quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Poder para a vitória unicamente em Cristo

SAÚDE PLENA NA MEDICINA DE DEUS
Poder para a vitória unicamente em Cristo


1.  A complacência com o apetite antinatural, quer seja chá (que contêm cafeína), café, fumo, álcool, alimento industrializado, processado, refinado é intemperança e está em guerra com as leis da vida e da saúde. O uso desses artigos proibidos cria no organismo um estado de coisas que o Criador nunca se propôs que nele houvesse. Essa complacência é pecado. Sofrimento, enfermidade e morte, são a penalidade certa da complacência.

2.  Cristo nos orienta que a condescendência com o apetite está trazendo debilidade física e amortecimento das faculdades perceptivas, de modo que as coisas sagradas e eternas não podem ser discernidas.

3.  Cristo nos orienta que a satisfação própria perverte as faculdades morais, e que a nossa grande necessidade é a conversão de coração, mente e alma, da vida de condescendência com o próprio eu, para uma vida de abnegação e sacrifício.

4.  Em nossa própria força falharemos sempre. Cristo pede-nos para não mais servir o pecado. Deixemos todos os alimentos antinaturais. Jamais podemos fazer em nossas forças, mas, Cristo diz: “Estou à tua direita para te ajudar”.

5.  Tentações à condescendência com o apetite possuem um poder que só pode ser vencido pelo auxílio dado por Deus. Mas com cada tentação temos a promessa de Deus de que haverá um escape.

6.  Muitos não vencem o apetite pervertido, é porque não põem a confiança em Deus. Não se aproveitam dos meios providenciados para sua segurança. As desculpas dadas para satisfação do apetite pervertido são, portanto, de nenhum peso diante de Deus.

7.  Para toda alma em luta por se erguer de uma vida de pecado a uma de pureza, o grande elemento de poder reside no único nome “debaixo do céu”, “dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”. Atos dos Apóstolos 4:12. “Se alguém tem sede” de tranqüilizadora esperança, de libertação de propensões pecaminosas, Cristo diz: “venha a Mim, e beba.” João 7:37. O único remédio para o vício, é a graça e o poder de Cristo.

8.  As boas resoluções tomadas por alguém em suas próprias forças, nada valem. Nem todos os votos do mundo quebrariam o poder do mau hábito. Homem algum nunca praticará a temperança em todas as coisas enquanto seu coração não estiver renovado pela graça divina. Não nos podemos guardar de pecar por um momento sequer. A cada instante dependemos de Deus.

9.  O único remédio para o vício, é a graça e o poder de Cristo.

10.  Jamais venceremos os maus hábitos em nossa própria força. Nunca praticaremos a temperança em todas as coisas enquanto o nosso coração não estiver renovado pela graça divina. Para sermos vencedores dependemos de Deus a cada instante.

11.  Cristo viveu uma vida de perfeita obediência à lei de Deus, deixando nisto um exemplo perfeito a toda criatura humana. A vida que Ele viveu neste mundo, devemos nós viver, mediante Seu poder, e sob as Suas instruções. (EGW – Temperança, 106)

12.  Deus é amor, mas não pode desculpar a voluntária desconsideração de Seus mandamentos. Os decretos de Seu governo são de tal ordem, que o homem não escapa às conseqüências da deslealdade. Somente àqueles que O honram pode Ele honrar. A conduta do homem neste mundo decide seu destino eterno. Segundo houver semeado, assim ceifará. A causa será seguida do efeito. Nada menos que a perfeita obediência pode satisfazer ao ideal que Deus requer.

13.  O Salvador tomou sobre Si as enfermidades humanas, e viveu uma vida sem pecado, a fim de os homens não terem nenhum temor de que, devido à fraqueza da natureza humana, eles não pudessem vencer. Cristo veio para nos tornar “participantes da natureza divina”, e Sua vida declara que a humanidade, unida à divindade, não comete pecado.  (EGW – Temperança, 107)

14.  O Salvador venceu para mostrar ao homem como ele pode vencer. Todas as tentações de Satanás, Cristo enfrentava com a Palavra de Deus. Confiando nas promessas divinas, recebia poder para obedecer aos mandamentos de Deus, e o tentador não podia alcançar vantagem. A toda tentação, Sua resposta era: “Está escrito.” Assim Deus nos deu Sua Palavra para com ela resistirmos ao mal. Pertencem-nos grandíssimas e preciosas promessas, a fim de que por elas fiquemos “participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo”. 2 Pedro 1:4.  (EGW – Temperança, 107)

15.  Somente àqueles que honram a Deus pode Ele honrar.

16.  A nossa conduta neste mundo decide o nosso destino.

17. Nada menos que a perfeita obediência pode satisfazer ao ideal que Deus requer.

18.  Cristo nos instrui que não devemos olhar às circunstâncias, à fraqueza do próprio eu, ou ao poder da tentação, mas ao poder da Palavra de Deus, toda a força de Cristo nos pertence.

19.  Aquele que sente o seu nada, devem confiar inteiramente nos méritos do Salvador. Pela oração, pelo estudo da Palavra de Deus, pela fé em Sua constante presença, a mais fraca das criaturas humanas pode viver em contato com o Cristo vivo, e Ele segurará com mão que nunca a soltará.

20.  Aqueles que condescendem com hábitos errôneos e práticas pecaminosas se rendem ao poder da verdade divina, a aplicação dessa verdade ao coração reaviva as faculdades morais que pareciam haver sido paralisadas. O recebedor possui compreensão mais clara, mais vigorosa que anteriormente ao haver firmado sua alma à Rocha eterna. Mesmo sua saúde física melhora ao sentir sua segurança em Cristo. A bênção especial de Deus a repousar sobre o recebedor é, em si mesma, saúde e força.

21.  Os homens contaminaram o templo da alma, e Deus os chama a despertarem, e lutarem com todas as suas forças para reconquistarem a varonilidade que lhes foi conferida por Deus. Coisa alguma a não ser a graça de Deus pode convencer de pecado e converter o coração; dEle tão somente podem os escravos do costume alcançar poder para quebrar as algemas que os prendem. É impossível a um homem apresentar seu corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, enquanto continuar a condescender com hábitos que o estão privando do vigor físico, mental e moral. Diz o apóstolo em outro lugar: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação de vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” Romanos 12:2.

22.  Cristo travou a batalha no campo do  apetite, e saiu vitorioso; e nós também podemos vencer mediante a força dEle derivada.

23.  Deus nos chama a despertar, e lutarmos com todas as nossas forças para reconquistarmos a varonilidade que nos foi conferida por Deus.

24.  Em Deus tão somente podem os escravos do costume alcançar poder para quebrar as algemas que os prendem.

25.  É impossível apresentarmos o nosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, enquanto continuarmos a condescender como hábitos que estão privando-nos do vigor físico, mental e moral.

26.  QUEM ENTRARÁ NA CIDADE PELAS PORTAS? — Não aqueles que declaram não poderem romper a força do apetite. Cristo resistiu ao poder daquele que nos queria manter em servidão; embora enfraquecido por seu prolongado jejum de quarenta dias, Ele suportou a tentação, e provou por este ato que nossos casos não são desesperados. Sei que não nos é possível alcançar a vitória sozinhos; e quão gratos devemos ser por ter um Salvador vivo, pronto e disposto a ajudar-nos!

27.  Enquanto a vida de Cristo não se torna um poder vitalizante em nossa vida, não nos é possível resistir às tentações que nos assaltam interior e exteriormente.

28.  Cristo veio a este mundo e viveu a Lei de Deus, a fim de que o homem pudesse ter perfeito domínio sobre as naturais inclinações que corrompem a alma. Médico da alma e do corpo, Ele dá vitória sobre as concupiscências em luta no íntimo. Proveu toda facilidade para que o homem possa possuir inteireza de caráter.

29.  Quando uma pessoa se entrega a Cristo, seu espírito é posto sob o domínio da lei; mas é a lei real que proclama liberdade a todo cativo.

30.  Fazendo-se um com Cristo, o homem é tornado livre. A sujeição à vontade de Cristo significa restauração à perfeita varonilidade.

31.  Obediência a Deus é liberdade do cativeiro do pecado, livramento das paixões e impulsos humanos. O homem pode ser vencedor de si mesmo, vencedor de suas inclinações, vencedor dos principados e potestades, e dos “príncipes das trevas deste século”, e das “hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais”. Efésios 6:12.

Deus lhe abençoe!



FONTE:
EGW – Temperança




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