domingo, 28 de janeiro de 2018

A importância do exemplo correto

SAÚDE PLENA NA MEDICINA DE DEUS
A importância do exemplo correto

1.  É de suma importância que demos exemplo correto. Se sustentarmos e praticarmos princípios falhos, frouxos, nosso exemplo é citado por aqueles que gostam mais de falar do que de fazer, como plena justificativa de nossa maneira de agir. Cada erro cometido magoa o coração de Jesus e prejudica a influência da verdade, que é o poder de Deus para a salvação das almas. Toda a sinagoga de Satanás busca descobrir faltas na vida dos que estão procurando representar a Cristo, e tira o máximo proveito de cada falha.

2.  Deus pede-nos que tenhamos cuidado para que por nosso exemplo não ponhamos outras almas em perigo. É coisa terrível perdermos a nossa própria alma; ainda mais terrível, porém, é seguirmos uma conduta que motive a perda de outras almas. É um terrível pensamento que nossa influência se torne um cheiro de morte para morte e, não obstante, isto é possível. Com que zelo santo, pois, devemos manter em guarda nossos pensamentos, nossas palavras, nossos hábitos, nossas disposições e nosso caráter. Deus requer santidade mais profunda e pessoal de nossa parte. Somente revelando Seu caráter podemos cooperar com Ele na obra de salvar almas.

3.  Todo cuidado será pouco para que nossos atos não nos contradigam as palavras, pois só uma vida coerente pode exigir respeito.  Se nossos atos se harmonizarem* com o nosso ensino, nossas palavras produzirão efeito; uma piedade não baseada em princípios conscienciosos, porém, é como sal insípido. Falar, e não praticar, é como o metal que soa e o címbalo que tine. Não nos traz nenhum proveito esforçar-nos para inculcar princípios que não pomos em prática conscienciosamente.

4.  Vigiemos em oração. Somente dessa maneira podemos dedicar todo o nosso ser à obra do Senhor. O eu deve ser posto em segundo plano. Os que tornam o eu saliente adquirem um costume que logo se torna uma segunda natureza; e logo deixarão de perceber que, em lugar de enaltecerem a Jesus, se exaltam a si mesmos; que em vez de serem condutos por meio dos quais a água da vida possa fluir para refrigerar a outros, absorvem as simpatias e afeições dos que o cercam. Isso não é lealdade a nosso Senhor crucificado.

5.  Somos embaixadores de Cristo e devemos viver, não para salvar a nossa reputação, mas tirar da perdição as almas que estão a perecer. Nosso esforço diário deve ser mostrar-lhes que podem obter a verdade e a justiça. Em lugar de procurarmos despertar simpatia para nós mesmos dando aos outros a impressão de que não somos apreciados, devemos omitir completamente o eu; e se deixarmos de fazer isto, por falta de discernimento espiritual e vital piedade, Deus
requererá de nossas mãos as almas daqueles por quem devíamos ter trabalhado. Tomou Ele providência para que todo obreiro a Seu serviço possa ter graça e sabedoria, e tornar-se epístola viva, conhecida e lida por todos os homens.

6.  Pela vigilância e oração podemos realizar exatamente o que o Senhor deseja que desempenhemos. Por meio do fiel, diligente desempenho do nosso dever, pela vigilância em favor das almas como aqueles que devem dar conta, podemos retirar do caminho dos outros toda pedra de tropeço. Por meio de ferventes admoestações e súplicas, com nossas próprias almas repassadas de terna simpatia por aqueles que estão quase a perecer, podemos conquistar almas para Cristo.

7.  Todo cuidado será pouco para que nossos atos não nos contradigam as palavras, pois só uma vida coerente pode exigir respeito.

8.  É coisa muito séria entristecer o Espírito de Deus. É uma ofensa a Deus quando procuramos dirigir a nos mesmos, e se recusamos a entrar no serviço do Senhor porque a cruz é muito pesada ou muito grande o desprendimento. O Espírito de Deus procura habitar em cada alma.

9.  os pensamentos santos, as celestiais afeições e os atos semelhantes ao de Cristo tomarão o lugar dos pensamentos impuros, dos sentimentos perversos e dos atos obstinados.

10.  Precisamos, porém, guardar bem nosso coração, pois muitas vezes nos esquecemos das instruções celestiais que recebemos e procuramos agir de acordo com as inclinações naturais de nossa mente não santificada.

11.  O Senhor entregou ao Seu povo uma mensagem sobre reforma de saúde. Esta luz tem estado a brilhar; e o Senhor não pode sustentar os Seus servos numa conduta que a contrarie. Ele Se desgosta quando os Seus servos agem em oposição à mensagem sobre este ponto, mensagem que Ele deseja dêem a outros.

12.  Deus não pode mostrar-Se satisfeito quando nós, que servimos a Cristo, ensinamos que os princípios da reforma de saúde estão intimamente ligados à mensagem do terceiro anjo como o braço está ligado ao corpo, enquanto nós pela prática, ensinamos princípios inteiramente oposto. Isto é referido como pecado à vista de Deus.

13.  A luz que Deus tem dado sobre reforma de saúde não pode ser amesquinhada sem dano para os que o fazem; e homem nenhum pode esperar ser bem-sucedido na obra de Deus enquanto, por preceito e exemplo, age em oposição à luz que Deus enviou. A voz do dever é a voz de Deus—um guia interior enviado do Céu — e não devemos brincar com o Senhor sobre este assunto. Aquele que faz pouco caso da luz dada por Deus com respeito à preservação da saúde, insurge-se contra o seu próprio bem e se recusa obedecer Àquele que está operando em favor do seu melhor bem-estar.

14.  É dever de todo cristão seguir aquela norma de conduta indicada pelo Senhor como certa para Seus servos. Devemos lembrar-nos sempre de que Deus e a eternidade se acham diante de nós, e não devemos menosprezar nossa saúde espiritual e física, ainda que tentado a assim fazer pela esposa, filhos ou parentes. “Se o Senhor é Deus, segui-O; e se Baal, segui-O.” 1 Reis 18:21.

Deus lhe abençoe!



FONTE:
Conselhos Sobre Saúde









Nenhum comentário:

Postar um comentário