terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Temperança e a nossa vida espiritual

SAÚDE PLENA NA MEDICINA DE DEUS
Temperança e a nossa vida espiritual


1.  Aqueles que cedem à tentação de Satanás para condescender com a intemperança, põem as faculdades superiores em subordinação aos apetites e paixões animais. Muitos rendem-se ao controle de Satanás e ele adquire fácil acesso aos que se encontram na servidão do apetite. Mediante a intemperança muitos sacrificam suas faculdades físicas, mentais, e morais, tornando-se joguetes do inimigo.

2.  Os que quiserem possuir mente clara para discernir os ardis de Satanás, precisam ter os desejos sob o domínio da razão e da consciência. A ação moral e vigorosa das faculdades superiores do espírito é essencial ao aperfeiçoamento do caráter cristão, e a resistência ou fraqueza da mente tem muito que ver com nossa utilidade neste mundo, e com nossa salvação final.

3.  A ignorância que tem dominado quanto à lei de Deus em nossa natureza física, é deplorável. Intemperança de qualquer espécie é uma violação das leis de nosso ser.

4.  O pecado torna-se atrativo mediante a roupagem de luz com que o veste Satanás, e ele fica satisfeito quando pode manter o mundo cristão em seus hábitos cotidianos sob a tirania do costume, como os pagãos, permitindo que o apetite os governe.

5.  Intemperança de qualquer espécie é uma violação das leis de nosso ser.

6.  A força física e intelectual de muitos está sendo sacrificada no altar do apetite pervertido.

7.  Muitos estão tendo suas faculdades morais embotadas mediante intemperança de qualquer espécie.

8.  Satanás está constantemente desviando o povo da luz salvadora para costumes e modas, a despeito da saúde física, mental e moral.

9. Quando se predominam o apetite e a paixão, a saúde física e o vigor intelectual são sacrificados no altar da satisfação egoísta, e muitos estão sendo rapidamente levado à ruína.

10.  Se o esclarecido intelecto mantiver as rédeas, dominando as propensões animais e conservando-as em sujeição às faculdades morais, bem sabe Satanás que bem pequeno é seu poder para vencer com suas tentações.

11.  Grande parte do mundo cristão não tem o direito de chamar-se cristão. Seus hábitos, sua extravagância, a maneira por que tratam em geral o próprio corpo, são violações da lei física, e contrários à Bíblia. Eles estão preparando para si mesmos, na sua maneira de viver, sofrimentos físicos e fraqueza mental e moral.

12.  Mediante seus ardis Satanás tem tornado a vida doméstica uma vida de cuidados e de complicados fardos, a fim de satisfazer às exigências da moda. Seu desígnio em assim fazer é manter a mente tão plenamente ocupada com as coisas desta vida, que eles não possam dar senão pequena atenção a seus mais altos interesses.

13.  A intemperança no comer e no vestir tem por tal forma absorvido a mente do mundo cristão, que as pessoas não dão tempo a se tornarem inteligentes quanto às leis de seu ser, a fim de obedecer-lhes. Professar o nome de Cristo é de bem pouca monta uma vez que a vida não corresponda à vontade de Deus, revelada em Sua Palavra.

14. Muitos estão preparando para si mesmos, na maneira de viver, sofrimentos físicos e fraqueza mental e moral.

15.  Deus nos orienta que os maus hábitos, as extravagâncias, a maneira que muitos tratam o próprio corpo, são violação da lei física, e contrários à Bíblia. Muitos estão preparando para si mesmos, na maneira de viver, sofrimentos físicos e fraqueza mental e moral.

16.  Grande parte de todas as enfermidades que afligem a muitos, são resultado de seus próprios hábitos errôneos, devido à voluntária ignorância, ou à desconsideração para com a luz dada por Deus a respeito das leis de seu ser.

17.  Não nos é possível glorificar a Deus enquanto vivermos na violação das leis da vida.

18.  O coração não pode manter consagração a Deus ao mesmo tempo que é satisfeito o concupiscente apetite.

19.  Um corpo enfermiço e um intelecto desordenado em virtude da contínua condescendência com a prejudicial concupiscência, tornam impossível a santificação do corpo e do espírito.

20.  Coisa alguma pode ser mais ofensiva a Deus do que mutilar ou empregar mal os dons a nós emprestados para serem consagrados a Seu serviço. Está escrito: “Quer comais, quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.”

21.  É da vontade de Deus que compreendamos a importância das condições sadias do corpo para a bem-sucedida perfeição do caráter cristão.

22.  Um corpo enfermiço e um intelecto desordenado são resultado de hábitos errôneos pela desconsideração para com a luz dada por Deus a respeito das leis do próprio ser.

23.  É da vontade de Deus que tenhamos mente clara. Importa compreendermos a importância de exercermos temperança em tudo.

24.  Deus nos ensina que todos os nossos hábitos, gostos e inclinações devem ser educados em harmonia com as leis da vida e da saúde.

25.  Deus nos deixa claro que somente exercendo temperança em tudo, obedecendo às leis da vida e da saúde, podemos ter as melhores condições físicas, e possuir clareza mental para discernirmos entre o mal e o bem.

26.  A intemperança de qualquer espécie obscurece os órgãos perceptivos, enfraquecendo assim a faculdade nervosa do cérebro para que as coisas eternas não sejam apreciadas, mas sejam colocadas no nível das coisas comuns.

27.  Caso os hábitos físicos não estejam corretos, as faculdades mentais e morais não podem ser fortes; pois existe grande relação entre o físico e o moral.

28.  As satisfações concupiscentes combatem contra a saúde e a paz. Estabelece-se um conflito entre os atributos mais elevados do homem e os inferiores. As propensões mais baixas, fortes e ativas, oprimem a alma. Os interesses mais altos do ser são postos em risco pela satisfação dos desejos não santificados.

29.  A condescendência com o apetite pervertido destrói os finos sentimentos da alma e afeta por tal forma as faculdades de raciocínio dadas por Deus ao homem, que as coisas espirituais e santas, perdem sua santidade. A desobediência parece aprazível em vez de excessivamente pecaminosa.

30.  Os princípios da temperança são de vasto alcance; e há perigo de que os que receberam grande esclarecimento acerca desse assunto deixem de apreciá-lo.

31.  Deus requer que Seu povo, que vive nestes últimos dias, vença toda prática nociva, apresentando seu corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Ele, a fim de poderem obter um assento à Sua direita.

32.  É nosso dever cuidar de nós mesmos, e lutar para pôr nosso espírito, nossa vontade, e nossos gostos em conformidade com as recomendações de nosso Criador. Unicamente a graça de Deus nos pode habilitar a fazer isto; pelo Seu poder nossa vida pode ser levada à harmonia com Seus justos princípios. Ceifaremos aquilo que semearmos, e unicamente os que se põem em sujeição à vontade de Deus são verdadeiramente sábios.

33. É da vontade de Deus que vencemos toda prática nociva.

34. É desejo de Deus reger Seu povo por uma consciência esclarecida.

35.  Deus pede-nos que submetemos todos os nossos apetites e paixões ao domínio de uma consciência esclarecida, e sentir ser nosso dever para com Deus e nossos semelhantes obedecermos às leis que regem a vida e a saúde, e teremos a benção do vigor físico e mental.

36.  É desejo de Deus que possuímos poder moral para empenharmos no conflito contra Satanás; e em nome de Cristo que venceu em nosso favor, seremos mais que vencedores para nosso próprio bem.

37.  Muitos professos cristãos estão se prejudicando por hábitos errôneos. E a razão porque muitos entre o povo de Deus cairão no tempo de angústia, é a frouxidão na temperança e a condescendência com o apetite.

38.  Moisés pregou bastante sobre esse assunto, e a causa de o povo não haver entrado na terra prometida foi a repetida condescendência com o apetite.

39.  Adão e Eva perderam o Éden em virtude da satisfação do apetite, e só o podemos reaver mediante renúncia do mesmo.

40.  Há vitórias preciosas a ganhar; e os vencedores neste conflito contra o apetite e toda concupiscência mundana receberão uma imarcescível coroa de vida, um bendito lar naquela cidade cujas portas são pérolas e cujos fundamentos são pedras preciosas. Não é esse prêmio digno de que por ele nos esforcemos? Não é digno de todo esforço que nos seja possível envidar? Corramos pois de tal maneira que o possamos alcançar.

Deus lhe abençoe!


FONTE:
EGW - Temperança






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