SAÚDE PLENA NA
MEDICINA DE DEUS
A verdade sobre os transgênicos
– Parte 5
Quando a busca pela verdade
se torna uma necessidade, percebemos que conspiração não é só teoria, que a
história não é bem como nos contaram e que muita coisa permanece
oculta a nós.
1. Provavelmente
você consome alimentos transgênicos diariamente e nem sabe disso. Mas afinal o
que são alimentos transgênicos? Será que eles são seguros para o consumo e para
o meio ambiente?
2. A técnica da
transgenia Consiste na transferência de genes de um indivíduo para outro, de
diferentes espécies, como a aplicação de fungos, bactérias e vírus em espécies
de milho, soja e algodão. A intenção da
transgenia é criar plantas ou animais resistentes a doenças, pragas, mudanças
climáticas ou agrotóxicos. Um exemplo
são as sementes da Monsanto, que criam plantas resistentes ao seu agrotóxico
Roundup/Glifosato. O agrotóxico mata tudo ao seu redor, menos as plantas, que
são modificadas para resistir ao veneno.
3. OS ALIMENTOS TRANSGÊNICOS SÃO SEGUROS?
As
leis, desenvolvidas com interesses políticos e não científicos, permitem a
comercialização dos alimentos transgênicos sem os devidos estudos sobre os seus
efeitos colaterais.
Segundo
o geneticista David Suzuki, estamos fazendo parte de uma experiência em larga
escala. Ao longo da última década estamos consumindo cada vez mais OGM e
transgênicos, como se fossemos pequenos ratos de laboratórios.
As
grandes empresas, detentoras das sementes transgênicas possuem grande
influência política e perseguem todo cientista que está fazendo pesquisas
independentes sobre a segurança dos transgênicos.
Porém
diversos estudos e documentários estão expondo a realidade sobre os impactos
dos transgênicos na sociedade, saúde e meio ambiente.
O
cultivo de transgênicos é proibido no Japão, Nova Zelândia, e boa parte da
Europa, e não é difícil entender o porquê.
4. Os alimentos
transgênicos contaminam a biodiversidade, aumentam o uso de agrotóxicos,
incentivam o surgimento de super pragas e podem causar sérios danos à saúde da
população.
5. Temos o dever de
conhecer os verdadeiros riscos desses produtos, que chegam aos nossos pratos
todos os dias. Até quando o lucro será mais importante do que a vida? Para entender melhor sobre o assunto, vamos
analisar quem inventou os alimentos transgênicos. O Monstro por traz da Invenção dos Alimentos
Transgênicos. Quem inventou os
transgênicos foi a multinacional Monsanto, que de santo não tem nada. Ela
talvez seja a corporação mais odiada do mundo.
Isso porque a empresa está envolvida em diversas polêmicas, como
prejuízos aos agricultores, danos à saúde e meio ambiente, formação de lobby e
manipulação de pesquisas científicas.
6. Ela controlar
cerca de 90% da produção de transgênicos e é produtora do famoso Glifosato, que
há 30 anos é o herbicida mais vendido do mundo. Está entre as 100 empresas mais
lucrativas dos Estados Unidos e possui grande influência político econômica. A empresa criou algumas das piores
substâncias do mundo. No passado, foi responsável pelo desenvolvimento de armas
nucleares, o aspartame, PCBs, agente laranja, fertilizantes a base de petróleo
e o hormônio de crescimento bovino (BGH).
Em 2016 a Monsanto foi vendida para a Bayer, no valor de US$ 66 bilhões,
assustando os defensores da saúde, meio ambiente e os grandes produtores. Um dos motivos da preocupação é que eles
poderão lucrar com a doença (transgênicos e agrotóxicos Monsanto) e vender a
cura (remédios Bayer).
7. RISCOS À SAÚDE E
AO MEIO AMBIENTE
A
indústria biotecnológica continua promovendo a introdução dos alimentos
transgênicos não testados como se fossem “seguros”. Eles compram pesquisas na área com o intuito
de convencer os consumidores de que seus produtos são tão bons, ou até melhores
do que os convencionais e isso vêm funcionando. Uma pesquisa realizada em 2012
pela revista Food and Chemical Toxicology demonstrou que os ratos alimentados
com transgênicos sofreram danos sérios nos rins, fígado e coração. Os ratos morreram prematuramente e
desenvolveram cânceres enormes em todas as partes do corpo. O estudo causou
grande impacto na mídia e recebeu muitas críticas por parte das empresas de
biotecnologia.
8. O modelo de
plantio que utiliza sementes transgênicas é a trilha de um caminho
insustentável. Estamos vendo um aumento
contínuo no uso de agroquímicos decorrente do cultivo transgênico, colocamos em
risco o futuro dos solos, rios, a biodiversidade agrícola e a nossa saúde. Nos países onde atua, a ação dessas empresas
força a distribuição ilegal de sementes ou a contaminação deliberada de lavouras
convencionais. Os agricultores sofrem
pressão para adotar a tecnologia transgênica e os produtos químicos como
pesticidas e agrotóxicos associados a ela.
Além disso, torna a agricultura e os agricultores reféns das poucas
empresas que detêm a tecnologia, e põe em risco à saúde da população. A técnica da transgenia quer agricultura sem
agricultores, colocando em risco milhares de empregos. A introdução dos transgênicos na natureza
expõe a biodiversidade a sérios riscos, como a perda ou alteração do patrimônio
genético de plantas, sementes e animais.
A contaminação é um fato, pois mesmo que a plantação transgênica
respeite o espaço determinado pela norma da Comissão Técnica Nacional de
Biossegurança (CTNBio), pode ocorrer o cruzamento entre a espécie transgênica e
convencional. Hoje é praticamente
impossível o pequeno agricultor ter certeza que vai plantar um alimento
convencional e não vai colher transgênico.
A contaminação genética acontece através do vento e de agentes
polinizadores, e infelizmente é irreversível. Uma vez contaminada a plantação
não pode ser recuperada.
9. ALIMENTOS TRANSGÊNICOS NO MUNDO - Existem
seis grandes empresas transnacionais que lideram o setor de transgênicos em
nível global, são elas: Monsanto (Estados Unidos), Syngenta (Suíça), Dupont
(EUA), Basf (Alemanha), Bayer (Alemanha) e Dow (EUA).
10. A área total de
plantações transgênicas é de 179,7 milhões de hectares em 28 países diferentes.
Na lista dos maiores produtores de transgênicos de 2015, o Estados Unidos
lidera o ranking, com 70,9 milhões de hectares, seguido do Brasil (44,2
milhões) e Argentina (24,5 milhões). Os
alimentos produzidos em maior quantidade são o milho, a soja e o algodão.
Também são plantados a beterraba, alfafa, mamão, álamo, abóbora, pimenta e
tomate.
11. ALIMENTOS TRANSGÊNICOS NO BRASIL - O Brasil já possui 49,1 milhões de hectares de plantações
transgênicas na safra 2016/2017. Em 2004, esse número era de apenas 5 milhões
de hectares, segundo dados da Isaaa. Dos
49,1 milhões de hectares plantados, 32,7 são de soja, 15,7 são de milho e 789
mil hectares são de algodão. Cerca de 93,4% das plantações de soja, algodão e
milho do Brasil são transgênicas.
12. Isso torna o
Brasil o segundo maior produtor de transgênicos do mundo e o maior consumidor
de agrotóxicos. Vale ressaltar que a liberação do uso de sementes transgênicas
no Brasil é uma das responsáveis por colocar nosso país nesse ranking. Isso acontece devido ao cultivo das sementes
transgênicas exigirem quantidades maiores de aplicações de agrotóxicos, ao
contrário do que as grandes empresas do setor anunciam em sua publicidade
enganosa. As empresas multinacionais
compraram praticamente todas as empresas de sementes do país, fazendo com que
os agricultores fiquem submetidos aos interesses delas. Os agricultores vão comprar as sementes
convencionais, mas não as encontram, ou encontram em quantidades pequenas com
um valor acima da média. Sem opção, eles são obrigados a comprar as sementes
transgênicas, e quando se dão conta estão em um caminho sem volta.
13. ALIMENTOS TRANSGÊNICOS COMERCIALIZADOS NO
BRASIL
Soja -
No Brasil, onde a soja transgênica ocupa quase um terço de toda a área dedicada
à agricultura, a CTNBio liberou cinco variantes da planta, todas tolerantes a
herbicidas e uma delas também é resistente a insetos. A soja é o pior transgênico que você pode
consumir. Como as pragas se tornaram resistentes ao herbicida, a ANVISA
autorizou em 2004 um aumento em 50 vezes o limite de resíduos de agrotóxicos
permitidos no grão de soja! Boa parte
da soja transgênica no mundo é destinada aos animais de criação, infelizmente
ninguém se importa com a saúde deles. O
subproduto da soja mais comum para os humanos é o óleo, mas há também o leite
de soja, tofu, missô e a proteína da soja.
Milho - Dezoito variedades de milho transgênicos foram aprovados
(pelo CNTBio órgão do ministério da ciência e tecnologia) para o consumo no
Brasil. A pipoca do cinema, a espiga da praia, o milho em lata e os flocos
estão contaminados.
Industrializados - Os derivados do
milho transgênico, como o xarope de milho e o amido de milho estão em quase
todos os alimentos industrializados. Leia no verso da embalagem a composição do
alimento antes de comprar.
Óleos de cozinha - Os óleos extraídos de soja, milho e algodão são os três
campeões entre as culturas geneticamente modificadas e cujas sementes são uma
mina de ouro para as empresas que controlam o mercado mundial.
Salmão - A FDA (Food and
Drug Administration) aprovou a comercialização de um tipo de salmão
geneticamente modificado, fazendo dele o primeiro animal transgênico a ser
liberado para o consumo.
Cerveja – Poucos sabem, mas
quando bebem cerveja no Brasil estão geralmente tomando um liquido transgênico,
já que a cevada vem sendo trocada por milho geneticamente modificado. A cerveja, geralmente é produzida através do
malte feito de cevada, mas algumas receitas permitem o uso de outros cereais.
Uma pesquisa da USP e da Unicamp mostrou que as cervejas Brasileiras possuem
45% de milho em sua composição, percentual máximo permitido pelo Governo.
Margarina - A margarina utiliza gorduras vegetais (de soja, algodão,
milho, palma, girassol, amendoim) purificadas e hidrogenadas extraídas de
plantas transgênicas. Além do problema
de ser um alimento transgênico, a margarina contém gordura hidrogenada (trans).
Para você ter uma ideia de como a gordura trans é perigosa, em 2015 os Estados
Unidos proibiu sua comercialização e deu 3 anos para os produtores retirarem
seus produtos da prateleira.
Salsicha - salsicha é uma
mistura de produtos e subprodutos de origem animal, misturados com soja e
xaropes de milho geneticamente modificados, além de um monte de coisas nojentas
que não vamos nem comentar.
Aspartame - O aspartame é um
adoçante muito utilizado como substituto para o açúcar. Ele é um composto
químico artificial, feito em laboratório através da manipulação de três ingredientes
transgênicos: aspartate, fenilanina e mentol.
Esse
adoçante artificial é uma neurotoxina e seu uso constante pode afetar o cérebro
e o sistema nervoso. Pode ser encontrado em milhares de produtos “diet”.
14. Identificação dos Transgênicos - Mas como saber se
o alimento que você está consumindo contém transgênicos? Em 2003 foi publicado o decreto que exige as
empresas da área de alimentação a rotulagem de produtos com mais de 1% de
matéria-prima transgênica. Em 2007, a pedido do Idec, foi aprovada a obrigação
da rotulagem independente do teor de transgênicos. A identificação é um “T” preto sobre um
triangulo amarelo. O significado do símbolo já diz tudo: perigo, contêm
transgênicos. A resistência das empresas
é muito grande, e muitas permanecem até hoje sem identificar a presença de
transgênicos em seus produtos, brigando na justiça contra a obrigação da
identificação no rótulo. A rotulagem dos
alimentos transgênicos é um direito básico dos consumidores, todos nós temos o
direito de saber o que estamos consumimos.
15. Para saber mais sobre o assunto
Assista aos documentários:
“O
mundo segundo a Monsanto” (2008) – NETFLIX
“GMO
OMG” (2013) – NETFLIX
“Em
breve em vossos pratos” (2014) – Youtube
Acesse os sites:
www.idec.org.br/consultas/dicas-e-direitos/saiba-o-que-sao-os-alimentos-transgenicos-e-quais-os-seus-riscos
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/O-que-fazemos/Transgenicos/
https://draxe.com/genetically-modified-foods-get-the-facts/
www.aspta.org.br
www.greenpeace.org.br
www.terradedireitos.org.br
FONTE:
http://curapelavida.com.br/alimentos-transgenicos/
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