SAÚDE PLENA NA
MEDICINA DE DEUS
A verdade sobre os transgênicos
– Parte 2
1. O QUE VOCÊ SABE SOBRE ALIMENTOS TRANSGÊNICOS?
Não
muita coisa, certo? Pois é. Trata-se de um assunto sobre o qual há muito
desinformação. Há uma ideia geral de que alimentos transgênicos podem ser
prejudiciais à saúde, e no entanto, a maioria das pessoas não faz ideia de que
boa parte da sua alimentação tem componentes feitos a partir de alimentos
geneticamente modificados.
2. ASPARTAME.
O aspartame é feito a partir de três ingredientes: aspartate, fenilanina e
mentol. Os três são conhecidos por serem transgênicos. Mas essa nem é a parte
mais assustadora do aspartame. Esse adoçante artificial é uma neurotoxina e seu
uso constante pode afetar o cérebro e o sistema nervoso. E não esqueça que ele
também está presente em refrigerantes e sobremesas diet.
3. ÓLEO DE CANOLA. A canola é uma
planta que... Não, espera. Por essa você não esperava, mas acho que você nunca
parou pra pensar que nunca ouviu falar de uma planta chamada Canola, né? É que
ela não existe. Óleo de Canola não vem de uma planta chamada Canola. Canola é
uma abreviação das iniciais de Canadian Oil Low Acid (Óleo canadense baixo em
ácido) e ele é feito a partir de uma variedade de uma planta chamada Olza, que
foi fertilizada de maneira cruzada por cientistas canadenses, até que eles
chegassem em uma versão da semente que fosse mais baixa em um ácido tóxico que
é parte do óleo da planta. Hoje em dia, cerca de 80% da Olza planta nos EUA
para esse propósito é transgênica para se tornar mais resistente a pesticidas.
4. MILHO, AMIDO DE MILHO, XAROPE DE MILHO: 85% do milho
produzido no Brasil e nos EUA é transgênico. E você pode dizer "tudo bem,
eu nunca como milho", mas se está dizendo isso é porque não tem lido os
rótulos daquilo que come. Derivados do grão, como o amido de milho (corn
starch, em inglês) e o xarope de milho (conhecido como high frutose corn syrup)
estão presentes em quase todos os alimentos processados que você encontra no
supermercado. Há suspeitas de que o amido e o xarope de milho causem danos aos
orgãos.
5. MARGARINA.
O substituto vegetal da manteiga é feito de canola geneticamente modificada ou
de outros óleos vegetais processados e é rica em gordura trans, que você já
cansou de ouvir o quanto faz mal. Gordura hidrogenada pura, a margarina e difere
do plástico em apenas uma molécula. Dizem que se você deixar um pote de
margarina aberto fora da geladeira, nem uma mosquinha chega perto. É pra se
pensar.
6. LEITE. O
gado leiteiro de produção em larga escala é alimentado, muito frequentemente,
com farelo de soja - proveniente de uma variedade geneticamente modificada do
grão. Além disso, fazendeiros injetam no gado um hormônio de crescimento
transgênico, que aumenta a produção de leite mas também o número de infecções
nas vacas. Essa infecção, às vezes, vaza para o leite que você toma.
7. SALSICHA.
Você já cansou de escutar a quantidade
de bizarrices encontradas na salsicha e provavelmente já ouviu aquele papo que
diz "você não comeria mais salsicha se visse como ela é preparada". É
que além da carne processada cuja origem a gente não quer nem adivinhar,
salsicha contém na mistura o amido de milho sobre o qual falamos aqui em cima.
8. SOJA E LECITINA. No Brasil, Soja
geneticamente modificada já foi ligada a uma série de problemas de saúde. A
lecitina é um espessante feito a partir de soja presente em muitos produtos
industrializados que você consome no dia-a-dia. E no Brasil, 92,4% das lavouras
de soja são plantadas com sementes transgênicas,
9. Em meio a
“loucura” dos anos 70, a toda poderosa Monsanto, empresa multinacional de
agricultura e biotecnologia, lançou no mercado agrícola um potente produto
chamado Roundup, que tem como princípio ativo o herbicida glifosato. Por ser
extremamente poderoso, é utilizado antes do plantio para limpar o terreno,
matando ervas daninhas, pragas e qualquer tipo de vida que atrapalhe a lavoura
(e até as que não atrapalham). O produto evidentemente fez sucesso no mundo
todo, por isso até hoje é usado na agricultura convencional.
10. O GLIFOSATO (N-(FOSFONOMETIL)GLICINA) - é um herbicida sistêmico de amplo espectro e dessecante
de culturas. É um composto organofosforado, especificamente um fosfonato. É
usado para matar ervas daninhas, especialmente ervas daninhas folhosas perenes,
e gramíneas que competem com as culturas. Ele foi descoberto pelo químico da
Monsanto, John E. Franz, em 1970, para ser um herbicida.[1] A Monsanto trouxe-o
para o mercado em 1974, sob o nome comercial Roundup, conhecido também no
Brasil como Mata-Mato. O Herbicida de acordo com o CIRC (Centro Internacional
de Pesquisa sobre o Câncer ) é considerado genotóxico,cancerígeno para o animal
e, provavelmente, para o homem.
11. O problema na
verdade vai muito além disso. Vamos para 1996, quando cientistas da Monsanto
criaram aquilo que seria um divisor de águas na agricultura contemporânea. Para otimizar toda a produção de alimentos, a
multinacional desenvolveu sementes transgênicas (principalmente milho, soja e
algodão) que eram imunes ao Roundup – produto que ela mesmo criou. Ou seja, as
plantas transgênicas da Monsanto resistem a chuvas de agrotóxico, enquanto tudo
que está ao redor, inclusive animais pequenos, morre – nem que seja de forma
indireta, por conta da quebra da cadeia alimentar. Com isso, agricultores de todo planeta
começaram a utilizar essas sementes transgênicas ultra resistentes,
comercializadas pela multinacional juntamente com o seu agrotóxico potente. Um
super negócio – para quem mesmo? ?
12. E o problema é… Justamente
esse! Muitos ainda imaginam que o grande problema dos transgênicos seria essa
mudança genética que é feita em sua estrutura, quando na real o grande
problemão para nossa saúde é o poder de resistência que essa modificação dá ao
alimento. Ele recebe doses e mais doses
de veneno, mas não morre. Pense bem, para onde vai esse alimento repleto de
agrotóxicos potentes? Pois é, para nossa barriguinha. Ao consumir esse tipo de
alimentos transgênicos estamos oferecendo ao nosso organismo um belo banquete
de veneno. E tem mais um detalhe. Como
as pragas acabam se tornado mais resistentes ao veneno, com o passar do tempo
as doses do herbicida também aumentam. Ou seja, a cada dia que passa colocamos
mais glifosato no nosso prato. Sem
contar uma possível extinção de plantas que não resistem ao potente herbicida.
Ou seja, se continuarmos nessa trajetória, a longo prazo apenas as sementes
Monsanto© irão existir – outro super negócio! ?
13. O QUE A CIÊNCIA DIZ?
Apesar
da Monsanto disponibilizar em sua página oficial uma lista com alguns estudos
científicos atestando que o Roundup é seguro para a saúde dos seres humanos e
para a saúde dos animais em torno das plantações, há inúmeras controvérsias.
Segundo
um estudo, divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer, o glifosato está ligado
ao desenvolvimento de linfomas não-hodgkin, que incluem mais de 20 tumores
diferentes. O instituto ainda afirma que o número de casos desse tipo de câncer
duplicou nos últimos 25 anos – mesmo período de comercialização das sementes
transgênicas da Monsanto.
Esta
investigação, desenvolvida e publicado pela Fundação Patagônia, revela que em
São Salvador e na Argentina, nas regiões próximas as lavouras foi encontrado a
presença de glifosato na água. O que provavelmente, de acordo com o relatório,
é a causa do número de pessoas com câncer ter aumentado nos últimos anos, além
de centenas de casos de má formação de bebês e problemas neurológicos.
14. GLIFOSATO VS. OMS: A POLÊMICA DO SÉCULO
Em
2015, a Organização Mundial de Saúde divulgou um relatório comprovando que o
agrotóxico não só aumentava as chances do desenvolvimento do câncer como também
causava alterações na estrutura do DNA e nas estruturas cromossômicas.
Curiosamente
apenas um ano depois o orgão voltou atrás, soltou um comunicado explicando que
o documento anterior era apenas um rascunho. Mudando radicalmente de opinião, a
entidade agora diz que o glifosato não apresenta riscos à saúde de mamíferos,
logo, seres humanos.
Mas
isso não convenceu. Segundo uma investigação da Reuters, além de alguns dados
irem na contramão do que vinha sendo estudado até o momento, os cientistas
envolvidos no relatório não quiseram/puderam explicar o porquê dessa mudança
brusca de posicionamento.
Segundo
este artigo, publicado no site científico Plos One, a mudança de opinião da OMS
e inclusive da Anvisa (que também declara não haver malefícios no uso do
produto), é apenas mais um dos casos onde o dinheiro falou mais alto, já que
boa parte das pesquisas que “absolvem” o glifosato são patrocinadas pela
Monsanto.
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