal é fonte suficiente de proteínas para o homem. O reino vegetal é a fonte primária de alimentos para todos os seres vivos sobre a face da terra. As proteínas de origem vegetais têm várias vantagens sobre as de origem  animal.
Primeira: as proteínas vegetais estão livres de toda e qualquer quantidade de colesterol, origem de tantas doenças já mencionadas. Segunda: todos os produtos de eliminação (toxinas) que estavam em andamento no animal na hora do abate permanecem no local e vêm sobrecarregar os nossos rins. Terceira: os animais estão enfermos e ficamos sujeitos a contrair as doenças que eles possuíam. Quarta: os animais, na hora da morte, estão tensos, estressados, cheios de adrenalina na circulação. Essas carnes passam a estimular os que as ingeriram da mesma forma, deixando-os mais agressivos e irritadiços.  Quinta:  por último, para a humanidade que se multiplica num tempo de escassez de áreas, seria muito mais produtivo explorar plantações de lavouras do que pastagens para gado.

A área que um boi necessita para se alimentar forneceria alimentos vegetais a mais pessoas pelo mesmo custo, e não existiriam motivos para sacrificar, tão cruelmente, essas criaturas.

Com certeza, alimentação cárnea cairá em desuso no futuro. O que sustenta hoje o hábito de comer carne são ainda uma relativa falta de esclarecimento, falta de força de vontade para mudanças, e interesses econômicos. As novas gerações, certamente, terão que enfrentar a realidade e optar por meios mais seguros de alimentação.

A adrenalina não é boa para o sistema defensivo. As células T se tornam enfraquecidas, favorecendo a vulnerabilidade às infecções e mesmo doenças malignas.

A gordura é responsável direta pela morte de milhões de pessoas. Alguns estragos que a gordura provoca no corpo: Fecha artérias importantes, como as coronárias do coração e vasos do cérebro;  Aumenta a pressão sanguínea; Sobrecarrega o coração; Aumenta o peso corporal; Produz cálculos na vesícula; Causa indigestão; Promove a tendência para o desenvolvimento de câncer; Enfraquece as defesas do sistema imunológico.

A  boa gordura é mesmo indispensável ao funcionamento normal do organismo. Admite-se que, da quantidade total de calorias de uma dieta diária, 20% deveriam ser de gordura.

Os prejuízos da gordura estão no colesterol e também nos ácidos graxos saturados. A gordura satura é nociva a saúde. encontramos as gorduras saturadas praticamente em todos alimentos de origem animal. A gordura de animal, além de ser saturada, contém colesterol.

Há outra razão para o malefício das gorduras de origem animal. Os tecidos gordurosos funcionam como uma espécie de depósito de substâncias tóxicas que o animal ingere. Lã, as toxinas permanecem estocadas, pois assim não provocam maiores danos ao animal. Os animais lixeiros, principalmente, necessitam de muita gordura para eles mesmos não ficarem doentes, como é o caso do porco.

Não há razões para preocupação com as gorduras presentes no reino vegetal. Porém, as gorduras de origem animal devem ser evitadas. O conteúdo elevado de ácido graxos saturados, colesterol e tóxicos as tornam inconvenientes à alimentação humana.

Durante séculos, os cereais foram utilizados em sua forma normal, ou integral. Não se separava o amido dos demais componentes dos grãos, principalmente das fibras ou celulose.

Muitos ignoram os malefícios dos cereais refinados, como farinha branca, açúcar branco e arroz branco. Desprovidos de vários elementos, os refinados são acusados, atualmente, de desencadearem vários problemas, como: predispor à diabete, prisão crônica de ventre e posterior possibilidade de câncer intestinal, aumento excessivo de peso com todas as suas conseqüências, deficiência de vitaminas e sais minerais.

Voltar às origens é a palavra de ordem dos nossos dias. Rever conceitos tradicionais e mudá-los é necessário, é o caminho seguro para uma vida mais feliz e saudável, e isso inclui a volta de alimentos que foram desvitalizados pela moderna tecnologia.

Vitaminas e sais minerais são indispensáveis ao corpo. Sem eles não há vida saudável. Essas substâncias fazem parte da constituição dos alimentos. Todos os alimentos encontrados em sua forma simples e natural contêm as vitaminas de que o corpo necessita.

Quanto, então, haverá necessidade de suplementos vitamínicos? Sempre que for predominante o uso de alimentos manipulados, refinados, conservados por longo tempo e muito cozidos. Nessas circunstâncias, os alimentos perdem muitas de suas propriedades originais.

Na natureza, as proporções estão certas, nunca demais, nunca em falta.

Uma boa alimentação, natural, equilibrada, com boa quantidade de alimentos em seu estado natural, sem passar por cocção, principalmente as frutas e as verduras, juntamente com alimentos integrais, dispensa todo e qualquer suplemente vitamínico.

As leis de Deus não são exigências arbitrárias. São conselhos de um Pai que, conhecendo Seus filhos, pode indicar a melhor maneira de usufruírem a vida. Seguir as prescrições da Sua vontade afasta doenças e promove a saúde.

Uma das partes que mais sofrem no nosso corpo, sem dúvida, é o aparelho digestivo. Criado para ser o agente simplificador e transformador de alimentos, suporta muitas agressões e poucas vezes é tratado como merece. É no estômago, intestinos e outros órgãos correlatos da digestão que cai o primeiro impacto do trabalho de transformar matéria do mundo vegetal em matéria viva dentro o organismo. A alimentação virtualmente morta, principalmente pelos processos de cocção ou aquecimento, deve novamente  incorporar-se em cada célula e tecido do organismo, e voltar a viver. É uma transformação extraodinária que acontece no interior do aparelho digestivo.

Mas que tarefa ingrata a maioria dá aos seus pobres aparelhos de digestão, são obrigados a fazer verdadeiros malabarismo para realizar esse “milagre”: transformar, selecionar e rejeitar alimentos para manter permanentemente nossa estrutura em boas condições.

Uma das doenças mais comuns atualmente é um estado permanente de congestão da mucosa (pele que reveste internamente o estômago e outros órgãos digestivos) do estômago. Essa congestão e inflamação do estômago recebe o nome de gastrite (gastro, estômago; ite, inflamação). Por que tanta gastrite? Enumeramos as principais causas: Alimentos inadequados, indigestos, muita gordura; Produtos químicos e estimulantes – café, fumo, álcool; Excesso de alimentação; Alimentação com freqüência elevada ao longo do dia; Estado emocional – ira, medo, tensão; Uso de medicamentos para tratamento de outras doenças.

Uma vez que a gastrite está plenamente instalada, torna-se difícil manter os mesmos hábitos, pois o estômago já não os aceita. Aqui é verificada, claramente, a relação causa e efeito.  Para melhorar uma condição como essa, mudanças de estilo de vida se impões. Soluções fáceis, porém sem eficácia, tais como antiácidos e outros remédios, não trazem solução definitiva. A menos que as causa apontadas sejam afastadas, não haverá melhora definitiva.

Outra doença relacionada à gastrite é a úlcera do duodeno. A úlcera não é uma simples inflamação.  Trata-se de uma pequena ferida de 0,5 cm ou mais de largura e que costuma provocar fortes dores, principalmente nos intervalos das refeições. Geralmente, melhora quando algum alimento é introduzido no estômago.

Em certas ocasiões o estômago ou o intestino digere a si mesmo em determinadas regiões, provocando uma úlcera. No interior do aparelho digestivo, há sucos gástricos capazes de digerir os vários tipos de alimentos, como gorduras, proteínas e açúcares. Há uma proteção especial e defesas permanentes na mucosa dos órgãos digestivos que previnem esse fato, de não digerir o próprio estômago. Essas defesas podem ser perturbadas ao entrarem em contato com certos remédios conhecidos como antiinflamatórios. Os antiinflamatórios tiram a proteção dos órgãos digestivos e, assim, podem-se desenvolver as úlceras. Doses elevadas de remédios, principalmente de cortisona, baixam mais ainda as defesas, e a úlcera poderá perfurar para o interior do abdômen.

Outro fator que diminui a capacidade de proteção da mucosa do intestino e do estômago é o estado psicológico alterado do indivíduo. Medo e ansiedade provocam um aumento de adrenalina no sangue. A adrenalina, por sua vez, provoca no interior do estômago e do duodeno uma contração dos vasos, diminuindo a quantidade de sangue na parede dos órgãos. Com menor quantidade de sangue na região, baixam as reações de defesa e a acidez do estômago ataca sua própria mucosa, o que pode transformar-se em úlcera.

Diante de úlcera, é insuficiente qualquer tratamento. O tratamento não funciona. O tratamento de distúrbios digestivos repousa sobre mudanças de estilo de vida, o que inclui mudança de hábitos e uma nova visão da vida. A ansiedade deve dar lugar à segurança, e a desesperança à fé no cuidado e proteção de Deus.

Pelo aparelho digestivo passam muitas substâncias, algumas das quais não são adequadas ao nosso corpo. A alimentação dos dias atuais apresenta-se com uma riqueza de produtos químicos como nunca houve na história da humanidade.  Além disso, a própria alimentação contém muitos produtos capazes de provocar reações inflamatórias nos intestinos, o que desperta certas alergias alimentares.

As alergias são reações inflamatórias exageradas do organismo, quando percebe qualquer anormalidade. Os sistemas de defesa do paciente alérgico apresentam-se muito débeis e, ao menor sinal de perigo, o organismo reage com todas as suas forças. Por essa razão há pessoas que possuem reações alérgicas a produtos inofensivos, tais com manga, morango e certos derivados do trigo (glúten). Estivesse o sistema imunológico forte, não reagiria a esses alimentos.

As alergias no aparelho digestivo podem se manifestar de muitas maneiras: digestão difícil, excesso de sonolência após a alimentação, cólicas intestinais, dores no baixo ventre, prisão de ventre, diarréia, sangramento intestinal, irritabilidade, nervosismo, insônia e dor de cabeça.

O tratamento , como vimos, não é primariamente tirar esse ou aquele alimento que está nos prejudicando. Por exemplo: não comer mais manga. Isto é tratar apenas o sintomas. Uma vez que a causa é o sistema imunológico fraco, devemos tratar de fortalecer este sistema, através de um programa de vida que visa aumentar a resistência geral.

Outro órgão que sofre frequentemente em virtude de falta de critério na escolha dos alimentos é a vesícula. Milhares de pessoas vivem hoje sem a vesícula biliar.  A presença de cálculos, principalmente de pequeno tamanho, patrocina dores fortes no abdômen, até o ombro direito, acompanhadas de náuseas e vômitos.

Quando são descobertos esses cálculos, normalmente a vesícula é extirpada junto com as pedras. Como as demais doenças do aparelho digestivo, os cálculos de vesícula podem ser evitados eliminando-se os alimentos à base de gordura animal e frituras. A vesícula é um órgão importante e necessário, e a sua ausência sempre se fará sentir.

A prisão de ventre merece atenção como uma doença. Predisporá o intestino (principalmente o intestino grosso) a contrair câncer; Hemorróidas, Apendicite, Diverticulite e colite são também muitas vezes conseqüências dessa prisão de ventre crônica.

Prisão de ventre é a diminuição da freqüência de funcionamento do intestino para eliminar as fezes. Normalmente, devemos esvaziar os intestinos pelo menos uma vez ao dia. Em termos fisiológicos, se estabelece um reflexo para o intestino grosso toda vez que alimentos são introduzidos nos órgãos digestivos. Raramente, esse reflexo é atendido e, com o tempo, tende a desaparecer. Há pessoas que ficam vários dias e até mais de uma semana sem o funcionamento adequado do intestino.

As principais causas da prisão de ventre são: dieta pobre em fibras e rica em alimentos refinados e a falta de exercício. Um bom exercício acelera o processo digestivo, pela ação dos músculos da parede do abdômen e do diafragma. Ao se contraírem, esses músculos fazem massagem sobre o estômago e intestino, acelerando o seu trabalho. A alimentação contemporânea é pobre em fibras.

Mais verduras, frutas e cereais integrais é a receita antiprisão de ventre. Uso de água morna pela manhã em jejum será um auxilio para todo o processo digestivo, inclusive prisão de ventre.

Deus lhe abençoe!


FONTE:
Saúde – novo estilo de vida c/ Dr. Sang Lee


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