Saúde plena na
medicina de Deus
Os princípios de temperança
originam-se na lei de Deus
1. A necessidade de
o povo peculiar de Deus desta geração chamarem em seu auxílio a força de
vontade, fortalecida pela graça de Deus, a fim de resistir às tentações de
Satanás e a mínima condescendência com o apetite pervertido, é duas vezes maior
do que o era há várias gerações. A geração atual, porém, tem menos domínio de
si mesma do que possuíam as que viviam então. Deus nos orienta que a única
regra segura é não tocar, não provar, não manusear alimentos e bebidas
impróprias. O Senhor nos pedi que renunciemos estritamente de toda comida e
bebida estimulante. Somos propriedade de Deus.
2. É necessário o
firme propósito, e a disposição de não tocar, não provar, não manusear
alimentos e bebidas impróprias.
3. Deus requer de nós que renunciemos toda comida e bebida
estimulante, impróprios para o consumo. Somos propriedades de Deus. Não devemos
maltratar nenhum órgão do corpo, antes cuidar sabiamente dele.
4. Os princípios de
temperança originam-se na lei de Deus. É vontade de Deus que Seu povo peculiar
desta geração guardem estrita e conscienciosamente a Sua lei. Muitos tornam a
lei de Deus desacreditada quando se unem ao mundo e torná-la impopular, quando
condescendem com alimentos pervertidos. Deus é o autor dessa lei, a qual é o
fundamento de Seu governo no Céu e na Terra.
5. É desejo de Deus
educar-nos a dominar nossos apetites, do ponto de vista moral e religioso. Deseja
ensinar-nos quão perigoso é brincar com a tentação. A única plataforma que
podemos conscienciosamente nos colocar é a abstinência total.
6. É vontade de Deus
que abandonemos as práticas nocivas, e tornaremos mais felizes.
7. Aqueles cujo
coração se encontra cheio do Espírito de Deus, não sentirão nenhuma necessidade
de estimulantes. O verdadeiro converso abandona os hábitos e apetites
contaminadores.
8. Deus nos ensina
que o verdadeiro converso abandona hábitos e apetites contaminadores. Muitos professos
cristãos tem hábitos que são contrários aos princípios bíblicos. Hábitos errôneos,
antinatural que estão corrompendo o corpo, alma e espírito. Estes necessitam da
fé que opera por amor e purifica a alma. A verdade divina purifica o verdadeiro
crente. Quem está plenamente convertido abandonará todo hábito e apetite
envilecedor (desprezível). Por meio da abstinência total vencerá seu desejo das
complacências destruidoras da saúde.
9. Pesa sobre o povo
peculiar de Deus a solene responsabilidade de vencer no que toca ao apetite. É desejo
de Deus que Seu povo exerça domínio sobre seus apetites e paixões.
10. Podemos, com
hábitos estritamente temperantes, com a união do trabalho físico e mental,
efetuar muito maior quantidade de labor e conservar a clareza da mente. Seguindo
tal orientação nossos pensamentos e palavras fluirão mais facilmente, nossas
práticas religiosas possuirão de mais energia, e as nossas impressões
produzidas sobre os ouvintes serão mais assinaladas.
11. A intemperança no
comer, mesmo de alimento apropriado, exercerá um efeito de prostração no
organismo, embotando as mais vivas e santas emoções.
12. A estrita
temperança no comer e beber é altamente essencial para a saudável conservação e
o exercício vigoroso de todas as funções orgânicas.
13. Hábitos estritos
de temperança, unidos ao exercício dos músculos bem como do cérebro,
conservarão tanto o vigor físico, como o mental.
14. Os seguidores de
Cristo, que professam ser representantes Seus, devem seguir-Lhe o exemplo, e
mais que todos os outros, devem formar hábitos de estrita temperança. Cumpre-lhes
manter a vida e o exemplo de Cristo diante do povo mediante sua própria vida de
abnegação, sacrifício e ativa beneficência. Cristo venceu o apetite em
benefício do homem, e em Seu lugar devem eles dar aos outros um exemplo digno
de imitação. Aqueles que não sentem a necessidade de empenharem-se na obra de
vencer o apetite, deixarão de assegurar preciosas vitórias que poderiam haver
ganho, e tornar-se-ão escravos do apetite e da concupiscência, que estão
enchendo a taça da iniqüidade dos que habitam sobre a Terra.
15. A mente se
fortalece sob o correto tratamento das faculdades físicas e mentais.
16. É desejo de Deus
que Seu povo peculiar formem hábitos de estrita temperança.
17. Pela intemperança
no comer muitos professos cristãos
tornaram incapazes de ver claramente a diferença entre o fogo sagrado e o
comum. E por meio dessa intemperança muitos revelam também desconsideração para
com as advertências que o Senhor tem dado.
18. Deus nos deixa
claro que não temos direito de sobrecarregar nem as faculdades mentais nem as
físicas, de maneira que venhamos a ficar facilmente excitados e levados a
proferir palavras que desonrem a Deus. O Senhor quer que sejamos sempre calmos
e pacientes. Façam os outros o que fizerem, cumpre-nos representar a Cristo
procedendo como Ele o faria em idênticas circusntâncias.
19. Deus deseja que nossa
mente e corpo sejam conservados nas melhores condições de saúde, toda faculdade
e dom sob a direção divina, e tão vigorosos como possamos tornar cuidadosos e
estritos hábitos de temperança.
20. Achamo-nos em
obrigação para com Deus de fazermos de nós mesmos incondicional consagração a
Ele, corpo e alma, com todas as faculdades estimadas como sendo dons Seus a nós
confiados, para serem empregados em Seu serviço.
21. Todas as nossas
energias e faculdades devem ser constantemente fortalecidas e aperfeiçoadas no
decorrer do tempo de graça que Deus nos concedeu.
22. Unicamente os que
apreciarem esses princípios e houverem sido educados a cuidar inteligentemente
de seu corpo, no temor de Deus, devem ser escolhidos para tomar
responsabilidades em Sua obra.
23. Deus tem direito
sobre todos quantos se acham empenhados em seu serviço.
24. Deus requer que
Seu povo peculiar se eduquem nos princípios da reforma da saúde, que aprendam a
manter estrita temperança em tudo, porque o descuido relativo às leis da saúde
é inescusável naqueles que foram separados para ensinar a maneira de viver.
25. Os princípios
relativos à saúde e à temperança são muito importantes para Deus. E são mal
compreendidos, negligenciados, desconhecidos para o povo de Deus. É desejo de
Deus que eduquemos a nós mesmos, para que possamos, não somente pôr nossa vida
em harmonia com esses princípios, mas ensiná-los aos outros.
26. É da vontade de
Deus que nossa mente seja esclarecida e a consciência despertada para o dever
de praticar os princípios da verdadeira reforma.
Deus
lhe abençoe!
FONTE:
EGW - Temperança
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