SAÚDE PLENA NA
MEDICINA DE DEUS
Relação do regime simples para
com o discernimento espiritual
1. É uma lástima
quando o estômago está carregado de um volume de alimentos inadequados, que ali
permanece em decomposição. O mal-estar do estômago afeta o cérebro. O alimento
impróprio obscurece as faculdades cerebrais.
2. É uma lástima
quando o estômago está carregado de um volume de alimentos inadequados, que ali
permanece em decomposição. O mal-estar do estômago afeta o cérebro. O comedor imprudente
não compreende que se está desqualificando para dar conselho sábio,
desqualificando-se para estabelecer planos para o melhor funcionamento da obra
de Deus. Ele não pode discernir coisas espirituais, e em reuniões conciliares,
quando devia dizer, sim, de acordo, diz não. Apresenta propostas que estão além
do admissível. O alimento que ingeriu obscureceu-lhe as faculdades cerebrais.
3. A gratidão que
demonstramos a Deus por Suas bênçãos é grandemente afetada pelo alimento posto
no estômago.
4. A condescendência
em matéria de apetite é causa de dissensão, atritos, discórdia e muitos outros
males. Palavras impacientes são proferidas e atitudes inamistosas adotadas,
práticas desonestas seguidas e paixões manifestadas, tudo por causa dos nervos
do cérebro que são afetados pelos abusos acumulados sobre o estômago.
5. O estômago que
está carregado de um volume de alimentos inadequados, que ali permanece em
decomposição afeta o cérebro.
6. O comedor
imprudente está desqualificado para dar conselho sábio. O alimento que ingeriu
obscureceu-lhe as faculdades cerebrais.
7. A condescendência
com o apetite impróprio afeta-nos em todas as relações da nossa vida.
8. A condescendência
com o apetite pervertido, antinatural tem sido a maldição de muitas vidas. Não conseguem
entender as verdades para estes últimos dias.
9. Deus prodigamente
(generosamente) proveu sustento e felicidade para todos nós. E se Suas leis
nunca fossem violadas, e todos nós agíssemos em harmonia com a divina vontade,
em lugar de infelicidade e males contínuos ver-nos-íamos saúde, paz,
felicidade.
10. A condescendência
com o apetite traz debilidade física, adormecendo órgãos perceptivos de maneira
que se não discernem as coisas sagradas e eternas.
11. O mundo está
entregue à glutonaria, e isto perverte as faculdades morais.
12. Cristo para levar
avante o plano da salvação, começou a obra redentora do homem exatamente onde
começara a ruína. Adão caiu pela condescendência com o apetite. Para que no
homem ficasse gravadas suas obrigações quanto a obedecer às leis de Deus,
Cristo começou Sua obra de redenção reformando os hábitos físicos do próprio
homem.
13. Pesa sobre todos nós se queremos viver a verdade de
Deus, solene responsabilidade de vencermos o apetite.
14. Muito maior será
nossa utilidade, caso controlarmos os apetites e paixões. E mais vigorosa será
nossas faculdades mentais e energias morais se aliarmos o trabalho físico ao
exercício mental.
15. Se temos hábitos
estritamente temperantes, e com a combinação do trabalho muscular e da mente,
poderemos realizar soma incomparavelmente maior de labor (trabalho),
conservando a clareza mental.
16. A intemperança no
comer, mesmo de comida saudável, exercerá debilitante influência sobre o
organismo, embotando as mais vivas e santas emoções.
17. Muitos comem
alimentos inteiramente impróprios como bolos finos e tortas, e uma variedade de
pratos que perturbam a digestão. Então, levam essas coisas à mesa, e também
convida outros para a sua mesa. Desta maneira são tentados a comer demais, e
alimentos prejudicial. E muitos se tornam dispépticos (dificuldade na digestão)
18. Ninguém pode
tornar-se bem-sucedido obreiro nas coisas espirituais enquanto não observar
estrita temperança nos hábitos dietéticos.
19. Devemos evitar
todo alimento ou bebida cuja tendência seja irritar ou excitar os nervos. O excitamento
será seguido de depressão; excessiva tolerância anuviará (nublará,
obscurecerá) a mente e tornará confuso e difícil o pensamento.
20. Deus não pode
deixar que Seu Espírito Santo repouse sobre os que, embora sabendo o que devem
comer para ter saúde, persistem numa conduta que enfraquecerá o corpo e a mente. (EGW – Conselhos
Sobre o Regime Alimentar, 56)
21. Por inspiração do
Espírito de Deus, Paulo, o apóstolo, escreve que “tudo que fizerdes”, mesmo o
ato natural de comer ou beber, deve ser feito, não para satisfazer ao apetite
pervertido, mas sob o senso da responsabilidade de fazer “tudo para glória de
Deus”. (EGW –
Conselhos Sobre o Regime Alimentar, 56)
22. Tudo o que
fizermos, mesmo o ato natural de comer ou beber, deve ser feito, não para
satisfazermos ao apetite pervertido, mas sob o senso da responsabilidade de
fazermos “tudo para a glória de Deus”.
23. Cada parte do
nosso ser deve ser guardada, devemos estar atentos, não suceda que o que
levamos para o estômago expulse da mente pensamentos altos e santos. Não temos
o direito de fazer o que desejamos. Deus nos apresenta a necessidade de
comermos com inteligência, conformando todos os nossos hábitos com as leis que
Deus estabeleceu.
24. Somos de Deus
pela criação e pela redenção. Nosso próprio corpo não é nosso, para que o
tratemos como desejamos, para que o danifiquemos com hábitos que levam à
decadência, tornando impossível render a Deus perfeito serviço. Nossa vida e
todas as nossas faculdades Lhe pertencem.
25. Deus cuida de nós
todo o momento; conserva em ação a maquinaria viva; se fôssemos deixados a
nossa própria sorte por um momento, morreríamos. Somos totalmente dependentes
de Deus.
26. Somos totalmente
dependentes de Deus.
27. Deus cuida de nós
todo o momento, conserva em ação a maquinaria viva.
28. Não somos de nós
mesmos, fomos comprados por preço. Devemos reconhecer o direito de Deus sobre
nossos talentos, nossas posses, nossa influência, nosso eu individual. Devemos aprender
como tratar este dom de Deus, na mente, na alma e no corpo, para que como propriedade
adquirida por Cristo, possamos render-Lhe serviço agradável.
29. Nossa vereda
(caminho) foi iluminada com relação à reforma de saúde, e ao dever que repousa
sobre nós nestes últimos dias, de exercermos temperança em tudo.
30. À medida que a
luz da verdade for aceita e seguida, operará inteira reforma na vida e no
caráter de todos os que forem santificados por ela.
31. No comer, no
beber e no vestir, todos temos uma direta contribuição para com o nosso
progresso espiritual.
32. As comidas
prejudiciais são contaminadoras. Aquilo que corrompe o corpo tende a contaminar
a alma. Incapacita o que o usa para a comunhão com Deus, torna-o inapto para
serviço elevado e santo.
33. O Espírito de
Deus não pode vir em nosso auxílio, e assistir-nos no aperfeiçoamento do
caráter cristão, enquanto estivermos sendo condescendentes para com o apetite
em prejuízo da saúde, e enquanto o orgulho da vida domina. (EGW – Conselhos Sobre
o Regime Alimentar, 57)
34. Todos os que são
participantes da natureza divina escaparão à corrupção que pela concupiscência há
no mundo. É impossível aos que pactuam com o apetite alcançar a perfeição
cristã.
35. A verdadeira
santificação não é meramente uma teoria, uma emoção ou uma forma de expressão,
mas um princípio vivo, ativo, permeando a vida diariamente. Requer que nossos
hábitos no comer, beber e vestir sejam de tal modo asseguradores da saúde física,
mental e moral que possamos apresentar nossos corpos ao Senhor, não como uma
oferta corrompida por maus hábitos, mas “como um sacrifício vivo, santo e
agradável a Deus”.
36. Nossos hábitos no
comer e no beber mostram se somos do mundo ou se estamos entre aqueles a quem o
Senhor com Sua poderosa cunha da verdade separou do mundo.
37. É a intemperança
no comer que torna precária a saúde de tantos, roubando a Deus a glória que Lhe
é devida.
38. Por deixarem de negar-se
a si mesmos, muitos dentre o povo de Deus são incapazes de atingir a elevada
norma de espiritualidade que Ele colocou diante deles, e embora se arrependam e
se convertam, toda a eternidade testificará da perda sofrida por se haverem
rendido ao egoísmo.
39. Quando
esquadrinharmos as Escrituras com espírito de oração para conhecermos a vontade
divina e pô-la em prática de todo o coração, sem reserva alguma nem tolerância de
qualquer espécie, encontraremos descanso.
40. O “eu” precisa
ser totalmente renunciado. “Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, e
tome cada dia a sua cruz, e siga-Me.” Lucas 9:23. Sigamos o Salvador em Sua
simplicidade e renúncia. O Homem do Calvário seja por nós enaltecido pela
palavra e por vida santa. O Salvador chega muito perto dos que se consagram a
Deus.
41. Como nossos
primeiros pais perderam o Éden em conseqüência do apetite, nossa única
esperança de o reconquistar é por meio da firme negação do apetite e da paixão.
42. A abstinência no
regime alimentar e o controle de todas as paixões, preservarão o intelecto e darão
vigor mental e moral, habilitando o homem a sujeitar todas as suas inclinações
ao domínio das faculdades mais elevadas, e a discernir entre o direito e o
torto, o sagrado e o comum.
43. Todos quantos têm
o verdadeiro senso do sacrifício feito por Cristo em deixar Seu lar no Céu para
vir a este mundo a fim de, pela Sua vida, mostrar ao homem como poderia
resistir à tentação, alegremente renunciarão ao próprio eu, preferindo ser
participantes dos sofrimentos de Cristo.
44. Os que vencem como
Cristo venceu, precisam guardar-se continuamente contra as tentações de
Satanás. O apetite e as paixões devem ser restringidos e postos em sujeição ao
domínio de uma consciência esclarecida, para que o intelecto seja equilibrado,
claras as faculdades de percepção, de maneira que as manobras do inimigo e seus
ardis não sejam considerados como a providência de Deus.
45. Muitos desejam a
recompensa final e a vitória concedidas aos vencedores, mas não estão dispostos
a suportar fadiga, privação e renúncia ao próprio eu, como fez o Redentor. E
unicamente por meio da obediência e de contínuo esforço que havemos de vencer
como Cristo venceu.
46. A força dominante
do apetite demonstrar-se-á a ruína de milhares quando, se houvessem triunfado
nesse ponto, teriam tido força moral para ganhar a vitória sobre qualquer outra
tentação de Satanás.
47. Os que são
escravos do apetite, no entanto, deixarão de aperfeiçoar o caráter cristão.
48. A incessante transgressão
do homem através de seis mil anos, tem trazido em resultado doença, dor e
morte. E, à medida que nos aproximamos do fim do tempo, a tentação do inimigo
para ceder ao apetite será mais poderosa e difícil de vencer.
49. O que se apega à
luz que Deus lhe deu sobre a reforma de saúde, tem um importante auxílio na
obra de santificar-se pela verdade e estar habilitado para a imortalidade.
Deus
lhe abençoe!
FONTE:
EGW – Conselhos Sobre o Regime
Alimentar